Encontrámos por acaso esta foto e resolvemos partilhá-la...
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| O INSPECTOR FIDALGO COM AS SUAS "DORES DE CABEÇA" |
Parece ser coisa do passado longínquo para a malta da era do digital, do e-mail e afins, mas a imagem é do tempo em que as soluções aos nossos enigmas e torneios eram feitas em papel!
E o orientador ia ao PÚBLICO buscar "paletes" de cartas e postais, que os CTT faziam o favor de deixar ir em caixas, ou então era o cabo dos trabalhos! Havia cartas que estavam mal endereçadas, mas bastava haver a palavra Policiário, ia parar ao jornal, nem que fosse Policiário-Lisboa!
Depois, era a trabalheira de abrir as cartas, seleccioná-las por assuntos, por provas, etc, encontrar o tempo para ler tudo muito direitinho, com o mínimo de erros que fosse possível e depois, "à mãozinha" que nesses tempos não havia "exel" organizar classificações de mais de um milhar de "detectives"...
Bons tempos esses?

Um toque de humor do Luís Pessoa. Devia ser uma boa empreitada, mesmo ler hoje o que escrevemos já deve ser.
ResponderEliminarAbraço do Deco
Imaginar toneladas de papel em cad problema é obra. Devemos issoa ao Inspectro Fidalgo. Obrigado por manter o Policiário
ResponderEliminarCarlos Figueiras
ResponderEliminarMais de vinte anos a receber soluções (refiro-me apenas à Secção do Público. Milhares, muitos milhares... De facto toneladas, como disse o contrade Carlos Figueiras.
A propósito, ocorrem-me dois brevíssimos comentários.
Primeiro:
De reconhecimemto e apreço ao Luis Pessoa pelo seu verdadeiramente inestimável trabalho desenvolvido em prol do policiário. Poderão todos avaliar o que é ler, reler e classificar muitas centenas de soluções em cada jornada (quanta horas de trabalho mensal roubados ao lazer e à família) - quando é certo que algumas chegam a ter dez, quinze páginas? Ui, se fazer apenas uma às vezes já leva tanto tempo...
Segundo:
Claro que é impossível arquivá-las, como é compreensível. Mas quantas delas, ao longo dos tempos,pela sua excepcional qualidade técnica, literária, de originalidade (neste capítulo coisas interessantíssimas...)não teriam merecido preservação e arquivamento num condigno Museua da Problemistica Policiária Portuguesa - pelo qual o nosso Amigo Jartur, qual D. Quixote, vem lutando?
Desculpem-me, às vezes dá-me para devaneios idealistas...
"Inspector Aranha"