A notícia chegou de madrugada.
O confrade Vicktório, de Leiria, participou o falecimento do seu pai, ACÚRCIO ALVES, que foi nosso "detective" enquanto a doença deixou e conquistou, na secção do PÚBLICO, o torneio para os "- JOVENS".
Esta LEI, a da VIDA, não permite discussões e por isso, diremos que este confrade partiu quanto teve que partir, nada mais.
O Policiário vai ficando mais pobre, cada vez que vê desaparecer algum dos seus, mas ganha mais sentido e força para o futuro, por ter a certeza que em algum momento da vida dos seus cultores desaparecidos foi parte de alegrias, de bom convívio, de saudável participação.
Ao confrade Vicktório, fica a manifestação do pesar colectivo de todo o nosso MUNDO POLICIÁRIO.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
ANO QUE ACABA, ANO QUE COMEÇA!
Assim é, desde sempre!
No nosso Policiário, também!
Depois de um ano algo atribulado, as nossas competições puderam gozar, finalmente, de algum sossego e calmaria.
Os prazos foram cumpridos, os campeões encontrados, quase tudo ficou na "paz dos anjos"!
Mas houve (há) nuvens escuras no nosso céu.
Uma crise (quase) generalizada,(assim nos querem fazer crer), afecta todas as nossas relações. Os responsáveis por ela, esses, passeiam a sua arrogância, imunes aos efeitos causados. Todos esses especuladores e economistas da treta, aqueles que passam a vida a "arrotar" sentenças sobre o que todos devem fazer e como governar, depois de andarem décadas a ditar as políticas que conduziram e esta crise, apontam agora que o único remédio é trabalhar mais (grande descoberta desses imbecis para os outros, claro) e, como é óbvio, ganhar menos (os outros, nós, claro)!
Os grandes e poderosos, agradecem essa excelente visão e realismo. É que esses adoram os economistas da treta, os tais.
Depois, começa a chantagem: Queres os teus direitos, vais para o desemprego! Há lá fora milhares à espera do teu lugar! Queres trabalhar aqui, então ficas a ganhar menos, a trabalhar quando eu quero, sem mais recebimento e, mais importante ainda, ficas agradecido e caladinho!
Este mundo inventado pelos corruptos da economia, por aqueles que continuam inacreditavelmente no comando das operações, sem serem detidos ou sequer questionados, é exactamente o mesmo em que estanos hoje!
Dá para entender?
E quem é o "bode expiatório"? Os governantes, claro! Aqueles que deviam governar politicamente e não podem porque os ditadores da economia é que mandam! Hoje governa-se com as projecções para o futuro! Não podemos ter aumentos porque a inflacção para o próximo ano vai ser ZERO. No final do próximo ano não será ZERO, mas foi por azar, ninguém vai repôr as perdas deste ano, porque "as vozes do dono", os economistas (outra vez!) vão aparecer no final do próximo ano a dizerem que houve um pequeno "desvio" mas para o ano vai mesmo ser ZERO e assim por diante!
Há crise? Acreditamos que sim, mas quem nos diz isso são os seus criadores que, curiosamente andam (?) à procura da sua cura!!
Brilhante, não é verdade?
No meio dessas "crise" estamos nós todos, os "piões das nicas", aqueles que têm que sofrer as consequências daquilo para que nada contribuiram, para que os responsãveis possam alegremente continuar!
O Policiário está por cá.
Sofreu ventos e tempestades, mas parece que vai resistir, pelo menos vai resistindo e está cá para mais uma época.
A tal "crise" acabará por produzir efeitos que nem sequer conseguimos imaginar, mas vamos andando por cá e por cá andaremos enquanto pudermos e nos deixarem.
Por isso lançamos o repto a todos os nossos confrades para que façamos deste ano de 2010 um ANO DE OURO DO POLICIÁRIO, de afirmação absoluta, com grandes competições, honestas e renhidas, mas sempre debaixo de grande camaradagem e amizade, com grandes problemas capazes de captar a nossa atenção e empenho.
Porque, quer queiramos quer não, o Policiário é uma imensa "NAÇÂO" onde todos temos o nosso lugar, onde estamos para nos divertirmos, para cimentarmos as amizades mais perenes,para sentirmos que não estamos sós, que temos desafios à nossa inteligência, que não somos os "carneiros" de um qualquer rebanho.
2010, um ano que está aqui, ao virar da esquina, com muitas interrogações, mas com uma certeza: O Policiário está cá! Nós estamos cá!
Um muito obrigado a todos os confrades "detectives" pelas alegrias do ano de 2009 e
esperamos encontrar-vos em 2010 em mais uma época, em grande forma!
No nosso Policiário, também!
Depois de um ano algo atribulado, as nossas competições puderam gozar, finalmente, de algum sossego e calmaria.
Os prazos foram cumpridos, os campeões encontrados, quase tudo ficou na "paz dos anjos"!
Mas houve (há) nuvens escuras no nosso céu.
Uma crise (quase) generalizada,(assim nos querem fazer crer), afecta todas as nossas relações. Os responsáveis por ela, esses, passeiam a sua arrogância, imunes aos efeitos causados. Todos esses especuladores e economistas da treta, aqueles que passam a vida a "arrotar" sentenças sobre o que todos devem fazer e como governar, depois de andarem décadas a ditar as políticas que conduziram e esta crise, apontam agora que o único remédio é trabalhar mais (grande descoberta desses imbecis para os outros, claro) e, como é óbvio, ganhar menos (os outros, nós, claro)!
Os grandes e poderosos, agradecem essa excelente visão e realismo. É que esses adoram os economistas da treta, os tais.
Depois, começa a chantagem: Queres os teus direitos, vais para o desemprego! Há lá fora milhares à espera do teu lugar! Queres trabalhar aqui, então ficas a ganhar menos, a trabalhar quando eu quero, sem mais recebimento e, mais importante ainda, ficas agradecido e caladinho!
Este mundo inventado pelos corruptos da economia, por aqueles que continuam inacreditavelmente no comando das operações, sem serem detidos ou sequer questionados, é exactamente o mesmo em que estanos hoje!
Dá para entender?
E quem é o "bode expiatório"? Os governantes, claro! Aqueles que deviam governar politicamente e não podem porque os ditadores da economia é que mandam! Hoje governa-se com as projecções para o futuro! Não podemos ter aumentos porque a inflacção para o próximo ano vai ser ZERO. No final do próximo ano não será ZERO, mas foi por azar, ninguém vai repôr as perdas deste ano, porque "as vozes do dono", os economistas (outra vez!) vão aparecer no final do próximo ano a dizerem que houve um pequeno "desvio" mas para o ano vai mesmo ser ZERO e assim por diante!
Há crise? Acreditamos que sim, mas quem nos diz isso são os seus criadores que, curiosamente andam (?) à procura da sua cura!!
Brilhante, não é verdade?
No meio dessas "crise" estamos nós todos, os "piões das nicas", aqueles que têm que sofrer as consequências daquilo para que nada contribuiram, para que os responsãveis possam alegremente continuar!
O Policiário está por cá.
Sofreu ventos e tempestades, mas parece que vai resistir, pelo menos vai resistindo e está cá para mais uma época.
A tal "crise" acabará por produzir efeitos que nem sequer conseguimos imaginar, mas vamos andando por cá e por cá andaremos enquanto pudermos e nos deixarem.
Por isso lançamos o repto a todos os nossos confrades para que façamos deste ano de 2010 um ANO DE OURO DO POLICIÁRIO, de afirmação absoluta, com grandes competições, honestas e renhidas, mas sempre debaixo de grande camaradagem e amizade, com grandes problemas capazes de captar a nossa atenção e empenho.
Porque, quer queiramos quer não, o Policiário é uma imensa "NAÇÂO" onde todos temos o nosso lugar, onde estamos para nos divertirmos, para cimentarmos as amizades mais perenes,para sentirmos que não estamos sós, que temos desafios à nossa inteligência, que não somos os "carneiros" de um qualquer rebanho.
2010, um ano que está aqui, ao virar da esquina, com muitas interrogações, mas com uma certeza: O Policiário está cá! Nós estamos cá!
Um muito obrigado a todos os confrades "detectives" pelas alegrias do ano de 2009 e
esperamos encontrar-vos em 2010 em mais uma época, em grande forma!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
PRODUÇÕES? UM LUXO!!
Pois é, meus caros confrades!
Estamos numa maré cheia... de nada!
Em plena época do Milénio e apesar dos sucessivos apelos, confrontamo-nos com a triste realidade (QUE NÃO É DE AGORA)de não haver, praticamente, produções!
Para além das dos habituais colaboradores, A. Raposo & Lena, Rip Kirby, de podermos contar com uma produção de M. Constantino e de duas produções de Haga Raí, nada mais temos a menos de duas semanas do início das competições!
Agradecemos aos confrades que pensam enviar produções, o especial favor de nos comunicarem essa possibilidade.
Obrigado!
Estamos numa maré cheia... de nada!
Em plena época do Milénio e apesar dos sucessivos apelos, confrontamo-nos com a triste realidade (QUE NÃO É DE AGORA)de não haver, praticamente, produções!
Para além das dos habituais colaboradores, A. Raposo & Lena, Rip Kirby, de podermos contar com uma produção de M. Constantino e de duas produções de Haga Raí, nada mais temos a menos de duas semanas do início das competições!
Agradecemos aos confrades que pensam enviar produções, o especial favor de nos comunicarem essa possibilidade.
Obrigado!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
MUNDO DOS PASSATEMPOS
SECÇÃO MUNDO DOS PASSATEMPOS
TORNEIO A. RAPOSO E TROFÉU CLUBE DE DETECTIVES
ENIGMA POLICIÁRIO:
Problema nº 4: O QUINTETO ERA DA CORDA, de BÚFALOS ASSOCIADOS . Solução dos autores:
01. Tal como os “Três Mosqueteiros” eram, afinal, quatro, assim os componentes deste Quinteto da Corda eram, afinal, seis: além dos cinco instrumentistas, havia ainda o técnico de som, elemento essencial para as boas prestações artísticas do conjunto.
02. As notas recolhidas pelo Sargento Pais permitiram ao Inspector Garrett fazer um rápido esboço das plantas dos três pisos, localizando as habitações dos intervenientes no caso. (Ver figura no problema)
03. Garrett sabia que não podia ainda contar com provas concretas; no entanto, alguns indícios apontavam já numa direcção. Por isso, dissera: Já calculo quem matou o pianista.
04. Para começar, tudo indicava que o assassino estaria entre os cinco sobreviventes do grupo, uma vez que ninguém mais tinha entrado no Hotel antes da hora provável do crime e os turistas alemães não tinham qualquer razão para ser culpados. A própria recepcionista não poderia ser o homem que correu do quarto 205 para as escadas ao fundo do corredor.
05. Os palpites de Garrett começaram exactamente pela pequena folha de bloco algo amachucada encontrada no local do crime. Nela constava o nome de cada um dos componentes, seguido de um número que certamente seria o do respectivo quarto. Só que nessa relação faltava um nome: o de Damião, o técnico de som.
06. David, o contrabaixista, declarou que tinha o telemóvel desligado, como de costume. Muita gente o faz durante a noite, para não ser incomodado no decorrer do sono. Mas, na manhã seguinte, todos teriam de acordar cedo por causa da longa viagem que iriam fazer. O baterista Cornélio disse que havia sempre um elemento do grupo encarregado de acordar os outros, e desta vez não era ele. Sabendo que há pelo menos um (o David) que dorme com o telemóvel desligado, o mais seguro seria que o acordar de todos fosse feito através dos telefones fixos existentes nos quartos, o que até sairia mais barato para o contemplado com o serviço de alvorada.
Portanto, a lista de nomes e números em que falta o Damião serviria certamente como “aide-mémoire” para acordar todos os restantes. Sabendo ainda que apenas o quarto 309 (o que não consta na lista) pedira para ser despertado às 07.30h, podemos concluir que é esse o quarto do Damião e que o papel lhe pertencia. Teremos encontrado o criminoso?
07. Junto a esse papel de bloco apareceram dois recibos também amachucados: um de portagem de auto-estrada com data do dia anterior e outro de gasóleo. Como sabemos que era o Damião quem conduzia a carrinha (para os artistas não se cansarem...) é mais um indício que pode incriminar o Damião, que poderia ter perdido os papéis na precipitação da fuga após o crime.
08. Mas há mais. A recepcionista recebeu ordens para ligar para os quartos dos componentes do grupo, dizendo apenas que esperassem nos seus quartos. Nenhuma informação sobre o crime, como é de boa regra. O próprio David confirmou que o telefonema recebido dizia apenas que não saísse do quarto, embora tivesse perguntado o que se passava. Muito suspeito é, pois, que o Damião já andasse no corredor, agitado, aos gritos de: Parece que esfaquearam o Quim! O Damião, no seu 3º.andar, só podia saber do crime se o tivesse cometido.
09. O ciúme deve ter sido o móbil do crime. O ambiente tenso no grupo tinha razão de ser nos rumores de que o Quim, fazendo jus à sua fama de conquistador, andaria metido com a mulher de outro colega. Essa seria, provavelmente, a mulher do Damião.
10. Como se terão passado as coisas?
O Damião andaria já com a pedra no sapato. O ciúme por sentir-se enganado e atraiçoado pelo chefe do grupo, de mistura com algum álcool a mais durante a lauta ceia, tê-lo-iam cegado, desencadeando os acontecimentos. Sorrateiro, escondeu num bolso a faca dos bifes embrulhada num guardanapo de pano e voltou ao Hotel decidido ao crime, pouco passaria das 02.30h. O Quim já estava no quarto, que ele sabia qual era, pois tinha no bolso a lista dos quartos ocupados. Era o 205, no 2º. andar. Os efeitos da bebida não lhe permitiram aperceber-se de que um dos músicos ainda não estava no quarto: o Cornélio estava no piso 0, a ver televisão. Talvez invocando as suas funções de motorista, terá ido bater à porta do Quim, dizendo que lhe convinha receber o dinheiro da portagem e do gasóleo, já que era o pianista quem também se encarregava das contas do grupo. Com esse pretexto, ou qualquer outro, entrou no quarto e, após uma violenta discussão, empunhou a faca que escondera no bolso, utilizando o guardanapo para evitar deixar impressões digitais, e apunhalou violentamente o Quim directamente no coração, provocando-lhe morte quase imediata. Seriam 03.00h da manhã e terá ouvido o elevador parar naquele andar. Era o Cornélio que chegava. Precipitado, correu em direcção às escadas do fundo do corredor, subindo ao seu andar, o 3º. Pelo chão do quarto ficaram o guardanapo ensanguentado e os três papéis amachucados que o viriam a denunciar. Note-se que Telo, o trompetista, no quarto 305, por cima do do Quim, ouviu a violenta discussão em baixo e pouco depois, quando foi à casa de banho, alguém correndo no corredor e fechar uma porta. Era o Damião, fugindo para o seu quarto, 309, onde terá ficado até ao telefonema da recepção.
11. “Muito bem, Inspector Garrett! Parece não haver de facto outra explicação para os acontecimentos. Mas quanto ao nome do conjunto creio que descobri. Trata-se de um aproveitamento do título português de um filme inglês que fez grande sucesso nos anos 50 e que se chamava “O Quinteto era de cordas”. Acertei?” – “ Só em parte” retorquiu Garrett. “Esse filme, que se chamava no original “The Lady Killers”, realizado pelo Alexander Mackendrick e com Alec Guinness e Peter Sellers entre os seus intérpretes, foi, de facto, um grande êxito da comédia inglesa. Mas há ainda outra explicação. Não reparaste que o nome do grupo aproveita a primeira sílaba do nome de cada um dos componentes: QUIM, o pianista, TE de Telo, TO de Tomás, DA de Damião, COR de Cornélio e DA de David? Aí tens! Elementar, meu caro Paes...”
Resultados:
Torneio A. Raposo:
Com 10 pontos: Agente Guima; Alce Branco; Avlis e Snitram; Búfalos Associados; Cloriano Monteiro de Carvalho; Daniel Falcão; Danielux; Detective Jeremias; Inspector Boavida; Karl Marques; Mister H; Rip Kirby.
Com 9 pontos: Dr. Gismondo; MedVet.
Com 8 pontos: Bernie Leceiro; Insp. PI.
"As Melhores": com 3 pontos: Rip Kirby; com 2 pontos: Cloriano Monteiro de Carvalho; com 1 ponto: Daniel Falcão.
Comentários: Apenas quatro concorrentes penalizaram nesta prova, por omissão dos pormenores 5 (uns) e 11 (outros) da solução dos autores. Para além das três melhores, distinguidas na respectiva classificação, refiram-se ainda os bons trabalhos de Insp. Boavida, Detective Jeremias, Avlis e Snitram, que se destacaram um pouco dos restantes.
E, chegados à última jornada, perfilam-se para a vitória final especialmente três concorrentes: Rip Kirby, Daniel Falcão e Detective Jeremias (com 5, 4 e 4 nas Melhores). Mas, atenção: há mais três concorrentes com 2 pontos nesta classificação que serve de desempate final. E com um problema do "senador " Constantino a decidir as coisas, nunca se sabe... Todas as reviravoltas na classificação são possíveis. Quem nos garante que o vencedor final será um dos actuais totalistas?
Troféu Clube de Detectives: Avlis e Snitram venceu MedVet; Cloriano Monteiro de Carvalho venceu Danielux. Último confronto (problema nº 5 - Final): Avlis e Snitram – Cloriano Monteiro de Carvalho.
TORNEIO A. RAPOSO E TROFÉU CLUBE DE DETECTIVES
ENIGMA POLICIÁRIO:
Problema nº 4: O QUINTETO ERA DA CORDA, de BÚFALOS ASSOCIADOS . Solução dos autores:
01. Tal como os “Três Mosqueteiros” eram, afinal, quatro, assim os componentes deste Quinteto da Corda eram, afinal, seis: além dos cinco instrumentistas, havia ainda o técnico de som, elemento essencial para as boas prestações artísticas do conjunto.
02. As notas recolhidas pelo Sargento Pais permitiram ao Inspector Garrett fazer um rápido esboço das plantas dos três pisos, localizando as habitações dos intervenientes no caso. (Ver figura no problema)
03. Garrett sabia que não podia ainda contar com provas concretas; no entanto, alguns indícios apontavam já numa direcção. Por isso, dissera: Já calculo quem matou o pianista.
04. Para começar, tudo indicava que o assassino estaria entre os cinco sobreviventes do grupo, uma vez que ninguém mais tinha entrado no Hotel antes da hora provável do crime e os turistas alemães não tinham qualquer razão para ser culpados. A própria recepcionista não poderia ser o homem que correu do quarto 205 para as escadas ao fundo do corredor.
05. Os palpites de Garrett começaram exactamente pela pequena folha de bloco algo amachucada encontrada no local do crime. Nela constava o nome de cada um dos componentes, seguido de um número que certamente seria o do respectivo quarto. Só que nessa relação faltava um nome: o de Damião, o técnico de som.
06. David, o contrabaixista, declarou que tinha o telemóvel desligado, como de costume. Muita gente o faz durante a noite, para não ser incomodado no decorrer do sono. Mas, na manhã seguinte, todos teriam de acordar cedo por causa da longa viagem que iriam fazer. O baterista Cornélio disse que havia sempre um elemento do grupo encarregado de acordar os outros, e desta vez não era ele. Sabendo que há pelo menos um (o David) que dorme com o telemóvel desligado, o mais seguro seria que o acordar de todos fosse feito através dos telefones fixos existentes nos quartos, o que até sairia mais barato para o contemplado com o serviço de alvorada.
Portanto, a lista de nomes e números em que falta o Damião serviria certamente como “aide-mémoire” para acordar todos os restantes. Sabendo ainda que apenas o quarto 309 (o que não consta na lista) pedira para ser despertado às 07.30h, podemos concluir que é esse o quarto do Damião e que o papel lhe pertencia. Teremos encontrado o criminoso?
07. Junto a esse papel de bloco apareceram dois recibos também amachucados: um de portagem de auto-estrada com data do dia anterior e outro de gasóleo. Como sabemos que era o Damião quem conduzia a carrinha (para os artistas não se cansarem...) é mais um indício que pode incriminar o Damião, que poderia ter perdido os papéis na precipitação da fuga após o crime.
08. Mas há mais. A recepcionista recebeu ordens para ligar para os quartos dos componentes do grupo, dizendo apenas que esperassem nos seus quartos. Nenhuma informação sobre o crime, como é de boa regra. O próprio David confirmou que o telefonema recebido dizia apenas que não saísse do quarto, embora tivesse perguntado o que se passava. Muito suspeito é, pois, que o Damião já andasse no corredor, agitado, aos gritos de: Parece que esfaquearam o Quim! O Damião, no seu 3º.andar, só podia saber do crime se o tivesse cometido.
09. O ciúme deve ter sido o móbil do crime. O ambiente tenso no grupo tinha razão de ser nos rumores de que o Quim, fazendo jus à sua fama de conquistador, andaria metido com a mulher de outro colega. Essa seria, provavelmente, a mulher do Damião.
10. Como se terão passado as coisas?
O Damião andaria já com a pedra no sapato. O ciúme por sentir-se enganado e atraiçoado pelo chefe do grupo, de mistura com algum álcool a mais durante a lauta ceia, tê-lo-iam cegado, desencadeando os acontecimentos. Sorrateiro, escondeu num bolso a faca dos bifes embrulhada num guardanapo de pano e voltou ao Hotel decidido ao crime, pouco passaria das 02.30h. O Quim já estava no quarto, que ele sabia qual era, pois tinha no bolso a lista dos quartos ocupados. Era o 205, no 2º. andar. Os efeitos da bebida não lhe permitiram aperceber-se de que um dos músicos ainda não estava no quarto: o Cornélio estava no piso 0, a ver televisão. Talvez invocando as suas funções de motorista, terá ido bater à porta do Quim, dizendo que lhe convinha receber o dinheiro da portagem e do gasóleo, já que era o pianista quem também se encarregava das contas do grupo. Com esse pretexto, ou qualquer outro, entrou no quarto e, após uma violenta discussão, empunhou a faca que escondera no bolso, utilizando o guardanapo para evitar deixar impressões digitais, e apunhalou violentamente o Quim directamente no coração, provocando-lhe morte quase imediata. Seriam 03.00h da manhã e terá ouvido o elevador parar naquele andar. Era o Cornélio que chegava. Precipitado, correu em direcção às escadas do fundo do corredor, subindo ao seu andar, o 3º. Pelo chão do quarto ficaram o guardanapo ensanguentado e os três papéis amachucados que o viriam a denunciar. Note-se que Telo, o trompetista, no quarto 305, por cima do do Quim, ouviu a violenta discussão em baixo e pouco depois, quando foi à casa de banho, alguém correndo no corredor e fechar uma porta. Era o Damião, fugindo para o seu quarto, 309, onde terá ficado até ao telefonema da recepção.
11. “Muito bem, Inspector Garrett! Parece não haver de facto outra explicação para os acontecimentos. Mas quanto ao nome do conjunto creio que descobri. Trata-se de um aproveitamento do título português de um filme inglês que fez grande sucesso nos anos 50 e que se chamava “O Quinteto era de cordas”. Acertei?” – “ Só em parte” retorquiu Garrett. “Esse filme, que se chamava no original “The Lady Killers”, realizado pelo Alexander Mackendrick e com Alec Guinness e Peter Sellers entre os seus intérpretes, foi, de facto, um grande êxito da comédia inglesa. Mas há ainda outra explicação. Não reparaste que o nome do grupo aproveita a primeira sílaba do nome de cada um dos componentes: QUIM, o pianista, TE de Telo, TO de Tomás, DA de Damião, COR de Cornélio e DA de David? Aí tens! Elementar, meu caro Paes...”
Resultados:
Torneio A. Raposo:
Com 10 pontos: Agente Guima; Alce Branco; Avlis e Snitram; Búfalos Associados; Cloriano Monteiro de Carvalho; Daniel Falcão; Danielux; Detective Jeremias; Inspector Boavida; Karl Marques; Mister H; Rip Kirby.
Com 9 pontos: Dr. Gismondo; MedVet.
Com 8 pontos: Bernie Leceiro; Insp. PI.
"As Melhores": com 3 pontos: Rip Kirby; com 2 pontos: Cloriano Monteiro de Carvalho; com 1 ponto: Daniel Falcão.
Comentários: Apenas quatro concorrentes penalizaram nesta prova, por omissão dos pormenores 5 (uns) e 11 (outros) da solução dos autores. Para além das três melhores, distinguidas na respectiva classificação, refiram-se ainda os bons trabalhos de Insp. Boavida, Detective Jeremias, Avlis e Snitram, que se destacaram um pouco dos restantes.
E, chegados à última jornada, perfilam-se para a vitória final especialmente três concorrentes: Rip Kirby, Daniel Falcão e Detective Jeremias (com 5, 4 e 4 nas Melhores). Mas, atenção: há mais três concorrentes com 2 pontos nesta classificação que serve de desempate final. E com um problema do "senador " Constantino a decidir as coisas, nunca se sabe... Todas as reviravoltas na classificação são possíveis. Quem nos garante que o vencedor final será um dos actuais totalistas?
Troféu Clube de Detectives: Avlis e Snitram venceu MedVet; Cloriano Monteiro de Carvalho venceu Danielux. Último confronto (problema nº 5 - Final): Avlis e Snitram – Cloriano Monteiro de Carvalho.
domingo, 27 de dezembro de 2009
POLICIÁRIO 962
REGULAMENTOS PREPARAM REGRESSO ÀS COMPETIÇÕES
Nesta última secção deste ano de 2009, é chegado o tempo de iniciarmos a publicação das disposições regulamentares que vão nortear as nossas competições em 2010, divulgação que prosseguirá na próxima semana.
Estes Regulamentos foram discutidos durante alguns meses e alvo de sugestões e alterações, de forma que as nossas competições se pudessem adequar devidamente aos tempos que correm e aos interesses dos nossos “detectives”.
Agora que as competições vão ter o seu início e se aproxima um momento histórico para o Policiário, que será atingirmos a secção 1000, um feito inédito na História do nosso passatempo, pretendemos que os nossos “detectives” leiam as disposições regulamentares, para que tudo decorra na melhor harmonia.
Chamamos a atenção dos nossos “detectives” para o facto de, já na nossa secção 964, ou seja, daqui por duas semanas, irmos ter, aqui mesmo, a primeira prova a doer e de nas semanas seguintes, irmos explicando a orgânica de publicação dos desafios, prazos para respostas, modo de fazer chegar as propostas de solução, etc.
Recordamos, também, que no blogue CRIME PÚBLICO poderão encontrar todas as informações e esclarecimentos, a todo o momento. Basta acederem em http://blogs.publico.pt/policiario.
Caríssimos confrades, é caso para dizermos que terminou a boa vida e que a adrenalina das grandes investigações vai começar a agitar todos os “detectives”!
Será caso para dizer, “Ano Novo, Competição Nova”!
REGULAMENTOS DAS COMPETIÇÕES 2010
CAMPEONATO NACIONAL
1. O Campeonato Nacional (CN) é uma prova aberta a todos os leitores, não necessitando de inscrição prévia.
2. O torneio terá DEZ provas, cada uma composta por DOIS problemas policiários, sendo um de características tradicionais e outro de resposta múltipla.
3. Cada solução dos problemas tradicionais será classificada entre 5 e 10 pontos, correspondendo 5 à simples presença e 10 à solução integral do enigma. As classificações intermédias serão definidas de acordo com o grau de resolução; cada solução dos problemas de resposta múltipla será classificada com 5 pontos, se certa e com 2, se errada.
4. Em cada prova serão seleccionados cinco participantes, pelo orientador, autores das melhores soluções tradicionais apresentadas, que somarão 5, 4, 3, 2 e 1 pontos especiais; estes pontos não contarão para a classificação final do CN, mas servirão para desempate em caso de igualdade, ficando em vantagem o concorrente que mais destes pontos acumular.
5. Com o mesmo critério e finalidade, estabelecidos no ponto anterior, mas incidindo sobre os dois tipos de problemas, serão seleccionadas cinco soluções mais originais, que somarão 5, 4, 3, 2 e 1 pontos consoante a sua originalidade.
6. Será Campeão Nacional o concorrente que no final das DEZ provas acumule o maior número dos pontos referidos no terceiro ponto.
7. Em caso nenhum poderá haver mais que um campeão nacional. Em caso de igualdade pontual, será vencedor, pela seguinte ordem, o concorrente que:
a) Somar mais pontos especiais, referidos no quarto ponto;
b) Tenha tido mais vezes a pontuação máxima de 15 (10+5) pontos;
c) Tenha mais vezes obtido a pontuação máxima dos pontos especiais;
d) Tenha mais vezes pontuado nos pontos especiais;
e) Somar mais pontos originais, referidos no quinto ponto;
f) Tenha mais vezes obtido a pontuação máxima dos pontos originais;
g) Tenha mais vezes pontuado nos pontos originais;
h) Elabore a melhor solução numa prova suplementar a levar a cabo em oportunidade a definir.
8. Serão atribuídos os seguintes prémios: Troféu para o Campeão Nacional; Taças para os classificados até ao 5º lugar; Medalhas para os classificados entre o 6º e o 20º lugar; Taça para o primeiro classificado nos pontos especiais e Medalhas para o 2º e 3º; Taça para o primeiro classificado nos pontos originais e Medalhas para o 2º e 3º.
9. Todos os casos omissos serão resolvidos pelo orientador, depois de auscultar quem entender, não havendo recurso das decisões tomadas.
REGULAMENTO DA TAÇA DE PORTUGAL
1. A Taça de Portugal (TP) é uma prova que decorre paralelamente ao Campeonato Nacional, usando os mesmos problemas;
2. Concorrerão todos os leitores que respondam à primeira prova do CN;
3. Nessa primeira prova serão seleccionados os 512 concorrentes com melhores pontuações no somatório dos dois problemas (tradicional e resposta múltipla), que passarão à 2.ª eliminatória da Taça. O desempate será pela melhor qualidade na resposta ao problema tradicional;
4. Antes de cada eliminatória, excepto a primeira, haverá um sorteio que definirá os confrontos directos entre cada dois concorrentes, passando à eliminatória seguinte o que obtiver melhor pontuação ou, em caso de igualdade, aquele que o orientador considere ser autor de melhor solução;
5. A prova nº 10 do CN, será a final da TP;
6. Prémios: O vencedor receberá a TP; o finalista vencido receberá uma réplica; os dois semi-finalistas vencidos receberão taças; os concorrentes eliminados nos quartos e oitavos de final, receberão medalhas;
7. Todos os casos omissos serão resolvidos tal como o estabelecido no último ponto do Regulamento do CN.
CAMPEONATO NACIONAL DE PRODUÇÃO
1. Todas as produções tradicionais (10) que sejam publicadas como provas do CN ficarão automaticamente apuradas para o Campeonato Nacional de Produções (CNP).
2. Para o efeito, todos os candidatos a produzirem desafios para o CN podem desde já enviar as suas propostas, acompanhadas da respectiva solução, para a secção, não havendo prazo limite para o seu envio.
3. Cada produção não poderá ter mais de 6500 caracteres, com espaços, e deverão ser enviadas preferencialmente em CD-ROM, DVD ou por e-mail, neste caso para o endereço pessoa_luis@hotmail.com.
4. Cada produtor pode enviar os desafios que entender, mas apenas poderá ser publicado um de cada produtor, se este for simultaneamente concorrente em decifração.
5. A classificação final do CNP será estabelecida pelo somatório dos pontos a atribuir pelos decifradores que respondam a todas as provas.
6. Os produtores têm direito a voto, desde que cumpram com o número anterior.
7. Serão atribuídos os seguintes prémios: Troféu para o Campeão Nacional de Produção; Taças do 2º ao 5º lugar; Medalhas para os restantes.
8. Os problemas de escolha múltipla (10) não poderão ter mais de 5000 caracteres e cumprirem com o ponto 3 e 4, sendo cada um premiado com uma medalha.
9. Todos os casos omissos serão resolvidos de acordo com o estabelecido no último ponto do Regulamento do CN.
BOM ANO DE 2010
Como é da tradição, neste último contacto no ano de 2009 com os nossos leitores e “detectives”, queremos deixar aqui os votos de excelente 2010, com tudo de bom e muito Policiário!
Este ano será especial para a nossa actividade, pelo facto de pela primeira vez uma secção Policiária atingir o marco histórico de 1000 secções!
Por isso, aqui ficam os votos de que este nosso Ano do Milénio nos possa trazer tudo aquilo que mais desejamos, muita camaradagem, muita amizade, muita competição e magníficos momentos de dedução e investigação!
Coluna do “C”
FALTAM 38 SEMANAS PARA A EDIÇÃO N.º 1000
O sexto ano da nossa secção, 1998, foi marcado por um torneio que acabou por dar que falar, graças a uma competição espectacular, só decidida em cima da meta: O Torneio dos Ases.
Pela primeira vez estavam em competição mais de 1000 “detectives”, o que originava maratonas terríveis para classificar milhares de páginas de respostas aos enigmas, numa altura em que o papel era “rei e senhor” e, mais do que isso, muitas soluções eram elaboradas à mão, com todas as dificuldades de leitura que daí advinham.
No final da competição, o confrade Hortonólito, da Tertúlia Policiária de Coimbra, arrasou toda a concorrência e arrebatou o primeiro lugar, à frente de “detectives” como Abrótea, Big Ben, Didi, Inspector Moka, Mário André, Mis-São, Nove, Paulita e Tobrouk.
Por força da sua superioridade, Hortonólito foi também Policiarista do Ano e chegou ao final como N.º 1 do Ranking.
Como curiosidade, desta lista de confrades, só o Abrótea esteve em actividade na nossa secção, no ano de 2009!
Nesta última secção deste ano de 2009, é chegado o tempo de iniciarmos a publicação das disposições regulamentares que vão nortear as nossas competições em 2010, divulgação que prosseguirá na próxima semana.
Estes Regulamentos foram discutidos durante alguns meses e alvo de sugestões e alterações, de forma que as nossas competições se pudessem adequar devidamente aos tempos que correm e aos interesses dos nossos “detectives”.
Agora que as competições vão ter o seu início e se aproxima um momento histórico para o Policiário, que será atingirmos a secção 1000, um feito inédito na História do nosso passatempo, pretendemos que os nossos “detectives” leiam as disposições regulamentares, para que tudo decorra na melhor harmonia.
Chamamos a atenção dos nossos “detectives” para o facto de, já na nossa secção 964, ou seja, daqui por duas semanas, irmos ter, aqui mesmo, a primeira prova a doer e de nas semanas seguintes, irmos explicando a orgânica de publicação dos desafios, prazos para respostas, modo de fazer chegar as propostas de solução, etc.
Recordamos, também, que no blogue CRIME PÚBLICO poderão encontrar todas as informações e esclarecimentos, a todo o momento. Basta acederem em http://blogs.publico.pt/policiario.
Caríssimos confrades, é caso para dizermos que terminou a boa vida e que a adrenalina das grandes investigações vai começar a agitar todos os “detectives”!
Será caso para dizer, “Ano Novo, Competição Nova”!
REGULAMENTOS DAS COMPETIÇÕES 2010
CAMPEONATO NACIONAL
1. O Campeonato Nacional (CN) é uma prova aberta a todos os leitores, não necessitando de inscrição prévia.
2. O torneio terá DEZ provas, cada uma composta por DOIS problemas policiários, sendo um de características tradicionais e outro de resposta múltipla.
3. Cada solução dos problemas tradicionais será classificada entre 5 e 10 pontos, correspondendo 5 à simples presença e 10 à solução integral do enigma. As classificações intermédias serão definidas de acordo com o grau de resolução; cada solução dos problemas de resposta múltipla será classificada com 5 pontos, se certa e com 2, se errada.
4. Em cada prova serão seleccionados cinco participantes, pelo orientador, autores das melhores soluções tradicionais apresentadas, que somarão 5, 4, 3, 2 e 1 pontos especiais; estes pontos não contarão para a classificação final do CN, mas servirão para desempate em caso de igualdade, ficando em vantagem o concorrente que mais destes pontos acumular.
5. Com o mesmo critério e finalidade, estabelecidos no ponto anterior, mas incidindo sobre os dois tipos de problemas, serão seleccionadas cinco soluções mais originais, que somarão 5, 4, 3, 2 e 1 pontos consoante a sua originalidade.
6. Será Campeão Nacional o concorrente que no final das DEZ provas acumule o maior número dos pontos referidos no terceiro ponto.
7. Em caso nenhum poderá haver mais que um campeão nacional. Em caso de igualdade pontual, será vencedor, pela seguinte ordem, o concorrente que:
a) Somar mais pontos especiais, referidos no quarto ponto;
b) Tenha tido mais vezes a pontuação máxima de 15 (10+5) pontos;
c) Tenha mais vezes obtido a pontuação máxima dos pontos especiais;
d) Tenha mais vezes pontuado nos pontos especiais;
e) Somar mais pontos originais, referidos no quinto ponto;
f) Tenha mais vezes obtido a pontuação máxima dos pontos originais;
g) Tenha mais vezes pontuado nos pontos originais;
h) Elabore a melhor solução numa prova suplementar a levar a cabo em oportunidade a definir.
8. Serão atribuídos os seguintes prémios: Troféu para o Campeão Nacional; Taças para os classificados até ao 5º lugar; Medalhas para os classificados entre o 6º e o 20º lugar; Taça para o primeiro classificado nos pontos especiais e Medalhas para o 2º e 3º; Taça para o primeiro classificado nos pontos originais e Medalhas para o 2º e 3º.
9. Todos os casos omissos serão resolvidos pelo orientador, depois de auscultar quem entender, não havendo recurso das decisões tomadas.
REGULAMENTO DA TAÇA DE PORTUGAL
1. A Taça de Portugal (TP) é uma prova que decorre paralelamente ao Campeonato Nacional, usando os mesmos problemas;
2. Concorrerão todos os leitores que respondam à primeira prova do CN;
3. Nessa primeira prova serão seleccionados os 512 concorrentes com melhores pontuações no somatório dos dois problemas (tradicional e resposta múltipla), que passarão à 2.ª eliminatória da Taça. O desempate será pela melhor qualidade na resposta ao problema tradicional;
4. Antes de cada eliminatória, excepto a primeira, haverá um sorteio que definirá os confrontos directos entre cada dois concorrentes, passando à eliminatória seguinte o que obtiver melhor pontuação ou, em caso de igualdade, aquele que o orientador considere ser autor de melhor solução;
5. A prova nº 10 do CN, será a final da TP;
6. Prémios: O vencedor receberá a TP; o finalista vencido receberá uma réplica; os dois semi-finalistas vencidos receberão taças; os concorrentes eliminados nos quartos e oitavos de final, receberão medalhas;
7. Todos os casos omissos serão resolvidos tal como o estabelecido no último ponto do Regulamento do CN.
CAMPEONATO NACIONAL DE PRODUÇÃO
1. Todas as produções tradicionais (10) que sejam publicadas como provas do CN ficarão automaticamente apuradas para o Campeonato Nacional de Produções (CNP).
2. Para o efeito, todos os candidatos a produzirem desafios para o CN podem desde já enviar as suas propostas, acompanhadas da respectiva solução, para a secção, não havendo prazo limite para o seu envio.
3. Cada produção não poderá ter mais de 6500 caracteres, com espaços, e deverão ser enviadas preferencialmente em CD-ROM, DVD ou por e-mail, neste caso para o endereço pessoa_luis@hotmail.com.
4. Cada produtor pode enviar os desafios que entender, mas apenas poderá ser publicado um de cada produtor, se este for simultaneamente concorrente em decifração.
5. A classificação final do CNP será estabelecida pelo somatório dos pontos a atribuir pelos decifradores que respondam a todas as provas.
6. Os produtores têm direito a voto, desde que cumpram com o número anterior.
7. Serão atribuídos os seguintes prémios: Troféu para o Campeão Nacional de Produção; Taças do 2º ao 5º lugar; Medalhas para os restantes.
8. Os problemas de escolha múltipla (10) não poderão ter mais de 5000 caracteres e cumprirem com o ponto 3 e 4, sendo cada um premiado com uma medalha.
9. Todos os casos omissos serão resolvidos de acordo com o estabelecido no último ponto do Regulamento do CN.
BOM ANO DE 2010
Como é da tradição, neste último contacto no ano de 2009 com os nossos leitores e “detectives”, queremos deixar aqui os votos de excelente 2010, com tudo de bom e muito Policiário!
Este ano será especial para a nossa actividade, pelo facto de pela primeira vez uma secção Policiária atingir o marco histórico de 1000 secções!
Por isso, aqui ficam os votos de que este nosso Ano do Milénio nos possa trazer tudo aquilo que mais desejamos, muita camaradagem, muita amizade, muita competição e magníficos momentos de dedução e investigação!
Coluna do “C”
FALTAM 38 SEMANAS PARA A EDIÇÃO N.º 1000
O sexto ano da nossa secção, 1998, foi marcado por um torneio que acabou por dar que falar, graças a uma competição espectacular, só decidida em cima da meta: O Torneio dos Ases.
Pela primeira vez estavam em competição mais de 1000 “detectives”, o que originava maratonas terríveis para classificar milhares de páginas de respostas aos enigmas, numa altura em que o papel era “rei e senhor” e, mais do que isso, muitas soluções eram elaboradas à mão, com todas as dificuldades de leitura que daí advinham.
No final da competição, o confrade Hortonólito, da Tertúlia Policiária de Coimbra, arrasou toda a concorrência e arrebatou o primeiro lugar, à frente de “detectives” como Abrótea, Big Ben, Didi, Inspector Moka, Mário André, Mis-São, Nove, Paulita e Tobrouk.
Por força da sua superioridade, Hortonólito foi também Policiarista do Ano e chegou ao final como N.º 1 do Ranking.
Como curiosidade, desta lista de confrades, só o Abrótea esteve em actividade na nossa secção, no ano de 2009!
PONTO DE ORDEM!
SECÇÃO DO MILÉNIO
Meus caros, parece que estamos todos metidos num imenso buraco, de onde não sabemos ou conseguimos sair, mas não é assim!
Vejamos: Temos mais de 2000 pessoas que se dão ao "trabalho" e não é pouco, como sabemos, de comparecer aos torneios, mesmo que esporadicamente e que acompanham o Policiário; temos um grupo muito mais restrito, que valoriza e segue o Policiário também pela sua vertente de convívio pessoal; temos, ainda, uma imensidão de antigos policiaristas que nos continuam a ler e de quem vamos tendo notícias, de vez em quando.
Então, queixamo-nos de quê?
Em que época do Policiário foi possível reunir tão bons meios para estarmos unidos em torno daquilo que gostamos: O Policiário!
Claro que todos queriamos mais e mais! Gostariamos de ter 500 ou 600 pessoas reunidas a uma mesa em confraternização franca e alegre; gostariamos de ter o rosto e a palavra de todos e não apenas um pseudónimo, mas são assim os tempos actuais! Hoje, namora-se, trocam-se intimidades, vive-se em frente de um computador! É mau? É bom? Só o futuro poderá responder.
Esta nova Era, também nas relações interpessoais, é a realidade! Nós, ainda a vamos tentando contrariar, mas somos nós que estamos a ser ultrapassados, não eles a serem alcançados!
Meus caros, esta discussão (pela positiva, claro) é uma discussão sobre a fartura e não sobre a míngua! Não estamos a discutir como salvar uma secção por não ter "clientes", mas a discutir como trazer uma parte desses "clientes" para uma realidade que eles não procuram nem procuraram nunca.
A secção Policiário é para medirmos "forças" perante problemas policiários. Esse desafio foi aceite por milhares de pessoas, uma parte escreve e responde, outra parte (não tão pequena assim), limita-se a responder para si e depois comparar. Alguns, bastantes, depois escrevem-nos e contar como foi. Depois passam a concorrer ou simplesmente voltam à "clandestinidade".
PORTANTO, a nossa missão está cumprida, perante aquilo que nos propusemos: criar um espaço para as pessoas lerem desafios policiários e tentarem dar-lhes resposta.
A questão, agora, é perante as dificuldades que poderão surgir e de que já falámos, de a secção poder ter sobressaltos.
Aí é que as questões são mais melindrosas e uma série de acções "falhadas", ou seja, que não registem dimensão suficiente para quem pretende mostrar a sua força, podem deitar tudo a perder.
Temos uma boa dimensão pelos participantes que temos, mas poderemos ter uma dimensão minúscula se organizarmos um evento que não registe participação. E nessa altura, quem está de faca e garfo à espera do banquete da degola dos inocentes, poderá dar o salto definitivo.
Quer-se dizer: A nossa missão é fazer os torneios, ter participantes, mostrar que se pode reunir nas páginas de um jornal dois milhares de pessoas para exercitarem a inteligência, em troco de muito pouco. Isso, perdoem-nos a imodéstia, conseguimos fazer de modo a calar completamente as vozes obtusas que se vão levantando, aqui e ali.
Fazer eventos e dar-lhes um cunho de demonstração de uma força que se não tem...
Meus caros, parece que estamos todos metidos num imenso buraco, de onde não sabemos ou conseguimos sair, mas não é assim!
Vejamos: Temos mais de 2000 pessoas que se dão ao "trabalho" e não é pouco, como sabemos, de comparecer aos torneios, mesmo que esporadicamente e que acompanham o Policiário; temos um grupo muito mais restrito, que valoriza e segue o Policiário também pela sua vertente de convívio pessoal; temos, ainda, uma imensidão de antigos policiaristas que nos continuam a ler e de quem vamos tendo notícias, de vez em quando.
Então, queixamo-nos de quê?
Em que época do Policiário foi possível reunir tão bons meios para estarmos unidos em torno daquilo que gostamos: O Policiário!
Claro que todos queriamos mais e mais! Gostariamos de ter 500 ou 600 pessoas reunidas a uma mesa em confraternização franca e alegre; gostariamos de ter o rosto e a palavra de todos e não apenas um pseudónimo, mas são assim os tempos actuais! Hoje, namora-se, trocam-se intimidades, vive-se em frente de um computador! É mau? É bom? Só o futuro poderá responder.
Esta nova Era, também nas relações interpessoais, é a realidade! Nós, ainda a vamos tentando contrariar, mas somos nós que estamos a ser ultrapassados, não eles a serem alcançados!
Meus caros, esta discussão (pela positiva, claro) é uma discussão sobre a fartura e não sobre a míngua! Não estamos a discutir como salvar uma secção por não ter "clientes", mas a discutir como trazer uma parte desses "clientes" para uma realidade que eles não procuram nem procuraram nunca.
A secção Policiário é para medirmos "forças" perante problemas policiários. Esse desafio foi aceite por milhares de pessoas, uma parte escreve e responde, outra parte (não tão pequena assim), limita-se a responder para si e depois comparar. Alguns, bastantes, depois escrevem-nos e contar como foi. Depois passam a concorrer ou simplesmente voltam à "clandestinidade".
PORTANTO, a nossa missão está cumprida, perante aquilo que nos propusemos: criar um espaço para as pessoas lerem desafios policiários e tentarem dar-lhes resposta.
A questão, agora, é perante as dificuldades que poderão surgir e de que já falámos, de a secção poder ter sobressaltos.
Aí é que as questões são mais melindrosas e uma série de acções "falhadas", ou seja, que não registem dimensão suficiente para quem pretende mostrar a sua força, podem deitar tudo a perder.
Temos uma boa dimensão pelos participantes que temos, mas poderemos ter uma dimensão minúscula se organizarmos um evento que não registe participação. E nessa altura, quem está de faca e garfo à espera do banquete da degola dos inocentes, poderá dar o salto definitivo.
Quer-se dizer: A nossa missão é fazer os torneios, ter participantes, mostrar que se pode reunir nas páginas de um jornal dois milhares de pessoas para exercitarem a inteligência, em troco de muito pouco. Isso, perdoem-nos a imodéstia, conseguimos fazer de modo a calar completamente as vozes obtusas que se vão levantando, aqui e ali.
Fazer eventos e dar-lhes um cunho de demonstração de uma força que se não tem...
sábado, 26 de dezembro de 2009
SECÇÃO DO MILÉNIO
Não podemos deixar de registar aqui a mensagem de DOMINGOS CABRAL / ZÉ DOS ANZÓIS, para todos nós, os mais "velhotes" destas coisas, o sempre e só INSPECTOR ARANHA, sobre o assunto.
Tomemos a devida nota:
Luis
Tens toda a razão c/a "água na fervura", com o apelo de prudência que acabas de formular, dada a pouca capacidade de mobilização dos policiaristas e as consequências de promovermos iniciativas menos conseguidas. Mas, também,não devemos acomodarmo-nos no fatalismo. Haverá é que tentar trabalhar melhor, proporcionando, por exemplo, nos Convívios que promovemos, outros motivos de interesse para além do habitual almoço, que talvez por ser só isso reunem habitualmente sempre as mesmas caras.
Creio que este teu alerta se fundamente nas ideias que têm sido apresentadas para as comemorações do milésimo. E, como até agora, tenho sido eu o principal "alimentador" das mesmas, gostaria de acrescentar o seguinte:
1º Obviamente que não pretendo que se concretizem todas as sugestões formuladas. Delas -- e das demais que surgirem -- apenas deverão ser seleccionadas as melhores e mais exequíveis para constituir o programa final;
2º Entendo, também, que a comemoração de um evento deste significado não deverá confinar-se a um único fim de semana. Seria bastante redutor. Daí que um colóquio num fim de semana -- sem necessidade de contar com muitas dezenas de pessoas -- mais algumas iniciativas, em dois outros fins de semana, que podem resultar sem necessidade de grande número de presenças, por serem promovidas em salas de pequena capacidade (a teatrealização de um problema policial, ou uma pequena peça de teatro ), a culminar, no grande e último dia das comemorações, com, por exemplo, a exposição das 1.000 Secções e o almoço de confraternização final,
este sim, com uma grande participação,seria, creio, uma idea de programa final a aprofundar
3º - Para finalizar,e com vista a uma grande -- e necessária - mobilização para o almoço de convívio, pela qual todos nos devemos empenhar a fundo, aqui deixo mais uma ideia: que cada um de nós (todos, mas em especial aqueles que sempre comparecem aos convívios) assumam o COMPROMISSO de levarem pelo menos mais um confrade (entre aqueles que nunca foram ou que já deixaram de ir).
A falta de presenças nos convívios tem sido um factor de que habitualmente nos queixamos,mas, o que é que cada um de nós tem feito para inverter tal situação ? Para dar o exemplo, e o pontapé de saída, comprometo-me aqui e agora a levar ao almoço dois amigos (antigos policiaristas) que há muitos anos deixaram de comparecer nestes eventos. Quem mais aceita o repto ?
Domingos Cabral /Zé dos Anzóis
26 de Dezembro de 2009 17:47
Tomemos a devida nota:
Luis
Tens toda a razão c/a "água na fervura", com o apelo de prudência que acabas de formular, dada a pouca capacidade de mobilização dos policiaristas e as consequências de promovermos iniciativas menos conseguidas. Mas, também,não devemos acomodarmo-nos no fatalismo. Haverá é que tentar trabalhar melhor, proporcionando, por exemplo, nos Convívios que promovemos, outros motivos de interesse para além do habitual almoço, que talvez por ser só isso reunem habitualmente sempre as mesmas caras.
Creio que este teu alerta se fundamente nas ideias que têm sido apresentadas para as comemorações do milésimo. E, como até agora, tenho sido eu o principal "alimentador" das mesmas, gostaria de acrescentar o seguinte:
1º Obviamente que não pretendo que se concretizem todas as sugestões formuladas. Delas -- e das demais que surgirem -- apenas deverão ser seleccionadas as melhores e mais exequíveis para constituir o programa final;
2º Entendo, também, que a comemoração de um evento deste significado não deverá confinar-se a um único fim de semana. Seria bastante redutor. Daí que um colóquio num fim de semana -- sem necessidade de contar com muitas dezenas de pessoas -- mais algumas iniciativas, em dois outros fins de semana, que podem resultar sem necessidade de grande número de presenças, por serem promovidas em salas de pequena capacidade (a teatrealização de um problema policial, ou uma pequena peça de teatro ), a culminar, no grande e último dia das comemorações, com, por exemplo, a exposição das 1.000 Secções e o almoço de confraternização final,
este sim, com uma grande participação,seria, creio, uma idea de programa final a aprofundar
3º - Para finalizar,e com vista a uma grande -- e necessária - mobilização para o almoço de convívio, pela qual todos nos devemos empenhar a fundo, aqui deixo mais uma ideia: que cada um de nós (todos, mas em especial aqueles que sempre comparecem aos convívios) assumam o COMPROMISSO de levarem pelo menos mais um confrade (entre aqueles que nunca foram ou que já deixaram de ir).
A falta de presenças nos convívios tem sido um factor de que habitualmente nos queixamos,mas, o que é que cada um de nós tem feito para inverter tal situação ? Para dar o exemplo, e o pontapé de saída, comprometo-me aqui e agora a levar ao almoço dois amigos (antigos policiaristas) que há muitos anos deixaram de comparecer nestes eventos. Quem mais aceita o repto ?
Domingos Cabral /Zé dos Anzóis
26 de Dezembro de 2009 17:47
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