A mensagem do confrade Rip Kirby merece que lhe demos destaque, até para não nos fazer perder o rumo.
Apontem, por favor:
O Daniel Falcão colocou aqui no blog umas pro´posta para serem estudadas.
As propostas, quer se concorde com elas quer se discorde, mereciam mais atenção dos policiaristas e uma discussão mais aprofundada.
Contudo apanas 19 comentários foram postados e alguns nem se pode dizer que tenham sido comentários.
Depois toda a gente se calou o que me leva a concluir que afinal tudo está bem e que a haver alterações estas devem ser apenas de pormenor.
Enfim é como nos clubes em que só uns quantos sócios aparecem para votar mas quando as coisas correm mal todos reclamam contra a direcção.
Enfim toda a gente se cala quando deve falar e todos falam quando deviam ficar calados.
Rip Kirby
6 de Julho de 2009 15:59
segunda-feira, 6 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
SOLUÇÃO DA PROVA N.º 8
CAMPEONATO NACIONAL
SOLUÇÃO DA PROVA N.º 8 (ÚLTIMA)
O INSP. FIDALGO E A MORTE PELA NET
A base para resolução deste problema é a interpretação correcta das imagens gravadas pela câmara Web.
O ponto central é que, quem quer que seja o interveniente no filme, com cerca de 1,90 m. de altura, de quem nada se vê acima dos ombros, está a agir premeditadamente com o sentido de atirar com as culpas para cima do outro, ou não dissimularia a sua presença, escondendo a identidade.
Não há dúvidas que sabia estar a ser filmado e quais os limites da filmagem. Caso contrário, não precisava de ir fazer a parte da casa de banho, avançava logo para a moça e batia-lhe forte, inclusivamente fora do alcance da câmara.
A existência do ferro, arma do crime, indica que houve premeditação no acto.
Parece óbvio que houve cumplicidade com o captor das imagens, só assim se compreendendo todo o aparato para este gravar quando não está e não gravar quando está, que sendo possível, não é normal; o incorrecto reportar da informação, porque a imagem não desaparece simplesmente, a sua correspondente apareceria “offline”; o atraso com que entrega as imagens à polícia; ou até o enquadramento da imagem na câmara Web que parece ter sido “orientado” por ele, como sugestão à vítima, para que assim aparecesse e o momento certo da entrada em cena do criminoso, que queria, como já vimos, ser visto. Depois, o seu comportamento é estranho na medida em que, como refere, ouviu na rádio que era a namorada de um multimilionário e em vez de tentar novo contacto com a moça, como seria mais óbvio, prefere ir ao computador procurar as imagens e levá-las à Polícia.
Temos dois candidatos a autores do crime, Jorge e Vasco. Quem actuou para o filme, fê-lo no sentido de atirar as culpas para o outro, como já vimos.
Se fosse o Vasco, este pensaria e premeditaria toda a cena. Comunicava com o cúmplice para saber se o enquadramento estava certo e, uma vez lá dentro – seria visita habitual – ia para a casa de banho, mas representando para a câmara como Jorge. Ora, sendo este um modelo de educação e nível, nunca o imitaria deixando a porta aberta, urinando sem antes lavar muito bem as mãos (uma regra básica de higiene que todos os homens deviam cumprir para defesa própria e respeito higiénico para com o seu próprio corpo) e limpando as mãos ao próprio fato depois de lavar as mãos no fim! Assim, era mais a imitação de um sem-abrigo de que de um modelo!
Se fosse o Jorge, este faria os mesmos preliminares com o cúmplice, entraria com a cara tapada ou com o capacete, fazendo-se passar por Vasco e ao ir para a casa de banho procurava mostrar para a câmara, que não era o Jorge super-educado e cometia voluntariamente todos os erros!
Exagerava, como é usual quando a ideia é dissipar suspeitas ou encontrar álibis, porque queria deixar bem vincado que ele nunca seria tão pouco limpo!
A conclusão é óbvia, o nosso criminoso é o Jorge!
Estas suspeitas são reforçadas por atitudes incongruentes por si tomadas. Ele vai fazer uma surpresa à namorada, combina tudo com o Vasco, daí não haver lugar para uma tentativa de contacto com ela. Ela não sabe que ele lá vai, não estava à sua espera. Então para quê telefonar-lhe? Para lhe dizer que queria fazer uma surpresa mas não conseguia? Mas repare-se que ele afirma que fez a chamada assim que chegou ao Pico. Se não tinha já nenhuma esperança de lá chegar, para quê fazer a chamada? Qualquer pessoa de lá lhe diria para aguardar umas horas que a situação podia aliviar, como aconteceu, de resto. Por outro lado, uma pessoa tão rica como ele, não teria um acesso à net para lhe comunicar, até com imagem, o seu gesto?
Depois, após tanta preparação e trabalho, ao ser aberto o espaço aéreo, vem-se embora para o Continente, quando está a escassos minutos do seu destino? Mesmo que fosse verdade que só lhe autorizassem o regresso a Lisboa, como afirma, mais uns tempos de espera não lhe fariam diferença. O tempo estava a melhorar. Uma vez ali, com a surpresa ainda possível, desiste de imediato e regressa.
Também o regresso é curioso. Depois daquela trabalheira toda, nem se preocupou por não conseguir contactá-la e relatar-lhe as suas andanças daquele dia! Diz que tentou, mais nada. Mas não seria lógico, em último recurso, contactar com o Vasco para lhe pedir que fosse relatar à Graça e saber dela? Não o fez!
E então quando nem sequer vai ao encontro da sua amada, por qualquer meio, ao saber da sua morte, tudo fica claro!
O Fidalgo estava na posse da gravação das imagens que o moço lhe levou e é óbvio que aquela prova jamais seria exibida, mesmo que informalmente, a um suspeito, por mais importante ou rico que fosse! Pelas 20 horas o Inspector vê o filme e pela meia-noite o suspeito é ouvido e afirma já ter visto o filme!
Ele terá visto mesmo o filme, mas antes do moço o ir levar às autoridades, alterado pelo menos na hora (operação simples) que assinala 10.15, o que representaria 9.15 nos Açores e o absolveria de imediato porque o avião aterrou no Pico às 9.13!
O poder financeiro do Jorge mandava mais alto e assim comprou a cumplicidade.
Mas o planeamento do crime terá sido feito para a situação de não haver mau tempo, o voo ir directamente para o Faial, sendo depois alterado. Também assim o Vasco fica fora da suspeita porque o avião aterraria no Faial pela mesma hora, 9.13. O aeroporto fica a mais de 9 Km da cidade da Horta. Ora, conforme Jorge afirma, antes de alugar o carro no Pico (antes das 9.35), telefonou ao Vasco a dar-lhe as novidades e ele ficou muito nervoso. Demorando o contrato do aluguer no Pico cerca de 10 minutos, o telefonema teria sido pelas 9.25. Isso só poderia querer dizer que ele já matara a Graça e agora não sabia o que fazer. Nestas condições, por essa hora estaria o Jorge a iniciar o caminho dos 9 Km para a Horta, partindo do princípio que tinha planeado ter uma viatura a sua espera, mas podendo até ir acompanhado, o que o Vasco não sabia. Igualmente, sendo a filmagem (alterada a hora ou não) registada no computador às 10.15 do Continente, 9.15 dos Açores, o Jorge ainda estaria no aeroporto da Ilha do Faial. Portanto, se fosse o Vasco o criminoso tentando atirar as culpas para o Jorge, punha-o a matar enquanto ele não tinha a mínima hipótese de estar no local do crime!
O Jorge preparou tudo para se vingar da namorada e do Vasco. Combinou com este fazer uma surpresa à Graça. Para isso terá pedido ao Vasco para trazer o aparelho, o capacete e o fato, logo após ficar “de baixa” e certamente terá incentivado a que este desse umas voltas de “asa-delta” e fosse a casa da namorada, de quando em vez, com o fato e possivelmente com o capacete, para que ela se habituasse a vê-lo chegar assim e não estranhasse quando fosse ele a entrar.
No dia combinado, o temporal podia complicar, mas o Jorge torneou a questão, pedindo ao Vasco que o viesse buscar de barco a um local menos visível e daí ter alugado o carro. Ele estava enfraquecido da imobilidade de um mês, não conhecia o mar como o Vasco e além do mais despertaria suspeitas se alugasse um barco. Essa foi a chamada que ele assentiu ter feito. A travessia do canal é quase sempre possível e relativamente fácil para quem conhece, ao contrário da aérea. Vasco veio buscá-lo e levou-o ao destino, onde tinha o fato e o capacete que o Jorge vestiu. Como havia mau tempo, o aparelho de “asa-delta” ficou fora da surpresa.
Certamente Jorge terá dito a Vasco para aguardar por ele no barco porque a surpresa era muito breve, já que teria alguma coisa de urgente para ir fazer em qualquer parte, enfim, coisas excêntricas de rico e, se calhar até a arma usada, provavelmente um ferro parecido com um pé de cabra, lhe foi fornecida por ele, como parte da alguma brincadeira…
Depois de fazer o “trabalho”, Jorge regressou ao barco, sem o fato nem o capacete, que foram encontrados na Horta, mas com o ferro que ainda iria ter uso e iniciaram a travessia, que só terminou para ele.
Os dias seguintes iriam, certamente, dar respostas e confirmações. O corpo do Vasco, o barco, talvez o ferro…
SOLUÇÃO DA PROVA N.º 8 (ÚLTIMA)
O INSP. FIDALGO E A MORTE PELA NET
A base para resolução deste problema é a interpretação correcta das imagens gravadas pela câmara Web.
O ponto central é que, quem quer que seja o interveniente no filme, com cerca de 1,90 m. de altura, de quem nada se vê acima dos ombros, está a agir premeditadamente com o sentido de atirar com as culpas para cima do outro, ou não dissimularia a sua presença, escondendo a identidade.
Não há dúvidas que sabia estar a ser filmado e quais os limites da filmagem. Caso contrário, não precisava de ir fazer a parte da casa de banho, avançava logo para a moça e batia-lhe forte, inclusivamente fora do alcance da câmara.
A existência do ferro, arma do crime, indica que houve premeditação no acto.
Parece óbvio que houve cumplicidade com o captor das imagens, só assim se compreendendo todo o aparato para este gravar quando não está e não gravar quando está, que sendo possível, não é normal; o incorrecto reportar da informação, porque a imagem não desaparece simplesmente, a sua correspondente apareceria “offline”; o atraso com que entrega as imagens à polícia; ou até o enquadramento da imagem na câmara Web que parece ter sido “orientado” por ele, como sugestão à vítima, para que assim aparecesse e o momento certo da entrada em cena do criminoso, que queria, como já vimos, ser visto. Depois, o seu comportamento é estranho na medida em que, como refere, ouviu na rádio que era a namorada de um multimilionário e em vez de tentar novo contacto com a moça, como seria mais óbvio, prefere ir ao computador procurar as imagens e levá-las à Polícia.
Temos dois candidatos a autores do crime, Jorge e Vasco. Quem actuou para o filme, fê-lo no sentido de atirar as culpas para o outro, como já vimos.
Se fosse o Vasco, este pensaria e premeditaria toda a cena. Comunicava com o cúmplice para saber se o enquadramento estava certo e, uma vez lá dentro – seria visita habitual – ia para a casa de banho, mas representando para a câmara como Jorge. Ora, sendo este um modelo de educação e nível, nunca o imitaria deixando a porta aberta, urinando sem antes lavar muito bem as mãos (uma regra básica de higiene que todos os homens deviam cumprir para defesa própria e respeito higiénico para com o seu próprio corpo) e limpando as mãos ao próprio fato depois de lavar as mãos no fim! Assim, era mais a imitação de um sem-abrigo de que de um modelo!
Se fosse o Jorge, este faria os mesmos preliminares com o cúmplice, entraria com a cara tapada ou com o capacete, fazendo-se passar por Vasco e ao ir para a casa de banho procurava mostrar para a câmara, que não era o Jorge super-educado e cometia voluntariamente todos os erros!
Exagerava, como é usual quando a ideia é dissipar suspeitas ou encontrar álibis, porque queria deixar bem vincado que ele nunca seria tão pouco limpo!
A conclusão é óbvia, o nosso criminoso é o Jorge!
Estas suspeitas são reforçadas por atitudes incongruentes por si tomadas. Ele vai fazer uma surpresa à namorada, combina tudo com o Vasco, daí não haver lugar para uma tentativa de contacto com ela. Ela não sabe que ele lá vai, não estava à sua espera. Então para quê telefonar-lhe? Para lhe dizer que queria fazer uma surpresa mas não conseguia? Mas repare-se que ele afirma que fez a chamada assim que chegou ao Pico. Se não tinha já nenhuma esperança de lá chegar, para quê fazer a chamada? Qualquer pessoa de lá lhe diria para aguardar umas horas que a situação podia aliviar, como aconteceu, de resto. Por outro lado, uma pessoa tão rica como ele, não teria um acesso à net para lhe comunicar, até com imagem, o seu gesto?
Depois, após tanta preparação e trabalho, ao ser aberto o espaço aéreo, vem-se embora para o Continente, quando está a escassos minutos do seu destino? Mesmo que fosse verdade que só lhe autorizassem o regresso a Lisboa, como afirma, mais uns tempos de espera não lhe fariam diferença. O tempo estava a melhorar. Uma vez ali, com a surpresa ainda possível, desiste de imediato e regressa.
Também o regresso é curioso. Depois daquela trabalheira toda, nem se preocupou por não conseguir contactá-la e relatar-lhe as suas andanças daquele dia! Diz que tentou, mais nada. Mas não seria lógico, em último recurso, contactar com o Vasco para lhe pedir que fosse relatar à Graça e saber dela? Não o fez!
E então quando nem sequer vai ao encontro da sua amada, por qualquer meio, ao saber da sua morte, tudo fica claro!
O Fidalgo estava na posse da gravação das imagens que o moço lhe levou e é óbvio que aquela prova jamais seria exibida, mesmo que informalmente, a um suspeito, por mais importante ou rico que fosse! Pelas 20 horas o Inspector vê o filme e pela meia-noite o suspeito é ouvido e afirma já ter visto o filme!
Ele terá visto mesmo o filme, mas antes do moço o ir levar às autoridades, alterado pelo menos na hora (operação simples) que assinala 10.15, o que representaria 9.15 nos Açores e o absolveria de imediato porque o avião aterrou no Pico às 9.13!
O poder financeiro do Jorge mandava mais alto e assim comprou a cumplicidade.
Mas o planeamento do crime terá sido feito para a situação de não haver mau tempo, o voo ir directamente para o Faial, sendo depois alterado. Também assim o Vasco fica fora da suspeita porque o avião aterraria no Faial pela mesma hora, 9.13. O aeroporto fica a mais de 9 Km da cidade da Horta. Ora, conforme Jorge afirma, antes de alugar o carro no Pico (antes das 9.35), telefonou ao Vasco a dar-lhe as novidades e ele ficou muito nervoso. Demorando o contrato do aluguer no Pico cerca de 10 minutos, o telefonema teria sido pelas 9.25. Isso só poderia querer dizer que ele já matara a Graça e agora não sabia o que fazer. Nestas condições, por essa hora estaria o Jorge a iniciar o caminho dos 9 Km para a Horta, partindo do princípio que tinha planeado ter uma viatura a sua espera, mas podendo até ir acompanhado, o que o Vasco não sabia. Igualmente, sendo a filmagem (alterada a hora ou não) registada no computador às 10.15 do Continente, 9.15 dos Açores, o Jorge ainda estaria no aeroporto da Ilha do Faial. Portanto, se fosse o Vasco o criminoso tentando atirar as culpas para o Jorge, punha-o a matar enquanto ele não tinha a mínima hipótese de estar no local do crime!
O Jorge preparou tudo para se vingar da namorada e do Vasco. Combinou com este fazer uma surpresa à Graça. Para isso terá pedido ao Vasco para trazer o aparelho, o capacete e o fato, logo após ficar “de baixa” e certamente terá incentivado a que este desse umas voltas de “asa-delta” e fosse a casa da namorada, de quando em vez, com o fato e possivelmente com o capacete, para que ela se habituasse a vê-lo chegar assim e não estranhasse quando fosse ele a entrar.
No dia combinado, o temporal podia complicar, mas o Jorge torneou a questão, pedindo ao Vasco que o viesse buscar de barco a um local menos visível e daí ter alugado o carro. Ele estava enfraquecido da imobilidade de um mês, não conhecia o mar como o Vasco e além do mais despertaria suspeitas se alugasse um barco. Essa foi a chamada que ele assentiu ter feito. A travessia do canal é quase sempre possível e relativamente fácil para quem conhece, ao contrário da aérea. Vasco veio buscá-lo e levou-o ao destino, onde tinha o fato e o capacete que o Jorge vestiu. Como havia mau tempo, o aparelho de “asa-delta” ficou fora da surpresa.
Certamente Jorge terá dito a Vasco para aguardar por ele no barco porque a surpresa era muito breve, já que teria alguma coisa de urgente para ir fazer em qualquer parte, enfim, coisas excêntricas de rico e, se calhar até a arma usada, provavelmente um ferro parecido com um pé de cabra, lhe foi fornecida por ele, como parte da alguma brincadeira…
Depois de fazer o “trabalho”, Jorge regressou ao barco, sem o fato nem o capacete, que foram encontrados na Horta, mas com o ferro que ainda iria ter uso e iniciaram a travessia, que só terminou para ele.
Os dias seguintes iriam, certamente, dar respostas e confirmações. O corpo do Vasco, o barco, talvez o ferro…
sábado, 4 de julho de 2009
ÚLTIMA HORA!
Dentro de poucas horas o PÚBLICO vai satisfazer as ansiedades dos nossos confrades e publicar a solução da prova n.º 8 do CAMPEONATO NACIONAL desta época!
São ainda muitos os confrades que podem vencer as competições desta época, uma das mais competitivas. Talvez a mais competitiva de sempre.
O problema do Inspector Fidalgo vai arrasar? Vai haver cambalhota completa nas classificações?
VASCO ou JORGE?
Vai haver surpresa, ou tudo vai decorrer segundo a "lógica" das coisas?
FALTAM APENAS ALGUMAS HORAS!
São ainda muitos os confrades que podem vencer as competições desta época, uma das mais competitivas. Talvez a mais competitiva de sempre.
O problema do Inspector Fidalgo vai arrasar? Vai haver cambalhota completa nas classificações?
VASCO ou JORGE?
Vai haver surpresa, ou tudo vai decorrer segundo a "lógica" das coisas?
FALTAM APENAS ALGUMAS HORAS!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS!
Os nossos confrades "detectives" estão "em pulgas"!
A solução da prova n.º 8? Sai ou não sai?
As missivas que vamos recebendo e os ecos de discussões e conversas trazem nomes como Vasco e jorge, vá-se lá saber porquê!?
As dúvidas subsistem e parece que nada as poderá dissipar! Foi o Jorge, com toda a certeza! Foi o Vasco! Foram os dois em cunplicidade! Foi o moço da gravação!
- Se fosse o moço é que era de valor! - dizia-nos há dias um jovem solucionista...
Bem, chegou o momento de revelar a VERDADE:
No próximo domingo vai ser publicada a solução do autor! Esta é a VERDADE!
Mais uns dias de sofrimento...
A solução da prova n.º 8? Sai ou não sai?
As missivas que vamos recebendo e os ecos de discussões e conversas trazem nomes como Vasco e jorge, vá-se lá saber porquê!?
As dúvidas subsistem e parece que nada as poderá dissipar! Foi o Jorge, com toda a certeza! Foi o Vasco! Foram os dois em cunplicidade! Foi o moço da gravação!
- Se fosse o moço é que era de valor! - dizia-nos há dias um jovem solucionista...
Bem, chegou o momento de revelar a VERDADE:
No próximo domingo vai ser publicada a solução do autor! Esta é a VERDADE!
Mais uns dias de sofrimento...
quarta-feira, 1 de julho de 2009
PÚBLICO-POLICIÁRIO FAZ 17 ANOS!
Passa hoje mais um aniversário sobre a criação da secção de Policiário no jornal diário PÚBLICO.
Não queremos deixar passar esta data sem agradecer a todos os confrades que, tantas vezes com imenso sacrifício das suas vidas pessoais e profissionais, nos têm acompanhado nesta longa aventura.
A todos, em nome do Policiário de que tanto gostamos, o nosso Obrigado.
Parabéns a todos, porque o Policiário não é de ninguém, mas património de todos os seus cultores e amigos.
Muitos e muitos Parabéns!
Não queremos deixar passar esta data sem agradecer a todos os confrades que, tantas vezes com imenso sacrifício das suas vidas pessoais e profissionais, nos têm acompanhado nesta longa aventura.
A todos, em nome do Policiário de que tanto gostamos, o nosso Obrigado.
Parabéns a todos, porque o Policiário não é de ninguém, mas património de todos os seus cultores e amigos.
Muitos e muitos Parabéns!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
MAIS CORRECÇÕES PROVA N.º 7
CAMPEONATO NACIONAL
Parece que há algum enguiço que nos persegue há algum tempo! Não será razão para ir à bruxa, mas quase!
Agora mesmo, na recepção de inúmeros mails relativos à prova n.º 8, vindos directamente do jornal, apareceram alguns da prova n.º 7, datados dentro do prazo para resposta e que só agora "apareceram".
Já tinhamos anotado algumas "reclamações" por não haver pontuações, mas isto começa a intrigar.
Bom, mas vamos ao que interessa: Depois dos confrades já mencionados em anteriores "acrescentos", agora há a contar com o ÁBACO, que somou 8 pontos e DUCA HOLMES que teve 9.
Embora alheios - se não nos chegam as soluções não podemos classificá-las - ficam as nossas desculpas a todos os "detectives" que enviam dentro dos prazos as suas propostas de solução e não são classificados.
Esperemos que sejam as últimas alterações!
Parece que há algum enguiço que nos persegue há algum tempo! Não será razão para ir à bruxa, mas quase!
Agora mesmo, na recepção de inúmeros mails relativos à prova n.º 8, vindos directamente do jornal, apareceram alguns da prova n.º 7, datados dentro do prazo para resposta e que só agora "apareceram".
Já tinhamos anotado algumas "reclamações" por não haver pontuações, mas isto começa a intrigar.
Bom, mas vamos ao que interessa: Depois dos confrades já mencionados em anteriores "acrescentos", agora há a contar com o ÁBACO, que somou 8 pontos e DUCA HOLMES que teve 9.
Embora alheios - se não nos chegam as soluções não podemos classificá-las - ficam as nossas desculpas a todos os "detectives" que enviam dentro dos prazos as suas propostas de solução e não são classificados.
Esperemos que sejam as últimas alterações!
A PALAVRA DE A. RAPOSO
Meus caros, como se costuma dizer, interrompemos a nossa emissão para publicar... AS PALAVRAS DO CONFRADE A.RAPOSO, dirigidas a todos nós, do Universo Policiário.
Ora tomem a devida nota, por favor:
Meus caros,
Só hoje tive forças para chegar ao computador.
Verifico que muita gente
-alguns que nem conheço - se interessaram pela minha saúde.
Eu sempre disse que o policiario não eram só as lutas pelas
soluções e pelos pontos...
Fico muito feliz por saber que o policiario tem gente dentro! Que se interessou por mim como se interessaria por si que me lê.
Que mais poderei dizer? Muito obrigado a todos. Sempre considerei todos meus amigos e confrades
A raposo & Lena
Ora tomem a devida nota, por favor:
Meus caros,
Só hoje tive forças para chegar ao computador.
Verifico que muita gente
-alguns que nem conheço - se interessaram pela minha saúde.
Eu sempre disse que o policiario não eram só as lutas pelas
soluções e pelos pontos...
Fico muito feliz por saber que o policiario tem gente dentro! Que se interessou por mim como se interessaria por si que me lê.
Que mais poderei dizer? Muito obrigado a todos. Sempre considerei todos meus amigos e confrades
A raposo & Lena
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