segunda-feira, 30 de março de 2015

JARTURICE 088

                                                                    
                     PROBLEMAS POLICIAIS – 91 - # 088

                  (Diário Popular # 4721 – 26.11.1955)

    
     A pequena sala de audiências do Tribunal Criminal do Arizona estava à cunha e o professor Fordney seguia os acontecimentos com vivo interesse.

Rupert Durand fazia o seu depoimento:

         «Hank Brody, Clint Kevin e eu andávamos há uma semana a pesquisar minério no deserto quando se levantou uma terrível tempestade de areia. Estávamos então a oito milhas do nosso acampamento. Dentro em pouco, perdemo-nos, Hank E Clint começaram a discutir um com o outro. Não conseguimos abrigar-nos durante as 48 horas que durou a tempestade e o vento soprava com extraordinária violência. Na manhã do segundo dia, quando a tempestade amainou, Hank afastou-se, sem dizer palavra. Cinco minutos depois, Clint seguiu na mesma direcção, oposta à do acampamento. Devem ter caminhado em círculo porque eu tomei a direcção oposta e avistei-os meia hora depois. A cerca de 200 metros de distância, com boa visibilidade, observei que Clint agarrava Hank por um ombro, fazia-o dar uma volta e abatia-o com um tiro de revólver. Corri para o local, mas Clint afastou-se sem nada me dizer. Hank estava morto.

- Trazia então esses óculos? – perguntou Fordney.
- Sim; durante a tempestade usei sempre estes óculos. Uso-os tanto para ler como para ver ao longe. Com eles vejo perfeitamente.

- Pode mostrar-mos? – inquiriu o professor.
Durand passou-lhe os óculos que Fordney limpou cuidadosamente. Em seguida, colocou-os sobre o nariz e olhando através deles para o juiz, disse.
- Durand está, evidentemente, a querer comprometer Kevin. Não pode ter visto a cena que contou… Pelo menos com estes óculos.

Em que se baseou o professor Fordney para fazer tal afirmação?


    (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)

   *     *     *     *     *
 








Solução do problema # 087
(Diário Popular # 4714 – 19.11.1955)

     Em tais condições, a casa nem sequer se teria deslocado.


     Jarturice-088 (Divulgada em 30.Março.2015)






APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO
DE: J A R T U R
jarturmamede@aeiou.pt

domingo, 29 de março de 2015

POLICIÁRIO 1234

[Transcrição da secção n.º 1234 publicada 


hoje no jornal PÚBLICO]

NOVO PRAZO PARA A PROVA N.º 2

Aquilo que tínhamos planeado para este espaço de hoje, acabou por não poder acontecer, por culpa nossa, como é evidente, mas também por “culpa” dos nossos “detectives”.
Na verdade, ocorreu uma imensa participação dos nossos confrades aos desafios da prova n.º 1, batendo por larga margem o máximo que detínhamos, o que acabou por complicar sobremaneira a classificação da prova. Acresce que, por ser a primeira, obriga a uma maior concentração e cuidado, uma vez que, como já por diversas vezes referimos, há que seleccionar as melhores 512 soluções de um universo de milhares, para os seus titulares poderem passar à eliminatória seguinte, o que é substancialmente diferente de escolher a melhor proposta entre duas, como passa a ser a regra nas eliminatórias seguintes.
Desta forma, como é ponto assente que nunca terminará um prazo para envio de uma solução sem que os confrades saibam se ficaram apurados para a eliminatória seguinte e com quem vão disputar a possibilidade de prosseguirem em prova, só nos resta fazer um adiamento estratégico do prazo limite para envio das propostas de solução para os desafios da prova n.º 2, que passará a ser o dia 10 de Abril.
De qualquer das formas, logo que estejam disponíveis os elementos classificativos da prova n.º 1 e, principalmente, os confrontos para a 2.ª eliminatória da Taça de Portugal, serão de imediato publicados no nosso blogue “Crime Público”, que pode ser acedido em http://blogs.publico.pt/policiario.



MEMÓRIAS DO POLICIÁRIO: O CONFRADE BIG BEN

Quando em 1975 nos iniciámos nestas coisas do Policiário, nas páginas do “Mundo de Aventuras” e pela mão do saudoso Sete de Espadas, havia um grupo de magníficos e experientes “detectives” que nos provocavam uma admiração imensa. Nomes como Big Ben, Detective Misterioso, Detective Invisível, M. Constantino, Leiria Dias, Inspector Aranha, Jartur, Inspector Moisés, Doutor Aranha, M. Lima e tantos outros, muitos deles infelizmente já desaparecidos, mereciam-nos um respeito total.
O nosso homenageado de hoje, que no nosso espaço se identificou como Figaleira, um pseudónimo que surgiu pela utilização das iniciais dos seus netos, era um desses “monstros sagrados”, precisamente como Big Ben e, mais tarde como Mêbêdê, usando as iniciais do seu próprio nome, Manuel Barata Dinis.
Natural de Alvares, a terra dos seus amores, radicado na Amadora há muitas décadas, a simples citação do seu pseudónimo era suficiente para causar algum frémito entre os “detectives”, pela certeza de estarmos perante um decifrador de tal qualidade que não deixava ninguém indiferente.
Também como produtor de enigmas policiários brilhou, com problemas de bom nível, com destaque para um que publicou no “Mistério…Policiário” do Mundo de Aventuras, com um pormenor de excelente recorte e que provocou uma hecatombe nas classificações, utilizando os seus conhecimentos profissionais de uma especificidade de um tipo de tecido, pormenor até aquele momento completamente ignorado por todos.
Homem de boa cultura e grande amante da Língua Portuguesa, conseguia “brincar” com as palavras e transformá-las em jogos de Palavras Cruzadas e Charadas, tornando-se um dos expoentes maiores do nosso país, sob o pseudónimo de Mr. King.
Infelizmente para nós, este confrade está retirado da actividade policiária, por problemas de visão.
Deixamos aqui um problema publicado pelos três “Zés”, o dos Anzóis, o da Vila e o de Viseu, na secção “Mundo dos Passatempos”, do jornal “O Almeirinense”, em 15 de Outubro de 2006.

O LEITOR RESOLVE

Autor: Figaleira / Big Ben

O leitor tem um amigo que é grande estudioso de História e colecciona peças, artigos e relíquias históricas, o qual teimou consigo para o acompanhar a uma exposição em que se vendem "troféus históricos a um preço inigualável", organizada por um antiquário de renome, que diz vender parte da sua colecção para custear outra viagem arqueológica.
O leitor e o seu amigo entram na sala e são apresentados ao expositor, que se mostra muito agradável e se dirige convosco para as mesas e vitrinas onde se encontram os exemplares e troféus. Ele pretende convencer-vos, fazendo comentários sobre os objectos e o seu preço. Pega num e diz: "Eis uma pulseira de ouro puro, encontrada no túmulo de um dos mais antigos faraós egípcios. Reparem nos característicos hieróglifos que contém. E aqui (acrescenta ele, apontando para uma figura de um oriental, rechonchudo e de cócoras) está um Buda autêntico, vindo do Tibete."
Depois, conduz-vos para outra mesa, pegando noutro objecto: "Eis um verdadeiro tesouro (exclama) – uma inscrição recolhida num túmulo persa." Passa os dedos sobre os caracteres, já amarelecidos e ressequidos, apontando para um canto da folha. "Olhem para isto – 60 a.C. É o que, realmente, lhe dá um valor incalculável! Ah, como lamento ser obrigado a vender todos estes tesouros!"
Ambos continuam a apreciar as demais peças expostas – antigos toucados indígenas, armas, roupas, utensílios de cozinha e coisas do género. Entretanto, o expositor pede desculpa e afasta-se, para atender uma chamada telefónica.
O seu amigo vira-se para si, entusiasmado: "Não é maravilhoso? Esta é uma oportunidade como há poucas, de enriquecer a minha colecção. Estou desejoso de começar a falar com ele sobre os preços.
O leitor detém o seu amigo pelo braço e diz-lhe: "Se estivesse no seu lugar, começaria por investigar, seriamente, a origem de certos objectos. Alguns podem ser autênticos, mas um, pelo menos, tenho a certeza de que é uma falsificação…”

Pergunta-se: Qual a razão desta afirmação do leitor?

SOLUÇÃO:
O objecto que tem a indicação de 60 a.C. é falso, por ser impossível indicar aquilo que ainda não sucedera; isto é – 60 anos antes de Cristo!

FALTAM 2 DIAS

No próximo dia 31 de Março, termina o prazo para envio de originais para o Concurso de Contos de homenagem a Manuel Constantino, promovido pela TPL – Tertúlia Policiaria da Liberdade e cujo regulamento publicámos na passada semana e está disponível, a toda a hora, no blogue CRIME PÚBLICO (http://blogs.publico.pt/policiario) ou no sítio do confrade Daniel Falcão, CLUBE DE DETECTIVES (http://clubededetectives.net.)


JARTURICE 087

                                                        
 PROBLEMAS POLICIAIS – 90 - # 087
                     (Diário Popular # 4714 – 19.11.1955)
        
         - Bom dia meus senhores – disse o professor Fordney, ao entrar na sala da classe, acompanhado por um cavalheiro de aspecto distinto. – Trago-lhes uma celebridade. Temos junto de nós o inspector Marcel Guidont, da «Sureté» francesa. Apresento-lhe os meus discípulos, inspector.
        
         Feitas as apresentações, Fordney convidou o francês a pôr à prova com um problema de lógica, a inteligência dos seus alunos, ao que Guidont acedeu, apresentando a seguinte hipótese:
        
«Um amigo meu, residente na província, recebeu recentemente uma tentadora proposta de compra do terreno onde ele fizera construir uma pequena vivenda. Como o homem gostava da sua casa e era, por acaso, proprietário de um outro terreno, ali perto, decidiu transportar a casa. Após algumas diligências, conseguiu colocar a vivenda num plano inclinado, sobre um tronco de três pés de diâmetro. E agora, pergunta-se:


Que distância avançaria a casa, a cada rotação completa do tronco?

            (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)


   *     *     *     *     *







Solução do problema # 086
(Diário Popular # 4700 – 05.11.1955)

Se Sellstrom não era o dono do avião e Diamond não era nem o piloto nem o dono do aparelho, então só Volimer podia ser o proprietário da aeronave. Assim, não é difícil concluir que o náufrago delirante é, por exclusão de partes, Shellstron.
        
Nota:
Com ligeiras alterações, o problema a que se refere esta
solução, foi publicado, também, em 18.09.1954, e aqui com o
# 038, em 08.02.2015.
 Jartur
                                                           
Jarturice-087 (Divulgada em 29.Março.2015)





APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO

DE: J A R T U R
jarturmamede@aeiou.pt


sábado, 28 de março de 2015

JARTURICE 086

                                                                
                              PROBLEMAS POLICIAIS – 89 - # 086
 (Diário Popular # 4700 – 05.11.1955)
        
O barco costeiro «Reliance» encontrou, há dias, três homens que navegavam à deriva a bordo de um salva-vidas de avião.
Dois dos náufragos estavam já inconscientes e o terceiro quase delirante. No entanto, a instâncias do professor Fordney, este último conseguiu informar que os três se chamavam Charles Diamond, Harold Sellstrom e Cristian Volimer. Mas não se conseguiu que dissesse a quem correspondia cada um desses nomes.

Entre os documentos dos náufragos, foi encontrado o contrato de aluguer do avião a Harold Sellstrom.

Outras diligências levaram à conclusão de que os três homens procuravam emigrar clandestinamente da América para Dacar.

Descobriu-se ainda que:

Diamond se divorciara recentemente.

Antes de embarcar no avião, o dono do aparelho manifestara ciúmes pelas atenções que o náufrago agora delirante prodigalizava à namorada dele, dono do avião.

Por tal facto, o náufrago delirante oferecera-se para ficar em terra mas como era ele o único piloto experimentado, Diamond insistira por que ele partisse.

Diamond dissera também que o piloto provavelmente atiraria ao mar o dono do avião, logo que alcançassem o oceano.

Com estes elementos, Fordney logrou identificar o náufrago delirante.

Quem é ele?

        (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)

   *     *     *     *     *










Solução do problema # 085
(Diário Popular # 4693 – 29.10.1955)

Comecemos por apurar quem é o chefe da quadrilha. Não é Louis Segal (1), nem Anton Kroll, nem Sam Chaplin (2) e, portanto, só poderá ser Dan Morgan. Ora Dan Morgan não é o assassino, embora seja o chefe do bando (4). O assassino não é Louis Segal (2 e 4) e Anton Kroll também não (5). Portanto, foi Sam Chapin quem matou o guarda.

    Jarturice-086 (Divulgada em 28.Março.2015)








APESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO
 DE: J A R T U R
jarturmamede@aeiou.pt

sexta-feira, 27 de março de 2015

JARTURICE 085

                                                                
 PROBLEMAS POLICIAIS – 88 - # 085

                        (Diário Popular # 4693 – 29.10.1955)
        
Quatro presos da Cadeia de Montreal arrancaram da parede pedaços de cano de água com os quais agrediram selvaticamente os guardas, tendo-se depois posto em fuga através de um buraco feito no chão. Os fugitivos chamavam-se Dan Morgan, Sam Chapin, Louis Segal, e Anton Kroll e estavam todos cumprindo penas por assaltos à mão armada.
Organizada a perseguição, o bando foi cercado a quinze milhas da cadeia. Após um combate, no decurso do qual dois dos bandidos foram feridos, conseguiu-se prender a quadrilha – mas um dos membros matara a tiro o guarda Don Burton.
Fordney interrogou os quatro homens, mas nenhum deles se prestou a dar quaisquer informações relativas a si próprio ou aos outros.
Ao cabo de algumas diligências, o Professor conseguiu porém apurar que:
1 - O chefe da quadrilha era um dos quatro, antigo bailarino e poliglota consumado.
2 – Durante algum tempo, o feio Segal e o elegante chefe do bando haviam andado desconfiados um do outro.
3 – Uma semana antes da sua prisão, Sam Chapin e o chefe haviam ganho 4.000 dólares ao jogo em casa de Anton Kroll. Kroll nunca joga.
4 – O chefe e o preso que matou o guarda são bons amigos. Tiveram em tempo uma casa de jogo em Cuba.
5 – Anton Kroll e o assassino eram casados com duas gémeas que nada sabiam acerca da sua conduta criminosa.
Possuidor destes elementos, Fordney logrou descobrir o nome do assassino do guarda.

Quem é ele?
  
    (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)


   *     *     *     *     *
 








Solução do problema # 084
(Diário Popular # 4686 – 22.10.1955)

Vejamos primeiro quem é a ajudante do hipnotizador. 1) Não é Clara Walsh. 2) Também não é Daisy Hunt. Por conseguinte, é Wanda Heynor.
Daisy Hunt (2) e a rapariga morta eram coristas há dez anos, enquanto Wanda só trabalhava no teatro há dois anos. Como nenhuma delas é a rapariga morta, esta tem que ser, forçosamente, Clara Walsh.



  Jarturice-085 (Divulgada em 27.Março.2015)







APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO
DE: J A R T U R
jarturmamede@aeiou.pt

quinta-feira, 26 de março de 2015

JARTURICE 084

                                                         
                    PROBLEMAS POLICIAIS – 87 - # 084
 (Diário Popular # 4686 – 22.10.1955)
        
         - Não deves ligar muita importância às lágrimas daquele torrãozinho de açúcar – disse uma das três mulheres que seguiam a senhora Kinsella, a dona da pensão, que subia penosamente os degraus para lhes mostrar os quartos que as mulheres acabavam de alugar. – Além disso – prosseguiu a mulher que primeiro falara – ela trabalha com um hipnotizador e por isso anda sempre na lua. Se juntarmos o amor a tudo isso…
         «Sabe a quem se referia a mulher que assim falou? – perguntou Fordney à senhora Kinsella.
         - Referia-se a uma das outras no teatro e deram os nomes duas que a acompanhavam mas ignoro a qual delas. As três mulheres disseram-me que trabalhavam no teatro e deram os nomes de Daisy Hunt, Clara Walsh e Wanda Reynor mas não me dei ao trabalho de averiguar a quem correspondiam, respectivamente, esses nomes. Uma delas, de brincadeira, certamente, fez o comentário que reproduzi há pouco mas não me voltei para trás para ver quem falava.
         - Portanto – disse Fordney – não sabe como se chama a mulher que encontrou morta na cama, esta manhã?
         - Não, senhor – afirmou a senhora Kinsella.
         - E onde estão as outras duas?
         - Desapareceram.
         Ao examinar a mala da morta, Fordney deparou com um programa cujos dizeres, juntamente com as declarações que a senhora Kinsella, lhe permitiram identificar a mulher que sucumbira a uma forte dose de veronal.
         O dito programa informou-o de que:
         1) Clara Walsh e a ajudante do hipnotizador haviam organizado um espectáculo, de sua iniciativa, com o qual esperavam obter contratos na América do Sul.
         2) Daisy Hunt e a rapariga morta haviam começado a sua vida de coristas há dez anos.
         3) A ajudante do hipnotizador começara a trabalhar no teatro apenas há dois anos.

         Como se chama a morta?

           (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)

   *     *     *     *     *









Solução do problema # 083
(Diário Popular # 4679 – 15.10.1955)

Loken morrera instantaneamente. Se ele tivesse cortado o pescoço, a navalha aberta teria caído no chão, mas Fordney encontrou-a, fechada, na beira do lavatório.



   Jarturice-084 (Divulgada em 26.Março.2015)







APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO
DE: J A R T U R
jarturmamede@aeiou.pt

quarta-feira, 25 de março de 2015

MAIS PRAZO PARA A PROVA N.º 2

NOVO PRAZO PARA A PROVA N.º 2

A imensa participação dos nossos confrades aos desafios da prova n.º 1, batendo por larga margem o máximo que detínhamos, acabou por complicar sobremaneira a classificação da prova. 
Acresce que, por ser a primeira, obriga a uma maior concentração e cuidado, uma vez que, como já por diversas vezes referimos, há que seleccionar as melhores 512 soluções de um universo de milhares, para os seus titulares poderem passar à eliminatória seguinte, o que é substancialmente diferente de escolher a melhor proposta entre duas, como passa a ser a regra nas eliminatórias seguintes.
Desta forma, como é ponto assente que nunca terminará um prazo para envio de uma solução sem que os confrades saibam se ficaram apurados para a eliminatória seguinte e com quem vão disputar a possibilidade de prosseguirem em prova, só nos resta fazer um adiamento estratégico do prazo limite para envio das propostas de solução para os desafios da prova n.º 2, que passará a ser o dia 10 de Abril.
De qualquer das formas, logo que estejam disponíveis os elementos classificativos da prova n.º 1 e, principalmente, os confrontos para a 2.ª eliminatória da Taça de Portugal, serão de imediato publicados AQUI no nosso blogue “Crime Público”.