(Diário Popular #
5989 – 13.06.1959)

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Correspondíamo-nos há algum tempo sem nos conhecermos – explicou Quentin. – Eu
tinha combinado encontrar-me com ele esta tarde, às 13 e 30, para lhe mostrar
algumas peças. Quando cheguei, Ernest conduziu-me junto do seu patrão e
deixou-me. Vi Marckley desmaiado e corri para a cozinha, para ir buscar um
licor para o reanimar. Depois, Ernst voltou.
O inspector viu
algumas manchas de licor no fato do morto. Por sua vez o criado falou também.
- Eu devia sair
quando este senhor chegou, pois eu vou ao cinema todas as terças-feiras às 13 e
30. Percorri uns cem metros quando me lembrei de que tinha cá deixado o bilhete
de cinema que me haviam dado. Voltei a casa e encontrei este homem com uma
garrafa na mão. Ele matou o meu patrão. Tenho a certeza.
- Há quanto
tempo estava aqui ao serviço?
- Há seis
semanas, senhor inspector.
- Mostre-me o
bilhete do cinema. – pediu o inspector.
- Vou buscá-lo
ao meu quarto…
- O seu quarto,
onde, aliás, encontrei o revólver que serviu para matar este homem. –
interrompeu Fauvel. – Agente, dê-me as algemas
Qual dos homens vai Fauvel prender?
(Divulgaremos
amanhã, a solução oficial deste caso)
* *
* * *
Solução do problema
# 249
(Diário
Popular # 5983 – 06.06.1959)
Era evidente que Tito não podia ter disparado a bala, tendo nas
mãos as enormes luvas de «clown». Quando Holtz confirmou que a tenda estava às
escuras, Fauvel deduziu que o assassino não havia visto que Tito tinha calçadas
as imensas luvas quando o atingira. Caso contrário deveria ter-lhas tirado
depois de o matar.
Jarturice-250
(Divulgada em 08.Setembro.2015)
APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO
DE: J A R T U R
jarturmamede@aeiou.pt
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