CONTAGEM DECRESCENTE PARA OS VENCEDORES DA ÉPOCA
Quase a terminar mais um ano, quer civil, quer policiário, é chegado o momento de apresentarmos aquilo que vai ser a próxima época competitiva. Já na próxima semana iremos começar a publicar os regulamentos que nos vão reger por toda uma época. Aliás, este assunto já mereceu muita atenção dos nossos “detectives” no blogue CRIME PÚBLICO, com discussão acesa e muitas ideias, algumas para aplicar, outras apenas para maturar com vista ao futuro.
Mas, antes de entrarmos decisivamente naquilo que vai ser o ano de 2011, ainda temos muitas questões por resolver, relacionadas com este ano que se aproxima do final, nomeadamente as mais importantes: Quem são os campeões nacionais em decifração e produção? Quem vai erguer a Taça de Portugal? Quem vai ser o Policiarista do Ano? Quem será o n.º 1 do ranking?
Todas estas questões terão resposta muito em breve, com divulgação em primeira mão no CRIME PÚBLICO, que pode ser acedido em http://blogs.publico.pt/policiario, onde esperamos poder publicar, já nos próximos dias, a tabela das pontuações da derradeira prova, a número 10, que tudo vai decidir.
Haverá surpresas como na época passada, com um verdadeiro “terramoto” que varreu a tabela classificativa, revelando campeões inesperados? Ou a “lógica” vai imperar e a última prova não provoca o burburinho que todos os confrades já suspeitam?
Dentro de algumas horas, assistiremos a uma corrida ao CRIME PÚBLICO, com os corações a baterem a um ritmo acelerado, em busca da esperada notícia! Assim é o nosso Policiário, um espaço de amizade, de camaradagem, de boa disposição, mas também de emoções fortes, de competição cerrada, de procura da perfeição no estudo, na interpretação, no encadeamento dos raciocínios, nas análises adequadas dos factos e dos acontecimentos, enfim, na correcta avaliação de todas as parcelas que compõem um problema policiário e uma investigação criminal.
CAMPEONATO NACIONAL DE PRODUÇÃO
Como é do conhecimento dos nossos confrades, o título de campeão nacional de produção é conquistado pelo produtor que reunir maior número de votos atribuídos pelos respondentes a todos os desafios de características tradicionais. Nestes termos, solicitamos aos confrades que tenham apresentado propostas de solução aos 10 desafios tradicionais, independentemente das pontuações obtidas, que agora exerçam o seu direito de voto, para que possamos consagrar o novo campeão.
Para esse efeito, apenas terão que enviar, impreterivelmente até ao próximo dia 20 de Dezembro, para o endereço de e-mail pessoa_luis@hotmail.com, a pontuação que atribuem a cada uma das produções, sendo que à que considerem melhor deverão atribuir 10 pontos, à segunda melhor, 9 pontos e assim por diante até à que considerarem menos conseguida, a que atribuirão apenas 1.
Para que os confrades possam recordar os problemas que agora vão votar, vamos indicá-los, por ordem de publicação, relembrando que os mesmos, com as respectivas soluções, estão disponíveis na página CLUBE DE DETECTIVES, do confrade Daniel Falcão, que pode ser acedida em http://clubededetectives.net.
Eis a listagem dos problemas a concurso, com a indicação dos seus autores, um dos quais irá ser o próximo campeão nacional de produção:
1- “O COLAR DE ESMERALDAS”, de MEDVET
2- “ALI JAZ O ALI KATE”, de H. RÁI
3- “REALIDADE OU FICÇÃO?”, de A. RAPOSO & LENA
4- “NA ÚLTIMA FRONTEIRA”, de KARL MARQUES
5- “SMALUCO E OS IRMÃOS METRALHA”, de INSP. BOAVIDA
6- “A MENSAGEM SECRETA”, de PAULO
7- “CONVITE FATAL”, de BÚFALOS ASSOCIADOS
8- “LECY ONARA”, de CARDILIO & AVITA
9- “A MORTE DO VETERANO”, de RIP KIRBY
10- “A VOZ DO DESTINO”, de M. CONSTANTINO
“RÁPIDAS POLICIÁRIAS”
A época passada também foi feita de problemas das chamadas “rápidas policiarias”, ou seja de escolha múltipla. Estes problemas, que algumas pessoas já apelidaram, indevidamente, de “parentes pobres”, não podem ser ignorados, apesar de não serem elegíveis para a atribuição do título de produção. Assim, resolvemos colocá-los, também, à votação dos nossos confrades, para podermos encontrar o melhor problema rápido e o melhor autor.
Queremos aqui deixar o testemunho do imenso carinho e respeito, que a maioria dos confrades tem pelos autores e pelos problemas com estas características. Não apenas por lhes reconhecerem a mesma dificuldade na execução, mas também por sentirem na própria pele a dificuldade na sua decifração. No fim, acabam por verificar que o processo de abordagem tem de ser o mesmo dos outros problemas: o estudo, o trabalho de decifração, etc., ficando apenas mais simples a resposta, que é com a indicação de uma mera alínea! Mas todo o trabalho até ali chegar, é idêntico.
Desta forma, solicitamos aos nossos confrades que, aquando da elaboração das pontuações para o título de campeão nacional de produção, dediquem alguns minutos a classificar as produções de rápidas, atribuindo 10 pontos à mais conseguida, 9 à seguinte e assim por diante até à menos conseguida a que atribuirão 1 ponto.
Eis a lista das produções rápidas, também disponíveis no CLUBE DE DETECTIVES:
1- “HÁ CADA QUEDA!”, de H. RÁI
2- “O CASO DE JOSITA CORLI”, de MEDVET
3- “O CASO DO ESPELHO QUEBRADO”, de INSPECTOR BOAVIDA
4- “O MEU PRIMEIRO CASO”, de PAULO
5- “UM CRIME NO ALENTEJO”, de RIP KIRBY
6- “UM NEGÓCIO COM SENTIDO”, de LUMAGO AMPE
7- “OS WOBBLY”, de KOP & PEIXTE
8- “AS RIQUEZAS DESAPARECIDAS”, de FARAÓ
9- “QUE GRANDE LATA”, de LATEIRO
10- “MORTES NA ESTRADA”, de RODOVIÁRIO
PRAZO A EXPIRAR
Todos nós, no Policiário, devemos muito à enorme capacidade do confrade Daniel Falcão, em organizar devidamente toda a informação sobre torneios e competições, problemas e suas soluções, notícias e informações, enfim, onde estiver o policiário, Daniel Falcão lá está!
Por isso, é da mais elementar justiça que os confrades retribuam essa atenção continuada, viajando até à sua página e deixando lá o testemunho sobre aquilo que o CLUBE DE DETECTIVES representou nestes primeiros 10 anos de vida intensa e o que cada qual espera dos próximos 10!
A data do aniversário é 14 de Dezembro e, se bem que sempre tenhamos ouvido que os parabéns nunca se dão antecipadamente, neste caso, é de bom tom que sejam transmitidos a tempo e horas, ou seja, até à véspera da data, para que possam ser publicados lá! Uma pequena subversão da regra habitual, que não configura nenhum crime e que o confrade Daniel Falcão bem merece!
Até 13 de Dezembro, em http://clubededetectives.net, todos os testemunhos não são demais, para relevar todo o trabalho de uma década de ouro!
COLUNA DO “C”
AINDA SETE DE ESPADAS
Foram muitas as missivas que recebemos sobre o assunto da nossa secção da passada semana, a propósito da passagem do 2.º aniversário do falecimento de Sete de Espadas. Para além dos confrades manifestarem o sentimento de perda que o velho companheiro desperta em todos, foi particularmente saudada a atitude que o Policiário do PÚBLICO tem tido, na luta para que não caia no esquecimento a obra e o vulto deste homem ilustre, a quem todos reconhecem dever um pouco daquilo que são.
A todos os que nos dirigiram palavras de incentivo e apoio, queremos deixar a certeza de que esta casa a que chamamos “Policiário” jamais esquece os seus companheiros que vão terminando o seu tempo junto de nós, porque o amor que nos une em torno desta modalidade, tem nomes e pseudónimos, que associamos a rostos, a gestos, a comportamentos, a amizades de dezenas de anos, enfim, somos uma equipa, uma tribo, o que quiserem chamar-nos, mas temos identidade e jamais esquecemos os nossos!
domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
RESULTADOS DA PROVA N.º 10
Ao contrário do que eram as nossas expectativas, por motivos particulares, apenas na próxima 2.ª feira vai ser possível a divulgação das últimas classificações da época 2010.
Já na secção deste domingo do PÚBLICO, serão postas à votação as produções, com vista ao encerramento definitivo da época.
Logo de seguida iremos ter os regulamentos para 2011 e, no dia 2 de Janeiro, em princípio (ou 9 em alternativa) o primeiro desafio da nova época.
Já na secção deste domingo do PÚBLICO, serão postas à votação as produções, com vista ao encerramento definitivo da época.
Logo de seguida iremos ter os regulamentos para 2011 e, no dia 2 de Janeiro, em princípio (ou 9 em alternativa) o primeiro desafio da nova época.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
A NOVA ÉPOCA
A próxima época, afinal, vai ser idêntica à anterior!
Procurámos que os nossos confrades nos indicassem caminhos que, sem desvirtuarem aquilo que é a nossa essência, nos colocassem em novos rumos, com outras orgânicas.
As sugestões foram interessantes, mas houve uma certa unanimidade na consideração de que a época passada correu bastante benzinho e portanto não se devia dar um salto no desconhecido.
Dizendo de outra forma, não fomos perfeitos, longe disso, mas conseguimos manter uma competição agradável, capaz de alegrar a esmagadora maioria dos confrades e por isso não justificadora de os lançarmos na aventura de modificarmos sem certezas de melhoria. Uma coisa é, no desespero do falhanço, avançarmos sem certezas de melhoria, mas com a certeza de que pior não fica; outra distinta, é sabermos que temos algo que agrada, que merece nota positiva, que cumpre com os objectivos, mas que vamos mudar apenas para mudar.
Com esta conversa toda, acabamos por dar razão a algumas vozes que reclamam que se avance para o regulamento da próxima época!
Pois bem, é o que vamos fazer muito em breve, se possível, ainda hoje. Esse regulamento que vamos publicar, é para que os confrades o apurem, lhe dêm as alterações que acharem melhores para a competição e para o Policiário.
Atré breve!
Procurámos que os nossos confrades nos indicassem caminhos que, sem desvirtuarem aquilo que é a nossa essência, nos colocassem em novos rumos, com outras orgânicas.
As sugestões foram interessantes, mas houve uma certa unanimidade na consideração de que a época passada correu bastante benzinho e portanto não se devia dar um salto no desconhecido.
Dizendo de outra forma, não fomos perfeitos, longe disso, mas conseguimos manter uma competição agradável, capaz de alegrar a esmagadora maioria dos confrades e por isso não justificadora de os lançarmos na aventura de modificarmos sem certezas de melhoria. Uma coisa é, no desespero do falhanço, avançarmos sem certezas de melhoria, mas com a certeza de que pior não fica; outra distinta, é sabermos que temos algo que agrada, que merece nota positiva, que cumpre com os objectivos, mas que vamos mudar apenas para mudar.
Com esta conversa toda, acabamos por dar razão a algumas vozes que reclamam que se avance para o regulamento da próxima época!
Pois bem, é o que vamos fazer muito em breve, se possível, ainda hoje. Esse regulamento que vamos publicar, é para que os confrades o apurem, lhe dêm as alterações que acharem melhores para a competição e para o Policiário.
Atré breve!
domingo, 5 de dezembro de 2010
POLICIÁRIO 1011
RECORDANDO SETE DE ESPADAS
SETE DEPOIMENTOS LEMBRANDO “SETE DE ESPADAS”
O dia 9 de Dezembro ficará sempre associado à maior perda que o Policiário sentiu, enquanto modalidade de desporto intelectual, com o desaparecimento do seu principal mentor, divulgador e mestre: SETE DE ESPADAS.
A poucos dias de se cumprir o segundo aniversário, deixamos aqui SETE apontamentos lembrando o SETE:
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(...) O que foi Sete de Espadas para mim? Pois, meus amigos, terá sido certamente uma parte de leão na minha vida! Como estudante do secundário, com 16 ou 17 anos, e já entusiasta de há muito da BD venho a descobrir no Mundo de Aventuras da V Série, no final da revista, em duas páginas, um espaço estranho às próprias histórias aos quadradinhos... Como hoje soe dizer-se, primeiro estranha-se e depois entranha-se - assim foi com Mistério...Policiário do Sete de Espadas. Trazido para ali pelo mão do Jorge Magalhães (outro grande e velho amigo!) rapidamente o mestre de barbas "agarrou" muitos de nós nessa juventude florescente, viciando-nos e educando-nos. Educou-nos essencialmente no saber, na pesquisa desse saber, em usar as "células cinzentas" que tão bem propalava aos sete ventos, na sã camaradagem, nos convívios - ainda recordo com nostalgia o primeiro em Coimbra no Restaurante Alfredo, salvo erro em 1976 - e nos superiores valores que nos devem reger como seres humanos!
Recordo o meu último contacto com Sete de Espadas, em Julho de 2007, numa viagem por mim feita a Lisboa e que aproveitei para no regresso a Coimbra o ir visitar... Foi um enorme prazer revê-lo, agora na sua nova casa, na companhia dos filhos, naquela pacatez e serenidade do lugar que tanto prezava. Dirigimo-nos até um dos cafés da localidade onde permanecemos, acompanhados por uma bica, durante cerca de 3 horas num bate-papo delicioso. Sempre foi um prazer dialogar com ele! (…) Ele era um jovem eterno! Encantou-me como sempre. Por esta razão, imagino, deve ter sido medonha a sua luta interior a tentar superar o mal que o atingia pois aquele dantesco espírito contido naquele corpo doente colidia com o próprio corpo. (…) O Sete de Espadas, posso dizê-lo sem rodeios e sofismas, colocou na minha mente "pegadas" psicológicas superiores, de longe, àquelas da pessoa que me deu o ser - e nisso presto as devidas homenagens! Tanto me marcou que foi a partir da sua página que orientei a minha vida profissional, ao abraçar a investigação criminal com paixão e devoção, até ao presente momento. (…)
LS (ex- Hal Foster)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Caro Sete:
Cá te estou a tutear, como ficou estabelecido logo na primeira resposta que me deste no «Mistério... Policiário».
Desculpa, Sete!
Tinha planeado ir a um dos almoços no restaurante do Mercado da Ribeira, mas, entretanto, adoeci e já não pude.
Soube ontem, na internet, que tinhas morrido. Alguém se deve ter enganado.
Para mim, continuas a ser aquele homem de barba branca, simpático e caloroso, que me ensinou a gostar da escrita por dentro.
Lembro a excitação que era esperar pelo próximo número do MA, para ver se lá vinha o problema que tinha escrito, qual a classificação da solução que tinha enviado, se havia uma resposta tua a alguma dúvida que te tinha mandado. E também quando e onde era o próximo convívio e a reportagem do último convívio.
Não esqueço que foste tu a sugerir que fizesse a reportagem de um dos primeiros convívios a que fui, e com isso descobri uma outra paixão: o jornalismo.
Os convívios. Que foram talvez até mais importantes que os próprios problemas policiários. Desculpa se digo isto assim, Sete. Parece que estou a desmerecer o políciarismo. Mas não: o policiário foi apenas um pretexto para pores a comunicar e a conviver uma quantidade de gente, de norte a sul do País. Malta nova, fundamentalmente, mas também gente «de barba rija», como tu dizias, e todos a conseguirem conviver, sem grandes barreiras de idade, à sombra disse simples pretexto que era o policiário.
Foste, então, um verdadeiro animador cultural, antes ainda de se ter inventado o termo, um mestre e um companheiro.
Enfim, Sete, espero a tua resposta na próxima edição do «Mistério... Policiário». E onde é que vai ser o próximo convívio?
Aquele abraço de sempre não te esqueças que:
«Tudo vou a pena,
se a alma não é pequena.»
Yensid Tlaw
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(…) Foi no convívio policiário de Aveiro de 1978 que o conheci e com ele convivi durante esse dia. Comigo - citando de memória 30 anos depois - estiveram o coordenador deste blogue e do Policiário do PÚBLICO, que conhecíamos na secção de policiário da revista Mundo de Aventuras como LP, o grupo do Porto do Café Turista, entre os quais lembro o veterano A. Guerreiro, o Jartur, o filho do Jartur, o Mr. Hekyl e a Sister Hide e o saudoso Inspector XZZXZZ (meu "desencaminhador pessoal" para as reuniões no Turista) que quis mudar o seu pseudónimo para Amarcord durante a sessão de entrega de prémios, mas que desistiu face à oposição unânime dos presentes (onde estás? o que é feito de ti?).
O Sete de Espadas foi tudo o que atrás dizem os nosso companheiros e mais: o Sete de Espadas é imortal. O nosso choque decorre de nos dizerem que morreu quem é imortal. Impossível; inaceitável; incompreensível - o Sete de Espadas vive em cada um de nós, nas nossas memórias, é um símbolo da Humanidade idealizada, é o amigo que todos gostariam de ter, é um exemplo maior de conduta e de respeito por valores essenciais.
Por isso, sugiro o aparecimento de um prémio, um troféu, uma prova, um concurso com o seu nome.
O Sete de Espadas não morreu; o policiarismo continua rico!
Aurélio Moreira (noutros tempos, Major Kamikaze)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Estive uma vez com ele em Aveiro, já lá vão mais de 30 anos e fiquei seu amigo para sempre. Tive essa felicidade.
Agora que partiu, quero dizer-lhe um obrigado por tudo o que fez por mim e por toda a rapaziada que naquela altura andava um pouco à deriva depois do 25 de Abril.
Até um dia Sete!
Karlov
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Junto-me à voz de todos quantos lamentam o seu desaparecimento. Acredito que a sua imagem jamais se apagará da memória colectiva daqueles que com ele lidaram. Teve imensos amigos, entre os quais me orgulho de estar, e jamais será esquecido.
A Paz o tenha e o Amor dos seus o perpetue.
Dr GISMONDO, com saudade
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(…) Fiquei triste pelo desaparecimento deste homem de que tanto ouvi falar.
Sei que lhe devemos este passatempo e até por isso merece o nosso obrigado.
Que descanse em paz.
Afonso
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(…) Meu Amigo SETE, onde quer que estejas, certamente na companhia de muitos outros Amigos que te antecederam, fica certo que iremos ter contigo e continuaremos, para toda a eternidade, a produzir e decifrar problemas policiários.
A tua presença será lembrada no CLUBE DE DETECTIVES com as palavras que sempre usaste na entrada das tuas secções policiárias: “Olá, Amigos! Muito bom-dia… boa-tarde… ou boa-noite, segundo o momento do dia que tiverem para nos dedicar.”
ATÉ SEMPRE!
Daniel Falcão (nas tuas secções: JOMASACUMA, MAC JR e alguns outros)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
COLUNA DO “C”
No próximo dia 9 de Dezembro passam dois anos sobre a morte de um português ilustre, de um ser único, que foi capaz de lutar contra tudo e contra todos, muitas vezes com prejuízo da sua vida pessoal e familiar, em busca do seu sonho maior: Trazer a mocidade para o Policiário dos seus amores!
Falamos, está bem de ver, do eterno SETE DE ESPADAS, aquele homem de barbas brancas e sorriso gaiato, sempre bem-disposto e com um brilho intenso nos olhos, quando se falava de detectives, de livros, de malta nova, de convívio, enfim, de Policiário!
Na próxima 5.ª feira, convidamos os milhares de confrades, muitos deles já na casa dos 50 ou 60 anos, para que sejam, de novo, os jovens irrequietos e irreverentes que o “velho” Sete tanto queria que fossem!
Essa será, seguramente, a grande homenagem que o SETE DE ESPADAS mais desejará.
SETE DEPOIMENTOS LEMBRANDO “SETE DE ESPADAS”
O dia 9 de Dezembro ficará sempre associado à maior perda que o Policiário sentiu, enquanto modalidade de desporto intelectual, com o desaparecimento do seu principal mentor, divulgador e mestre: SETE DE ESPADAS.
A poucos dias de se cumprir o segundo aniversário, deixamos aqui SETE apontamentos lembrando o SETE:
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(...) O que foi Sete de Espadas para mim? Pois, meus amigos, terá sido certamente uma parte de leão na minha vida! Como estudante do secundário, com 16 ou 17 anos, e já entusiasta de há muito da BD venho a descobrir no Mundo de Aventuras da V Série, no final da revista, em duas páginas, um espaço estranho às próprias histórias aos quadradinhos... Como hoje soe dizer-se, primeiro estranha-se e depois entranha-se - assim foi com Mistério...Policiário do Sete de Espadas. Trazido para ali pelo mão do Jorge Magalhães (outro grande e velho amigo!) rapidamente o mestre de barbas "agarrou" muitos de nós nessa juventude florescente, viciando-nos e educando-nos. Educou-nos essencialmente no saber, na pesquisa desse saber, em usar as "células cinzentas" que tão bem propalava aos sete ventos, na sã camaradagem, nos convívios - ainda recordo com nostalgia o primeiro em Coimbra no Restaurante Alfredo, salvo erro em 1976 - e nos superiores valores que nos devem reger como seres humanos!
Recordo o meu último contacto com Sete de Espadas, em Julho de 2007, numa viagem por mim feita a Lisboa e que aproveitei para no regresso a Coimbra o ir visitar... Foi um enorme prazer revê-lo, agora na sua nova casa, na companhia dos filhos, naquela pacatez e serenidade do lugar que tanto prezava. Dirigimo-nos até um dos cafés da localidade onde permanecemos, acompanhados por uma bica, durante cerca de 3 horas num bate-papo delicioso. Sempre foi um prazer dialogar com ele! (…) Ele era um jovem eterno! Encantou-me como sempre. Por esta razão, imagino, deve ter sido medonha a sua luta interior a tentar superar o mal que o atingia pois aquele dantesco espírito contido naquele corpo doente colidia com o próprio corpo. (…) O Sete de Espadas, posso dizê-lo sem rodeios e sofismas, colocou na minha mente "pegadas" psicológicas superiores, de longe, àquelas da pessoa que me deu o ser - e nisso presto as devidas homenagens! Tanto me marcou que foi a partir da sua página que orientei a minha vida profissional, ao abraçar a investigação criminal com paixão e devoção, até ao presente momento. (…)
LS (ex- Hal Foster)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Caro Sete:
Cá te estou a tutear, como ficou estabelecido logo na primeira resposta que me deste no «Mistério... Policiário».
Desculpa, Sete!
Tinha planeado ir a um dos almoços no restaurante do Mercado da Ribeira, mas, entretanto, adoeci e já não pude.
Soube ontem, na internet, que tinhas morrido. Alguém se deve ter enganado.
Para mim, continuas a ser aquele homem de barba branca, simpático e caloroso, que me ensinou a gostar da escrita por dentro.
Lembro a excitação que era esperar pelo próximo número do MA, para ver se lá vinha o problema que tinha escrito, qual a classificação da solução que tinha enviado, se havia uma resposta tua a alguma dúvida que te tinha mandado. E também quando e onde era o próximo convívio e a reportagem do último convívio.
Não esqueço que foste tu a sugerir que fizesse a reportagem de um dos primeiros convívios a que fui, e com isso descobri uma outra paixão: o jornalismo.
Os convívios. Que foram talvez até mais importantes que os próprios problemas policiários. Desculpa se digo isto assim, Sete. Parece que estou a desmerecer o políciarismo. Mas não: o policiário foi apenas um pretexto para pores a comunicar e a conviver uma quantidade de gente, de norte a sul do País. Malta nova, fundamentalmente, mas também gente «de barba rija», como tu dizias, e todos a conseguirem conviver, sem grandes barreiras de idade, à sombra disse simples pretexto que era o policiário.
Foste, então, um verdadeiro animador cultural, antes ainda de se ter inventado o termo, um mestre e um companheiro.
Enfim, Sete, espero a tua resposta na próxima edição do «Mistério... Policiário». E onde é que vai ser o próximo convívio?
Aquele abraço de sempre não te esqueças que:
«Tudo vou a pena,
se a alma não é pequena.»
Yensid Tlaw
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(…) Foi no convívio policiário de Aveiro de 1978 que o conheci e com ele convivi durante esse dia. Comigo - citando de memória 30 anos depois - estiveram o coordenador deste blogue e do Policiário do PÚBLICO, que conhecíamos na secção de policiário da revista Mundo de Aventuras como LP, o grupo do Porto do Café Turista, entre os quais lembro o veterano A. Guerreiro, o Jartur, o filho do Jartur, o Mr. Hekyl e a Sister Hide e o saudoso Inspector XZZXZZ (meu "desencaminhador pessoal" para as reuniões no Turista) que quis mudar o seu pseudónimo para Amarcord durante a sessão de entrega de prémios, mas que desistiu face à oposição unânime dos presentes (onde estás? o que é feito de ti?).
O Sete de Espadas foi tudo o que atrás dizem os nosso companheiros e mais: o Sete de Espadas é imortal. O nosso choque decorre de nos dizerem que morreu quem é imortal. Impossível; inaceitável; incompreensível - o Sete de Espadas vive em cada um de nós, nas nossas memórias, é um símbolo da Humanidade idealizada, é o amigo que todos gostariam de ter, é um exemplo maior de conduta e de respeito por valores essenciais.
Por isso, sugiro o aparecimento de um prémio, um troféu, uma prova, um concurso com o seu nome.
O Sete de Espadas não morreu; o policiarismo continua rico!
Aurélio Moreira (noutros tempos, Major Kamikaze)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Estive uma vez com ele em Aveiro, já lá vão mais de 30 anos e fiquei seu amigo para sempre. Tive essa felicidade.
Agora que partiu, quero dizer-lhe um obrigado por tudo o que fez por mim e por toda a rapaziada que naquela altura andava um pouco à deriva depois do 25 de Abril.
Até um dia Sete!
Karlov
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Junto-me à voz de todos quantos lamentam o seu desaparecimento. Acredito que a sua imagem jamais se apagará da memória colectiva daqueles que com ele lidaram. Teve imensos amigos, entre os quais me orgulho de estar, e jamais será esquecido.
A Paz o tenha e o Amor dos seus o perpetue.
Dr GISMONDO, com saudade
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(…) Fiquei triste pelo desaparecimento deste homem de que tanto ouvi falar.
Sei que lhe devemos este passatempo e até por isso merece o nosso obrigado.
Que descanse em paz.
Afonso
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
(…) Meu Amigo SETE, onde quer que estejas, certamente na companhia de muitos outros Amigos que te antecederam, fica certo que iremos ter contigo e continuaremos, para toda a eternidade, a produzir e decifrar problemas policiários.
A tua presença será lembrada no CLUBE DE DETECTIVES com as palavras que sempre usaste na entrada das tuas secções policiárias: “Olá, Amigos! Muito bom-dia… boa-tarde… ou boa-noite, segundo o momento do dia que tiverem para nos dedicar.”
ATÉ SEMPRE!
Daniel Falcão (nas tuas secções: JOMASACUMA, MAC JR e alguns outros)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
COLUNA DO “C”
No próximo dia 9 de Dezembro passam dois anos sobre a morte de um português ilustre, de um ser único, que foi capaz de lutar contra tudo e contra todos, muitas vezes com prejuízo da sua vida pessoal e familiar, em busca do seu sonho maior: Trazer a mocidade para o Policiário dos seus amores!
Falamos, está bem de ver, do eterno SETE DE ESPADAS, aquele homem de barbas brancas e sorriso gaiato, sempre bem-disposto e com um brilho intenso nos olhos, quando se falava de detectives, de livros, de malta nova, de convívio, enfim, de Policiário!
Na próxima 5.ª feira, convidamos os milhares de confrades, muitos deles já na casa dos 50 ou 60 anos, para que sejam, de novo, os jovens irrequietos e irreverentes que o “velho” Sete tanto queria que fossem!
Essa será, seguramente, a grande homenagem que o SETE DE ESPADAS mais desejará.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
OS COMENTÁRIOS DE RIP KIRBY
Varginha, 2 de Dezembro de 2010
I
INTRODUÇÂO
Numa data anterior ao passado dia 30 de Novembro, num post do Blog “Crime Público”, o LP desafiava ou convidava, talvez esta última expressão seja a mais correcta, um confrade que tivesse tempo a fazer uma síntese do que até ali havia sido dito sobre a próxima época.
Embora nada tenha dito sobre a minha disponibilidade para isso imediatamente pensei em dar a minha colaboração nesse sentido, mas as dificuldades que senti para encontrar os comentários até então apresentados fizeram-me perder a paciência. Por isso foi com enorme alívio que surgiu o poste do Zé a dizer presente, mas pedindo um prazo de dois dias esperando que mais idéias surgissem.
Senti que afinal já não teria que ter esse trabalho e ao mesmo tempo os confrades leitores e não só teriam a vantagem de ler um trabalho de melhor envergadura, quer literária quer de contudo, do que seria o meu.
Após o brado de presente, deixado na parada, pelo confrade Zé, eu escrevi um comentário, dirigido a este nosso confrade, no qual eu perguntava se o prazo que ele pedia para o aparecimento de novas idéias se referia às suas próprias idéias ou se esperava que estas viessem de outro lado. Acrescentava eu que, se a questão era esta última, ele que tirasse o cavalinho da chuva porque que queria opinar já o tinha feito e se voltassem a dizer algo seria, no fundo, para se repetir.
Afinal apareceram mais três comentadores para um dos quais eu quero pedir desculpa. Refiro-me expressamente ao Inspector Aranha. Embora falando na generalidade, nem de perto nem de longe eu queria referir-me a ele. Eu sei que ele quando tem alguma idéia concreta não se inibe de a lançar para discussão. Como ele outros confrades existem que também algo de útil para dizer não ficam calados por isso para eles também vai o meu pedido de desculpas antecipado caso eles ainda venham colocar aqui a sua opinião à discussão.
II
COMENTÁRIOS
Ainda antes do Convite, referido no capítulo anterior, lançado pelo confrade LP já ele tinha pedido a todos os confrades uma opinião sobre como deveria ser a época de 2011.
Segundo ele dizia havia confrades que se diziam saturados dos moldes em que estavam a decorrer as provas policiárias. Penso que sobre o assunto fui eu o primeiro a fazer alguns comentários nos quais eu manifestava a minha incredulidade por essa saturação porque, qualquer que fosse o sistema de competição, sempre seriam problemas de caris policiária e isso é que poderia provocar saturação em alguns confrades menos entusiastas.
Lançava depois uma idéia, que não direi revolucionária visto eu já a ter colocado há uns anos e, no passado ano, o confrade Zé a voltou a colocar.
Parece que a idéia não mereceu a mínima atenção por parte dos outros confrades pois, que me lembre, não manifestaram a sua opinião o que me leva a concluir que no fundo todos estavam e estão de acordo com a forma como a competição estava configurada.
Na altura em que lancei a idéia referida acima a intenção, embora não expressa, seria para ser colocada em prática já no próximo campeonato. Contudo, posteriormente, constatei que tal seria pouco ético pois os concorrentes deveriam saber de antemão o que iria acontecer com as modificações do campeonato no futuro. Por isso em novo comentário eu rectificava a minha posição e propunha que tal alteração só deveria entrar em vigor na época de 2012 e que durante esta os confrades manifestassem as suas opiniões para se concluir se o meu projecto deveria ser posto em prática ou não. O confrade Zé manifestou-me a sua opinião a título particular mas aqui no blog ninguém falou dele.
Agora acrescento, que essas opiniões deverão ser apresentadas até ao fim do prazo para apresentação das soluções da prova N.º 5. Isto para que houvesse tempo de aperfeiçoar o projecto e dos confrades se irem acostumando às futuras novas regras.
A par deste projecto eu preconizava algumas alterações na distribuição dos pontos que actualmente está a ser posta em prática. Primeiramente referia-me à forma de pontuação dos problemas de resposta múltipla. Que deveria ser de 6, 4 e 2 pontos de acordo com o plano que para isso previamente apresentei.
Sobre isso manifestaram-se os confrades Daniel Falcão e Inspector Aranha que no essencial se mostraram de acordo discordando apenas em questões de pormenor. Numa dessas diferenças eu sou forçado a concordar com o confrade Insp. Aranha. O sistema proposto iria sobrecarregar de trabalho o Coordenador de Secção.
Propunha eu também que nos problemas clássicos se voltasse à tradicional fórmula de distribuição dos pontos. 5 pontos para quem não acertasse em nada e 10 pontos para os que tivessem uma solução logicamente certa sendo os restantes pontos distribuídos de acordo com o grau de acerto dos problemas.
De acordo com esta proposta mostraram-se os Confrades Daniel Falcão e Insp. Aranha, o Zé ainda nada disse que eu me lembre mas estou convencido que ele partilha desta idéia.
A propósito desta distribuição de pontos quero lembrar que tempos houve em que o Sete pontuava de 3 a 10 pontos.
III
OPINIÔES DIFERENTES
Para além dos confrades já referidos dois outros manifestaram também as suas opiniões.
O primeiro deles foi o Deco que disse:
A minha proposta é que o Campeonato Nacional seja com 20 problemas tradicionais, acabando os rápidos. nos dois primeiros domingos de cada mês saiam dois problemas, um em cada, um mais acessível, outro mais difícil. Eram pontuados de 2 a 5 pontos cada, 2 para os que não dissessem nada e 5 para os que acertassem tudo. Havia melhores e mais originais em cada um, separados e as melhores seriam como agora para achar os vencedores. Com 20 problemas em que se podiam perder uns pontos por engano ou distracção havia mais luta. Outra sugestão era que houvesse uma prova final entre os empatados para campeão nacional, feita um convívio ao vivo para não haver copianços e o melhor era campeão. Pelo que leio há trocas de soluções e outras coisas que podem falsear os resultados, mas numa prova ao vivo já não.
Democraticamente e comportando-me como democrata, que me considero, aceito esta sugestão. Porém a democracia não me impede que eu discorde totalmente dela e a educação não me permite que eu exprima o que penso dela. Contudo não posso deixar de recordar ao Deco a maneira, segundo ele, pouco educada como ao exprimir uma opinião eu estava desautorizando o LP e ofendendo a dignidade de outros confrades.
Agora pergunto eu: Será que o Deco não está ofendendo a dignidade de outros confrades ao afirmar que, segundo lê, há trocas de soluções e outras coisas. Onde leu ele isso, e se leu que provas tem ele de que isso é verdade. Será que ao fazer tal afirmação ele não está pondo em causa a honestidade do coordenador da Secção. Será que esta opinião, por ser nitidamente ofensiva não merecia ser cortada do Blog?
Talvez o Deco não saiba, nesse tempo ainda ele não andava no nosso meio, que uma vez foi detectada, sem margem para dúvidas, uma troca de soluções, entre vários concorrentes, o que valeu a todos os envolvidos a pontuação mínima que nesse tempo eram os 5 pontos que eu agora defendo.
Por fim quero perguntar ao Deco se ele não acha que um problema tradicional por mês não é já sobejamente trabalhoso para o solucionista, para quê então aumentar ainda mais esse trabalho não só do solucionista como o do coordenador da Secção.
A outra opinião é deJo.com que passo a citar: A ideia do Deco é a melhor porque acaba com os problemas de rápidas que devem existir em torneios para novos concorrentes. 20 problemas pontuados de 2 a 5 é o ideal para podermos estar sempre a decifrar só não sei se há tantos problemas assim porque o Luís Pessoa está sempre a pedir. Se todos produzirem e houver fartura, concordo com o Deco, se o Luís Pessoa puder assegurar a pontuação de tantos soluções.
Aqui está um comentário que nada mais é do que o reflexo do comentário anterior. Diz o confrade Jô.com que com 20 problemas tradicionais estaríamos sempre a decifrar. Será que nos problemas de solução múltipla não temos também que decifrar. Será que esse tipo de problemas é assim de decifração tão fácil que só deveriam ser apresentados para novos concorrentes?
Caro confrade, para sua informação, quero que fique a saber, caso ainda não tenha reparado nisso, que embora já ande por aqui há uns três ou quatro anos, nos 9 problemas de rápidas cujos resultados já são conhecidos você falhou em 5.
Não vejo por isso razão para empurrarmos para os novos este tipo de problema, que na realidade é bastante traiçoeiro.
Rip Kirby
I
INTRODUÇÂO
Numa data anterior ao passado dia 30 de Novembro, num post do Blog “Crime Público”, o LP desafiava ou convidava, talvez esta última expressão seja a mais correcta, um confrade que tivesse tempo a fazer uma síntese do que até ali havia sido dito sobre a próxima época.
Embora nada tenha dito sobre a minha disponibilidade para isso imediatamente pensei em dar a minha colaboração nesse sentido, mas as dificuldades que senti para encontrar os comentários até então apresentados fizeram-me perder a paciência. Por isso foi com enorme alívio que surgiu o poste do Zé a dizer presente, mas pedindo um prazo de dois dias esperando que mais idéias surgissem.
Senti que afinal já não teria que ter esse trabalho e ao mesmo tempo os confrades leitores e não só teriam a vantagem de ler um trabalho de melhor envergadura, quer literária quer de contudo, do que seria o meu.
Após o brado de presente, deixado na parada, pelo confrade Zé, eu escrevi um comentário, dirigido a este nosso confrade, no qual eu perguntava se o prazo que ele pedia para o aparecimento de novas idéias se referia às suas próprias idéias ou se esperava que estas viessem de outro lado. Acrescentava eu que, se a questão era esta última, ele que tirasse o cavalinho da chuva porque que queria opinar já o tinha feito e se voltassem a dizer algo seria, no fundo, para se repetir.
Afinal apareceram mais três comentadores para um dos quais eu quero pedir desculpa. Refiro-me expressamente ao Inspector Aranha. Embora falando na generalidade, nem de perto nem de longe eu queria referir-me a ele. Eu sei que ele quando tem alguma idéia concreta não se inibe de a lançar para discussão. Como ele outros confrades existem que também algo de útil para dizer não ficam calados por isso para eles também vai o meu pedido de desculpas antecipado caso eles ainda venham colocar aqui a sua opinião à discussão.
II
COMENTÁRIOS
Ainda antes do Convite, referido no capítulo anterior, lançado pelo confrade LP já ele tinha pedido a todos os confrades uma opinião sobre como deveria ser a época de 2011.
Segundo ele dizia havia confrades que se diziam saturados dos moldes em que estavam a decorrer as provas policiárias. Penso que sobre o assunto fui eu o primeiro a fazer alguns comentários nos quais eu manifestava a minha incredulidade por essa saturação porque, qualquer que fosse o sistema de competição, sempre seriam problemas de caris policiária e isso é que poderia provocar saturação em alguns confrades menos entusiastas.
Lançava depois uma idéia, que não direi revolucionária visto eu já a ter colocado há uns anos e, no passado ano, o confrade Zé a voltou a colocar.
Parece que a idéia não mereceu a mínima atenção por parte dos outros confrades pois, que me lembre, não manifestaram a sua opinião o que me leva a concluir que no fundo todos estavam e estão de acordo com a forma como a competição estava configurada.
Na altura em que lancei a idéia referida acima a intenção, embora não expressa, seria para ser colocada em prática já no próximo campeonato. Contudo, posteriormente, constatei que tal seria pouco ético pois os concorrentes deveriam saber de antemão o que iria acontecer com as modificações do campeonato no futuro. Por isso em novo comentário eu rectificava a minha posição e propunha que tal alteração só deveria entrar em vigor na época de 2012 e que durante esta os confrades manifestassem as suas opiniões para se concluir se o meu projecto deveria ser posto em prática ou não. O confrade Zé manifestou-me a sua opinião a título particular mas aqui no blog ninguém falou dele.
Agora acrescento, que essas opiniões deverão ser apresentadas até ao fim do prazo para apresentação das soluções da prova N.º 5. Isto para que houvesse tempo de aperfeiçoar o projecto e dos confrades se irem acostumando às futuras novas regras.
A par deste projecto eu preconizava algumas alterações na distribuição dos pontos que actualmente está a ser posta em prática. Primeiramente referia-me à forma de pontuação dos problemas de resposta múltipla. Que deveria ser de 6, 4 e 2 pontos de acordo com o plano que para isso previamente apresentei.
Sobre isso manifestaram-se os confrades Daniel Falcão e Inspector Aranha que no essencial se mostraram de acordo discordando apenas em questões de pormenor. Numa dessas diferenças eu sou forçado a concordar com o confrade Insp. Aranha. O sistema proposto iria sobrecarregar de trabalho o Coordenador de Secção.
Propunha eu também que nos problemas clássicos se voltasse à tradicional fórmula de distribuição dos pontos. 5 pontos para quem não acertasse em nada e 10 pontos para os que tivessem uma solução logicamente certa sendo os restantes pontos distribuídos de acordo com o grau de acerto dos problemas.
De acordo com esta proposta mostraram-se os Confrades Daniel Falcão e Insp. Aranha, o Zé ainda nada disse que eu me lembre mas estou convencido que ele partilha desta idéia.
A propósito desta distribuição de pontos quero lembrar que tempos houve em que o Sete pontuava de 3 a 10 pontos.
III
OPINIÔES DIFERENTES
Para além dos confrades já referidos dois outros manifestaram também as suas opiniões.
O primeiro deles foi o Deco que disse:
A minha proposta é que o Campeonato Nacional seja com 20 problemas tradicionais, acabando os rápidos. nos dois primeiros domingos de cada mês saiam dois problemas, um em cada, um mais acessível, outro mais difícil. Eram pontuados de 2 a 5 pontos cada, 2 para os que não dissessem nada e 5 para os que acertassem tudo. Havia melhores e mais originais em cada um, separados e as melhores seriam como agora para achar os vencedores. Com 20 problemas em que se podiam perder uns pontos por engano ou distracção havia mais luta. Outra sugestão era que houvesse uma prova final entre os empatados para campeão nacional, feita um convívio ao vivo para não haver copianços e o melhor era campeão. Pelo que leio há trocas de soluções e outras coisas que podem falsear os resultados, mas numa prova ao vivo já não.
Democraticamente e comportando-me como democrata, que me considero, aceito esta sugestão. Porém a democracia não me impede que eu discorde totalmente dela e a educação não me permite que eu exprima o que penso dela. Contudo não posso deixar de recordar ao Deco a maneira, segundo ele, pouco educada como ao exprimir uma opinião eu estava desautorizando o LP e ofendendo a dignidade de outros confrades.
Agora pergunto eu: Será que o Deco não está ofendendo a dignidade de outros confrades ao afirmar que, segundo lê, há trocas de soluções e outras coisas. Onde leu ele isso, e se leu que provas tem ele de que isso é verdade. Será que ao fazer tal afirmação ele não está pondo em causa a honestidade do coordenador da Secção. Será que esta opinião, por ser nitidamente ofensiva não merecia ser cortada do Blog?
Talvez o Deco não saiba, nesse tempo ainda ele não andava no nosso meio, que uma vez foi detectada, sem margem para dúvidas, uma troca de soluções, entre vários concorrentes, o que valeu a todos os envolvidos a pontuação mínima que nesse tempo eram os 5 pontos que eu agora defendo.
Por fim quero perguntar ao Deco se ele não acha que um problema tradicional por mês não é já sobejamente trabalhoso para o solucionista, para quê então aumentar ainda mais esse trabalho não só do solucionista como o do coordenador da Secção.
A outra opinião é deJo.com que passo a citar: A ideia do Deco é a melhor porque acaba com os problemas de rápidas que devem existir em torneios para novos concorrentes. 20 problemas pontuados de 2 a 5 é o ideal para podermos estar sempre a decifrar só não sei se há tantos problemas assim porque o Luís Pessoa está sempre a pedir. Se todos produzirem e houver fartura, concordo com o Deco, se o Luís Pessoa puder assegurar a pontuação de tantos soluções.
Aqui está um comentário que nada mais é do que o reflexo do comentário anterior. Diz o confrade Jô.com que com 20 problemas tradicionais estaríamos sempre a decifrar. Será que nos problemas de solução múltipla não temos também que decifrar. Será que esse tipo de problemas é assim de decifração tão fácil que só deveriam ser apresentados para novos concorrentes?
Caro confrade, para sua informação, quero que fique a saber, caso ainda não tenha reparado nisso, que embora já ande por aqui há uns três ou quatro anos, nos 9 problemas de rápidas cujos resultados já são conhecidos você falhou em 5.
Não vejo por isso razão para empurrarmos para os novos este tipo de problema, que na realidade é bastante traiçoeiro.
Rip Kirby
PONTO 1 - ESTRUTURA DO CAMPEONATO E TAÇA
a) Manter o actual: 10 Tradicionais + 10 Rápidas;
b) Apenas 10 Problemas Tradicionais;
c) 10 Tradicionais + 10 Tradicionais mais fáceis;
d) Dividir os concorrentes em categorias, segundo o Ranking do ano anterior, com subidas e descidas de categoria.
Comentário prévio do orientador:
Relativamente à alínea a), pouco a acrescentar. Será a continuação do modelo seguido esta época. A alínea b) obrigaria a que se encontrasse outras competições porque uma época com apenas 10 problemas não é, neste momento, muito defensável. Seria interessante se fosse possível alinhar 10 produções de grande nível e grau de dificuldade eleavado, deixando espaço a um torneio de captação, bem mais acessível. A alínea c) será equilibrada, desde que haja produções em quantidade e qualidade, o que não é dado adquirido. A sobrecarga de trabalho é razoável e possível. A alínea d) está de imediato excluída porque não equacionamos a existência de diversas categorias, a que somos contrários.
b) Apenas 10 Problemas Tradicionais;
c) 10 Tradicionais + 10 Tradicionais mais fáceis;
d) Dividir os concorrentes em categorias, segundo o Ranking do ano anterior, com subidas e descidas de categoria.
Comentário prévio do orientador:
Relativamente à alínea a), pouco a acrescentar. Será a continuação do modelo seguido esta época. A alínea b) obrigaria a que se encontrasse outras competições porque uma época com apenas 10 problemas não é, neste momento, muito defensável. Seria interessante se fosse possível alinhar 10 produções de grande nível e grau de dificuldade eleavado, deixando espaço a um torneio de captação, bem mais acessível. A alínea c) será equilibrada, desde que haja produções em quantidade e qualidade, o que não é dado adquirido. A sobrecarga de trabalho é razoável e possível. A alínea d) está de imediato excluída porque não equacionamos a existência de diversas categorias, a que somos contrários.
UM RESUMO PARA DISCUTIR
O CONFRADE ZÉ ORGANIZOU O RESUMO DAS PROPOSTAS PARA A NOVA ÉPOCA:
ESTRUTURA DO CAMPEONATO E TAÇA
a) Manter o actual: 10 Tradicionais + 10 Rápidas;
b) Apenas 10 Problemas Tradicionais;
c) 10 Tradicionais + 10 Tradicionais mais fáceis;
d) Dividir os concorrentes em categorias, segundo o Ranking do ano anterior, com subidas e descidas de categoria.
Pontuação:
a) 10 a 7;
b) 10 a 5;
c) Eram pontuados de 2 a 5 pontos cada, 2 para os que não dissessem nada e 5 para os que acertassem tudo (alínea c da Estrutura).
RÁPIDAS:
a) Manter o actual, contando para o campeonato;
b) Torneio paralelo e independente;
Pontuação:
1 – 1 ou 2
2 – 5 ou 2
3 – 2 a 5, desde que a justificação (não excedendo uma página A4) fosse considerada.
ORIGINALIDADE:
a) Manter-se como factor de desempate, esgotado o primeiro factor – As Melhores;
b) Ter, apenas, uma classificação independente.
FACTORES DE DESEMPATE:
a) Manter-se o actual regulamento;
b) Não serem considerados os pontos da Originalidade;
c) Ser atribuído 1 ponto bónus à Melhor e à mais Original das soluções;
d) O desempate para o 1º lugar ser feito num Convívio, à frente de todos os presentes.
Pontuação das Melhores:
a) Manter o actual;
b) Aumentar o número de soluções pontuadas;
c) Dividir as Melhores em três grupos:
1 ponto para soluções com menção honrosa
2 pontos para soluções muito boas
3 pontos para soluções excelentes.
ooooooooooooooooxxxxxxxxxxoooooooooooooooooooooo
Vamos colocar à discussão e votação cada uma das propostas, para o que iremos abrindo sucessivos espaços, dentro de algum tempo.
Assim, digamos que ficamos com a panorâmica daquilo que podemos discutir e decidir. Mas a discussão na "especialidade" vai seguir, dentro de momentos!
ESTRUTURA DO CAMPEONATO E TAÇA
a) Manter o actual: 10 Tradicionais + 10 Rápidas;
b) Apenas 10 Problemas Tradicionais;
c) 10 Tradicionais + 10 Tradicionais mais fáceis;
d) Dividir os concorrentes em categorias, segundo o Ranking do ano anterior, com subidas e descidas de categoria.
Pontuação:
a) 10 a 7;
b) 10 a 5;
c) Eram pontuados de 2 a 5 pontos cada, 2 para os que não dissessem nada e 5 para os que acertassem tudo (alínea c da Estrutura).
RÁPIDAS:
a) Manter o actual, contando para o campeonato;
b) Torneio paralelo e independente;
Pontuação:
1 – 1 ou 2
2 – 5 ou 2
3 – 2 a 5, desde que a justificação (não excedendo uma página A4) fosse considerada.
ORIGINALIDADE:
a) Manter-se como factor de desempate, esgotado o primeiro factor – As Melhores;
b) Ter, apenas, uma classificação independente.
FACTORES DE DESEMPATE:
a) Manter-se o actual regulamento;
b) Não serem considerados os pontos da Originalidade;
c) Ser atribuído 1 ponto bónus à Melhor e à mais Original das soluções;
d) O desempate para o 1º lugar ser feito num Convívio, à frente de todos os presentes.
Pontuação das Melhores:
a) Manter o actual;
b) Aumentar o número de soluções pontuadas;
c) Dividir as Melhores em três grupos:
1 ponto para soluções com menção honrosa
2 pontos para soluções muito boas
3 pontos para soluções excelentes.
ooooooooooooooooxxxxxxxxxxoooooooooooooooooooooo
Vamos colocar à discussão e votação cada uma das propostas, para o que iremos abrindo sucessivos espaços, dentro de algum tempo.
Assim, digamos que ficamos com a panorâmica daquilo que podemos discutir e decidir. Mas a discussão na "especialidade" vai seguir, dentro de momentos!
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