CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL
SOLUÇÃO DA PROVA N.º 2
UM CASO NEBULOSO – de DETECTIVE LUPA DE PEDRA (Malveira)
No que respeita ao desafio apresentado por Lupa de Pedra, que respostas deverão ser dadas?
Como ajudar Marcial a decifrar esta última linha do diário?
Quanto ao enigma, não é realmente “um teste com a tinta ou até um indício de senilidade do autor” como Nicolau inicialmente admitia. Pelo contrário.
Trata-se efectivamente de um enigma.
Para o decifrar basta adiantar uma letra ao alfabeto.
Desta forma A=B; B=C; T=U.
ltcdh qdfhrsn tL cd LCBBBVB
De acordo com esse critério, teremos então a seguinte solução.
mudei registo um de MDCCCXC
Ou seja “mudei registo um de MDCCCXC”, que é o mesmo que dizer “mudei registo um de 1890”.
Fica portanto desvendado qual o registo que foi forjado, ficando a saber-se qual o filho que não é legítimo.
E que outras imprecisões temos nesta história?
Quem chega a Gaia vindo do sul não vê o Porto nem a Ribeira do lado direito, mas do lado esquerdo. Talvez a fraca visão de Marcial Afonso, o denso nevoeiro e já alguma falta de memória tenham levado Marcial a fazer essa confusão;
Quem chega ao Porto vindo do sul, através de comboio Alfa Pendular, entra na estação de Campanha e não em S. Bento; para fazer a ligação a S. Bento é necessária outro comboio de ligação ou então ir noutro transporte, tal como metro, autocarro, táxi, etc;
A Rotunda da Boavista chama-se mais exactamente “Praça Mouzinho de Albuquerque” e as placas de trânsito da cidade não dizem Rotunda da Boavista nem o poderiam dizer;
Estes acontecimentos dão-se em 2003, ano em que a Casa da Música ainda não se encontrava inaugurada. Apesar de construída como parte do projecto Porto Capital Europeia da Cultura em 2001 (Porto 2001), a construção só ficou concluída em 2005. Novamente problemas de visão ou do nevoeiro?
O registo Civil não existia em finais do século XIX. O registo civil em Portugal apenas é oficialmente instituído pelo "Códigos do Registo Civil" de 18 de Fevereiro de 1911.
domingo, 11 de janeiro de 2009
3.ª ELIMINATÓRIA
TAÇA DE PORTUGAL
CONFRONTOS DA 3.ª ELIMINATÓRIA
Porque a competição não pára, terminada uma época, outra prossegue!
Desta vez são os confrontos relativos à terceira eliminatória, que envolvem os 64 “detectives” apurados na ronda anterior.
Como já referimos várias vezes, nenhuma eliminatória poderá ocorrer sem que os apurados tenham conhecimento antecipado do seu opositor directo.
As festividades do Natal, a publicação do conto e a informação que publicámos na passada semana acabaram por “empurrar” a divulgação dos confrontos para hoje, quando o prazo para responder à prova n.º 3, “O Baú de Tempicos”, de autoria da dupla A. Raposo & Lena termina já amanhã, segunda-feira.
Dessa forma, apesar de não ser uma decisão agradável para todos os nossos “detectives”, o prazo para envio das propostas de solução será alargado em uma semana, até ao dia 19 do corrente mês de Janeiro de 2009, dando assim tempo para que, em função dos adversários, possam ser modificadas, aprofundadas…
Portanto, todos os “detectives”, estando ou não ainda em disputa pela Taça de Portugal, podem enviar novas propostas de solução, sendo obrigatória a referência que esta nova via vai anular e substituir a anteriormente enviada.
Os meios a usar são os habituais:
- Pelos Correios para PÚBLICO-Policiário, Rua Viriato, 13, 1069-315 Lisboa;
- Por e-mail para policiario@publico.pt;
- Por entrega em mão na redacção do PÚBLICO de Lisboa;
- Por entrega em mão ao orientador, onde quer que o encontrem.
Eis os confrontos:
Mr. Ignotus – O Gato Preto; Peter Pan – Alkazar; Abrótea – António Ximenes; Tarântula - Karl Marques; Daniel Falcão – Dr. Famoso; Mister H – Pierre Magno; Nómada – Big Boss; Ego – Dr. Pereira; Flo – Inspector Lambada; Quaresma Decifrador – Detective Meco; Agente Guima - Deco; Detective Cabral – Sargento Estrela; Ábaco - Detective Kirow ; D. Chicote – Detective Lua Cheia; Dr. Gismondo – Inspector Martelada; Frank Lucidus - Detective Jeremias ; Detective Lupa de Pedra – Inspector Rowling; Família Adams – Búfalos Associados; Zé-Viseu - Hilária Clintona; Haal – Arnes; Duca Holmes – Gina; Inspector Duo – Elroy Vicente; Detective Paulão – Bernie Leceiro; Lobo Branco – Avlis e Snitram; Alves & Companhia – Sam Spade; Detective Turras – Inspector Boavida; Paulo – T. Xara; Rip Kirby – Alce Branco; Danielux – Vicktório; Inspector Pi – A. Raposo & Lena; Medvet - Inspector Sonntag; e Zé dos Anzóis - Lira Corrupta.
Uma vez mais a “Dona Sorte”, como referia o saudoso Sete de Espadas, poupou os principais candidatos ao troféu, não os colocando em rota de colisão. No entanto, taça é taça e ninguém se pode sentir seguro de qualquer percalço, de qualquer surpresa menos agradável.
Por isso o aviso e a recomendação para que não haja facilitação. Numa prova a eliminar, uma desatenção pode deitar tudo a perder!
CONFRONTOS DA 3.ª ELIMINATÓRIA
Porque a competição não pára, terminada uma época, outra prossegue!
Desta vez são os confrontos relativos à terceira eliminatória, que envolvem os 64 “detectives” apurados na ronda anterior.
Como já referimos várias vezes, nenhuma eliminatória poderá ocorrer sem que os apurados tenham conhecimento antecipado do seu opositor directo.
As festividades do Natal, a publicação do conto e a informação que publicámos na passada semana acabaram por “empurrar” a divulgação dos confrontos para hoje, quando o prazo para responder à prova n.º 3, “O Baú de Tempicos”, de autoria da dupla A. Raposo & Lena termina já amanhã, segunda-feira.
Dessa forma, apesar de não ser uma decisão agradável para todos os nossos “detectives”, o prazo para envio das propostas de solução será alargado em uma semana, até ao dia 19 do corrente mês de Janeiro de 2009, dando assim tempo para que, em função dos adversários, possam ser modificadas, aprofundadas…
Portanto, todos os “detectives”, estando ou não ainda em disputa pela Taça de Portugal, podem enviar novas propostas de solução, sendo obrigatória a referência que esta nova via vai anular e substituir a anteriormente enviada.
Os meios a usar são os habituais:
- Pelos Correios para PÚBLICO-Policiário, Rua Viriato, 13, 1069-315 Lisboa;
- Por e-mail para policiario@publico.pt;
- Por entrega em mão na redacção do PÚBLICO de Lisboa;
- Por entrega em mão ao orientador, onde quer que o encontrem.
Eis os confrontos:
Mr. Ignotus – O Gato Preto; Peter Pan – Alkazar; Abrótea – António Ximenes; Tarântula - Karl Marques; Daniel Falcão – Dr. Famoso; Mister H – Pierre Magno; Nómada – Big Boss; Ego – Dr. Pereira; Flo – Inspector Lambada; Quaresma Decifrador – Detective Meco; Agente Guima - Deco; Detective Cabral – Sargento Estrela; Ábaco - Detective Kirow ; D. Chicote – Detective Lua Cheia; Dr. Gismondo – Inspector Martelada; Frank Lucidus - Detective Jeremias ; Detective Lupa de Pedra – Inspector Rowling; Família Adams – Búfalos Associados; Zé-Viseu - Hilária Clintona; Haal – Arnes; Duca Holmes – Gina; Inspector Duo – Elroy Vicente; Detective Paulão – Bernie Leceiro; Lobo Branco – Avlis e Snitram; Alves & Companhia – Sam Spade; Detective Turras – Inspector Boavida; Paulo – T. Xara; Rip Kirby – Alce Branco; Danielux – Vicktório; Inspector Pi – A. Raposo & Lena; Medvet - Inspector Sonntag; e Zé dos Anzóis - Lira Corrupta.
Uma vez mais a “Dona Sorte”, como referia o saudoso Sete de Espadas, poupou os principais candidatos ao troféu, não os colocando em rota de colisão. No entanto, taça é taça e ninguém se pode sentir seguro de qualquer percalço, de qualquer surpresa menos agradável.
Por isso o aviso e a recomendação para que não haja facilitação. Numa prova a eliminar, uma desatenção pode deitar tudo a perder!
CONCURSO DE CONTOS
CONCURSO DE CONTOS
A Tertúlia Policiária da Liberdade vai organizar o seu nono convívio anual em Cabanas de Viriato, no dia 17 de Maio de 2009 e com ele leva a efeito um Concurso de Contos, a merecer a nossa melhor atenção, até por ser uma oportunidade de ouro para dar a conhecer alguns dos escritos que os "detectives" têm na gaveta...
TERTÚLIA POLICIÁRIA DA LIBERDADE
CONCURSO DE CONTOS 2009
Normas de Participação
1. - A Tertúlia Policiária da Liberdade, com o patrocínio da Junta de Freguesia de Cabanas de Viriato, o apoio da Escola Básica Integrada Aristides de Sousa Mendes e da página “Policiário”do jornal Público, promove por ocasião do seu V Convívio Anual (2009) um Concurso de Contos que tem como inspiração principal Aristides de Sousa Mendes e Cabanas de Viriato.
2. - O Concurso é aberto a todos, policiaristas ou não, sem condicionalismos de idade.
3. - É vedada a participação de membros do Júri, ou seus familiares, podendo cada concorrente apresentar mais do que um original, desde que o faça utilizando pseudónimos diferentes.
4. - Os trabalhos, em língua portuguesa, na modalidade de CONTO, de índole policiária ou não, deverão ser apresentados impressos em páginas de formato A4 e não deverão exceder as seis páginas.
5. - Cada trabalho, com o respectivo autor identificado apenas por um pseudónimo, deverá ser enviado pelo correio, até ao dia 31 de Março de 2009, em triplicado, num sobrescrito dentro do qual também deverá ser metido um envelope, bem fechado, contendo um papel onde se indique o pseudónimo, o título do conto, a verdadeira identificação e o endereço do concorrente. Outra identificação da autoria dos trabalhos, que não seja por um pseudónimo, pode acarretar a desclassificação. O júri não tomará conhecimento dos nomes e endereços indicados no exterior dos sobrescritos enviados.
6. - Os concorrentes deverão ter em atenção o seguinte texto, que será o tema inspirador do trabalho, podendo ou não fazer parte dele, mas que, em qualquer caso e de alguma forma, total ou parcialmente, terá de ter relação com ele.
7. - Texto, tema, inspiração ou mote:
“Mathilde era, na altura, uma criança com cerca de 10 anos. A França sofria a ocupação pelas tropas de Hitler que, vindas do norte, haviam já ultrapassado Paris. Em Bordéus, à porta do consulado português, centenas de refugiados procuravam desesperados a obtenção de um visto no passaporte que lhes a possibilitasse atravessar a Espanha e entrar em Portugal, de onde poderiam por via marítima atingir outras paragens, escapando assim à crueldade nazi. Aristides de Sousa Mendes era o nome do cônsul que, desobedecendo às ordens de Lisboa, vinha salvando milhares de vítimas inocentes.
O pai de Mathilde adormecera abraçado à filha, na soleira da porta do consulado, vencido pelo cansaço. Na sua cabeça tumultuavam sonhos terríveis que se misturavam com imagens de esperança: a morte violenta da sua mulher Helga três semanas antes e os relatos sobre Portugal escutados a Margarida, uma empregada da pequena ourivesaria de Berlim, nascida em Cabanas de Viriato, algures perto da cidade portuguesa de Viseu”.
8. - Os trabalhos, nos moldes atrás descritos, deverão ser enviados para a seguinte direcção postal:
Maria José Junqueira Mendonça
R. Lucília Simões, 8 – 10.º B
1500-387 Lisboa
9. - O júri será constituído por três personalidades de reconhecido mérito, a designar pela Organização do Convívio, o qual se realizará, com a respectiva entrega de prémios, no dia 17 de Maio de 2009, em Cabanas de Viriato.
10. - Os alunos da Escola Básica Integrada Aristides de Sousa Mendes que responderem ao Concurso, para além de participarem em termos de igualdade com todos os outros concorrentes, integrarão ainda uma classificação própria cujas normas serão determinadas pelas autoridades competentes daquela Escola.
Os alunos concorrentes deverão indicar o seu ano e turma no documento que tem o verdadeiro nome e endereço e se destina ao envelope fechado.
11. - Das decisões do Júri não haverá recurso, ficando-lhe atribuída a competência de, dependendo da quantidade e da qualidade dos trabalhos, determinar se deverão ou não ser atribuídos os prémios, no limite máximo de três.
12. - Os prémios em disputa serão anunciados a seu tempo nas páginas da Secção Policiária do jornal Público bem como em imprensa regional, sites e blogues ligados ao policiarismo. Excluem-se, desde já prémios de natureza pecuniária, dado o carácter lúdico e educativo desta iniciativa.
13. – É reservado à Organização do Convívio o direito de publicar, durante o ano de 2009, qualquer dos trabalhos concorrentes, sem pagamento de direitos autorais.
14. - Para esclarecimentos poderão ser utilizados os telefones 214 719 664 e 966 102 077 (Pedro Faria), 213 548 860 (António Raposo) ou 219 230 178 (Rui Mendes).
A Tertúlia Policiária da Liberdade vai organizar o seu nono convívio anual em Cabanas de Viriato, no dia 17 de Maio de 2009 e com ele leva a efeito um Concurso de Contos, a merecer a nossa melhor atenção, até por ser uma oportunidade de ouro para dar a conhecer alguns dos escritos que os "detectives" têm na gaveta...
TERTÚLIA POLICIÁRIA DA LIBERDADE
CONCURSO DE CONTOS 2009
Normas de Participação
1. - A Tertúlia Policiária da Liberdade, com o patrocínio da Junta de Freguesia de Cabanas de Viriato, o apoio da Escola Básica Integrada Aristides de Sousa Mendes e da página “Policiário”do jornal Público, promove por ocasião do seu V Convívio Anual (2009) um Concurso de Contos que tem como inspiração principal Aristides de Sousa Mendes e Cabanas de Viriato.
2. - O Concurso é aberto a todos, policiaristas ou não, sem condicionalismos de idade.
3. - É vedada a participação de membros do Júri, ou seus familiares, podendo cada concorrente apresentar mais do que um original, desde que o faça utilizando pseudónimos diferentes.
4. - Os trabalhos, em língua portuguesa, na modalidade de CONTO, de índole policiária ou não, deverão ser apresentados impressos em páginas de formato A4 e não deverão exceder as seis páginas.
5. - Cada trabalho, com o respectivo autor identificado apenas por um pseudónimo, deverá ser enviado pelo correio, até ao dia 31 de Março de 2009, em triplicado, num sobrescrito dentro do qual também deverá ser metido um envelope, bem fechado, contendo um papel onde se indique o pseudónimo, o título do conto, a verdadeira identificação e o endereço do concorrente. Outra identificação da autoria dos trabalhos, que não seja por um pseudónimo, pode acarretar a desclassificação. O júri não tomará conhecimento dos nomes e endereços indicados no exterior dos sobrescritos enviados.
6. - Os concorrentes deverão ter em atenção o seguinte texto, que será o tema inspirador do trabalho, podendo ou não fazer parte dele, mas que, em qualquer caso e de alguma forma, total ou parcialmente, terá de ter relação com ele.
7. - Texto, tema, inspiração ou mote:
“Mathilde era, na altura, uma criança com cerca de 10 anos. A França sofria a ocupação pelas tropas de Hitler que, vindas do norte, haviam já ultrapassado Paris. Em Bordéus, à porta do consulado português, centenas de refugiados procuravam desesperados a obtenção de um visto no passaporte que lhes a possibilitasse atravessar a Espanha e entrar em Portugal, de onde poderiam por via marítima atingir outras paragens, escapando assim à crueldade nazi. Aristides de Sousa Mendes era o nome do cônsul que, desobedecendo às ordens de Lisboa, vinha salvando milhares de vítimas inocentes.
O pai de Mathilde adormecera abraçado à filha, na soleira da porta do consulado, vencido pelo cansaço. Na sua cabeça tumultuavam sonhos terríveis que se misturavam com imagens de esperança: a morte violenta da sua mulher Helga três semanas antes e os relatos sobre Portugal escutados a Margarida, uma empregada da pequena ourivesaria de Berlim, nascida em Cabanas de Viriato, algures perto da cidade portuguesa de Viseu”.
8. - Os trabalhos, nos moldes atrás descritos, deverão ser enviados para a seguinte direcção postal:
Maria José Junqueira Mendonça
R. Lucília Simões, 8 – 10.º B
1500-387 Lisboa
9. - O júri será constituído por três personalidades de reconhecido mérito, a designar pela Organização do Convívio, o qual se realizará, com a respectiva entrega de prémios, no dia 17 de Maio de 2009, em Cabanas de Viriato.
10. - Os alunos da Escola Básica Integrada Aristides de Sousa Mendes que responderem ao Concurso, para além de participarem em termos de igualdade com todos os outros concorrentes, integrarão ainda uma classificação própria cujas normas serão determinadas pelas autoridades competentes daquela Escola.
Os alunos concorrentes deverão indicar o seu ano e turma no documento que tem o verdadeiro nome e endereço e se destina ao envelope fechado.
11. - Das decisões do Júri não haverá recurso, ficando-lhe atribuída a competência de, dependendo da quantidade e da qualidade dos trabalhos, determinar se deverão ou não ser atribuídos os prémios, no limite máximo de três.
12. - Os prémios em disputa serão anunciados a seu tempo nas páginas da Secção Policiária do jornal Público bem como em imprensa regional, sites e blogues ligados ao policiarismo. Excluem-se, desde já prémios de natureza pecuniária, dado o carácter lúdico e educativo desta iniciativa.
13. – É reservado à Organização do Convívio o direito de publicar, durante o ano de 2009, qualquer dos trabalhos concorrentes, sem pagamento de direitos autorais.
14. - Para esclarecimentos poderão ser utilizados os telefones 214 719 664 e 966 102 077 (Pedro Faria), 213 548 860 (António Raposo) ou 219 230 178 (Rui Mendes).
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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