terça-feira, 15 de setembro de 2009

S.O.S.

CONVÍVIO DE COIMBRA

Não está fácil comunicar com a TPC!

Tentámos de diversas formas e até por carta para o Ateneu de Coimbra, mas ainda não conseguimos chegar à fala com o FLO para marcarmos o convívio.

Haverá por aí alguém que nos possa dar contactos, eventualmente mais actualizados?

Agradecemos qualquer ajuda!

domingo, 13 de setembro de 2009

TORNEIO A. RAPOSO

A secção de hoje no PÚBLICO publica o primeiro problema do torneio, de autoria do confrade Rip Kirby.
Apesar do pouco prazo que ainda resta, é dada a oportunidade aos leitores do jornal, àqueles que eventualmente não venham a mais nenhum outro espaço policiário, para participarem.
Relembramos que esse mesmo problema está publicado aqui, no CRIME PÚBLICO com a etiqueta COMPETIÇÃO

REGRESSO

CARÍSSIMOS CONFRADES:

Apesar de ainda não estarem ultrapassadas as dificuldades que nos obrigaram a este longo período de silêncio, estamos de regresso e prontos para uma nova época, após as férias que, esperamos, tenham sido reparadoras para todos.

Dentro em breve iremos contar aqui com as discussões de todos os assuntos que pretenderem ser debatidos, com destaque, pela urgência, para as competições do próximo ano.

Depois de conhecermos as datas das eleições, procuramos encontrar uma data para o Convívio de Coimbra, para proposta aos confrades da Tertúlia Policiária de Coimbra e do Ateneu de Coimbra, que poderá ser o dia 18 de Outubro, se houver acordo.

Finalmente, recordar que a partir dste momento é reactivado o controle das mensagens produzidas, razão pela qual os comentários poderão não ser publicados de imediato.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

CANAL ABERTO!

COMENTÁRIOS LIVRES

Uma vez que neste momento as previsões de retoma do ritmo normal não são as melhores, durante algum tempo não heverá supervisão dos comentários que venham a ser produzidos, sendo a sua publicação imediata.

Haverá, assim, a possibilidade de diálogo instantâneo entre confrades, no blogue.

Pedimos a máxima contenção nas atitudes.

Até breve.

LP

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

DIFICULDADES

Caros confrades:

Dificuldades de ordem pessoal têm impedido uma actualização deste blogue.

Era nosso desejo poder ultrapassá-las de forma rápida, mas tal não se tem revelado possível.
Esperamos em breve poder retomar a dinâmica que sempre esteve nos nossos planos, pelo que solicitamos a maior compreensão dos nossos confrades e Amigos.

Obrigado

LP

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

PROVA N.º 1

TORNEIO A. RAPOSO E CLUBE DE DETECTIVES:

Problema nº 1 - “O Mistério do Problema Roubado”, de Rip Kirby

O miserável havia de me pagar. Roubou-me o problema que tanto trabalho me havia dado a engendrar e agora queria abotoar-se com ele, mas o maldito ainda não sabia com quem se tinha metido.
Desde muito jovem o meu sonho era ser escritor. Sonhava escrever livros de aventuras e romances policiais que vendessem milhões de exemplares, mas jamais consegui escrever algo de valor. Com o passar dos anos, os meus sonhos foram-se tornando mais modestos e por fim resumiam-se apenas à satisfação de escrever problemas policiários. Contudo, continuava a sonhar. Agora, o meu sonho era vir a escrever um problema policiário perfeito, no qual nenhum crítico, por mais acérrimo que fosse, pudesse encontrar a mais leve falha por onde o atacar.
Depois de muitas tentativas falhadas, finalmente, consegui esse objectivo, mas aquele canalha roubara-mo.
Era a minha obra-prima; melhor, era a obra-prima em matéria de problemística policiária. Até então nunca ninguém, modéstia à parte, havia escrito um problema com tanta qualidade! E isso para quê? Para vir um canalha e apoderar-se do meu trabalho! Mas não perde por esperar. Lá isso não perde, não, ou eu não seja quem sou.
Mas, afinal, quem foi esse canalha miserável?
Eu tinha acabado de escrever o problema eram 14 horas e tinha-o imprimido. Como precisava ir à cidade, fui ao meu quarto mudar de roupa, levando as folhas comigo e colocando-as sobre a cama. Depois, saí do quarto, fechando a porta à chave que levei comigo, meti-me no carro e abalei. Só quando voltei, cerca de uma hora mais tarde, é que me lembrei das folhas e dei pelo desaparecimento do meu trabalho.
Na porta do quarto não havia qualquer sinal que me chamasse a atenção, mas também não me preocupei muito, porque tinha deixado o meu trabalho guardado no computador. Mas, quando fui ver, até daí tinha desaparecido. O ladrão também apagou o arquivo.
Teria sido o José, o meu mordomo? Geralmente, nesta matéria de crimes domésticos, os culpados ou hão-de ser os mordomos ou os sobrinhos. Mas o José não sabe lidar com o computador e não tenho sobrinhos em casa; portanto não foram eles. Mas tenho três amigos, a quem a fortuna não bafejou como o fez comigo.
Perguntei ao José se tinha visto os papéis, mas ele afirmou que não. Como o trabalho era pouco, logo que eu saí, fora para o jardim da casa, onde já se encontrava o Cornélio, e sentou-se num banco (de onde poderia ver quem chegasse ou saísse) e ali permaneceu até ao meu regresso. Nenhuma visita viera; apenas um mendigo andara por ali, sem se atrever a entrar. O Jesuíno também tinha saído quase ao mesmo tempo que ele, com um livro debaixo do braço e dirigira-se para o pinhal que havia ali perto de casa. Voltou quando o sol já estava bastante baixo.
Quando perguntei ao Tadeu, algumas horas mais tarde, se tinha visto as folhas, ele respondeu-me, também, que não. Aproveitara a boleia que eu lhe dera, o que era verdade, para ir à cidade, onde ficou até tarde. O José disse-me que ele voltou cerca das 22 horas. Tinha vindo de táxi.
Antes, já tinha perguntado ao Jesuíno, que estava mal-humorado como de costume, se tinha visto as folhas. Respondeu-me desabridamente que não havia visto folhas nenhumas. Além disso, saíra logo a seguir a mim; fora ler um livro sentado à sombra de um pinheiro e voltara para casa já um pouco tarde, pelo que não podia saber de nada.
Entretanto, já perguntara também ao Cornélio, que, como sempre, estava no jardim, cuidando dos canteiros. Tinha uma paixão doentia pela jardinagem e não se interessava por mais nada que não fosse essa actividade.
- Cornélio, viste as folhas que me desapareceram?
- Estou prestes a conseguir criar uma nova espécie de antúrio.
- Não é isso. Estou perguntando se viste as minhas folhas!
- Deixa estar, não te preocupes. Eu, quando acabar aqui, dou uma varredura nas folhas.
Acabei desistindo. O Cornélio não é surdo, mas, quando está entregue à sua paixão, é como se fosse.
Quem teria sido o miserável que me roubou o problema? Quando eu descobrir o canalha, ele vai pagar-me caro. Ai vai, vai!!!
Por fim, já noite, acalmei-me e fui deitar-me.
Na manhã seguinte, quando me levantei, ainda com o roubo do problema no pensamento, perguntei a mim mesmo: - entre os meus amigos policiaristas não existirá algum capaz de me ajudar a descobrir o cretino que me agradeceu com ingratidão o bem que lhe tenho feito? Agradeço um relatório circunstanciado, de maneira a que, no momento de fazer justiça, eu não vá castigar nenhum inocente.

Respostas até 15/09|2009 para o Apartado 593 2000 Santarém ou para d.cabral@sapo.pt e gustavobarosa@hotmail.com

VEM AÍ A COMPETIÇÃO!!!

Caríssimos, vai começar a época de competição!

Como já foi aqui referido, as competições no PÚBLICO apenas verão a luz do dia em Janeiro do próximo ano, mas todos os nossos "detectives" podem e devem fazer a sua aparição no torneio de homenagem ao confrade A. Raposo, que vai decorrer no jornal regional O Almeirinense.
E para que não haja desculpas, do género "não recebo o jornal" ou "não me apercebi", aqui passaremos a publicar todos os problemas que vão integrar o torneio, bem como as respectivas soluções, notícias, classificações, etc.

E como o primeiro problema já viu a luz do dia, no jornal de dia 15, em breve o vamos publicar AQUI, no CRIME PÚBLICO!

ATENÇÃO, pois, que vamos ter uma competição "a doer", desde já, mesmo com a praia e o mar ainda em pano de fundo!