sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

JARTURICE 057

PROBLEMAS POLICIAIS – 60 - # 057         
                            (Diário Popular # 4458 – 05.03.1955)
        
O cadáver horrivelmente mutilado de uma linda rapariga de olhos verdes fora encontrado por um pescador na praia de um pequeno lago ao norte de Visconsin.
         Encontrando-se de férias naquela região, Fordney interessou-se pelo caso. Não havia qualquer pista para a identificação da rapariga, excepto um pedaço de papel rasgado, que fora encontrado a cinquenta jardas do corpo e dizia apenas «Calico Dale».
         As investigações do professor revelaram que «Calico Dale» era uma quinta, distante, vinte milhas, e que fora alugada seis meses antes por quatro raparigas que se dedicavam à agricultura. As quatro raparigas eram: Sylvia Lane, Bernice Sloan, Myra Bubley e Carmen Manzoni. Uma delas tinha os mesmos sinais da rapariga assassinada.
         Fordney encontrou a quinta deserta, mas conseguiu reunir as seguintes informações:
         1) A rapariga que alugara a quinta tinha olhos azuis; As outras três tinham olhos verdes.
         2) A rapariga de olhos azuis era de Minesota. Mira Bubley e Carmen Marzoni haviam chegado de comboio. Sylvia Lane, que não estivera no Médio-Oriente, chegara num avião alugado.
         3) Uma das quatro era hipnotizadora amadora.
         4) Na noite anterior à da sua partida da quinta, Sylvia Lane e a rapariga morta haviam convencido a hipnotizadora a hipnotizar a última.
         5) Carmen Manzoni dissera antes a um psiquiatra que a rapariga de olhos azuis tinha a certeza de que a hipnotizadora era uma psicopata.
         6) A rapariga assassinada e a hipnotizadora eram ambas órfãs.
        
Com estes elementos, Fordney conseguiu identificar a rapariga.

Consegui-lo-á o leitor também?

 (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)

*     *     

 




Solução do problema # 056
(Diário Popular # 4451 – 26.02.1955)

Nenhum soldado de cavalaria em parada segura as rédeas com a mão direita. De contrário, ficaria impossibilitado de fazer a continência ou servir-se de uma arma.

 Jarturice-057 (Divulgada em 27.Fevereiro.2015)

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

JARTURICE 056

Bom dia, Amigos:
Mais um degrau, na história da problemística policiária publicada em Portugal.
Reparem, que o problema que hoje vos envio, foi publicado no «Diário Popular»,
precisamente neste dia... mas há 60 anos atrás. Pura coincidência. Isto não estava
previsto nem programado. 
Programados, prometidos e cumpridos, estão sempre os habituais abraços do
Jartur


PROBLEMAS POLICIAIS – 59 - #056       
 (Diário Popular # 4451 – 26.02.1955)
                      
        
- Quase toda a gente aprecia uma parada – disse Fordney para os seus alunos, na Universidade – e eu não sou excepção à regra. Nada há tão colorido como a parada militar que comemora o aniversário de Sua Majestade Britânica. Há anos, antes da guerra, tive a sorte de contemplar esse soberbo espectáculo, quando estava de visita a Shepart, da Scotland Yard.
         Conseguimos um lugar mesmo junto à tribuna da Família Real. Eu estava fascinado com o desfile das tropas. O meu velho amigo coronel Lawton, à frente das «Coldstream Guards», era o perfeito exemplo do soldado britânico ao passar, segurando com a sua forte mão direita as rédeas do cavalo negro, nervoso e ágil. Quando chegou em frente da tribuna, o Rei Jorge teve um sorriso de aprovação e, no mesmo instante, a Rainha, voltando ligeiramente a cabeça, reconheceu-me e sorriu. «É caso para se sentir orgulhoso – sussurrou-me Shepart. – Foi há dois anos que você conheceu Sua Majestade, não foi?».
         Fiz um gesto de assentimento e assegurei-lhe que, se não fosse a sua presença a meu lado, Sua Majestade provavelmente não me teria reconhecido. Quando eu tivera a honra de lhe ser apresentado, Shepart acabava de executar uma tarefa delicada para Sua Majestade. Ao deixarmos a tribuna, terminada a parada, um funcionário dirigiu-se a mim, dizendo: «Professor Fordney, Sua Majestade gostaria…».
         - É evidente, professor, que o senhor causou forte impressão à Rainha – interrompeu um dos alunos. Jim Barry, com um sorriso. – Mas acho que está de novo a pôr à prova o nosso espírito de observação.
         Fordney soltou uma risada.
         - Você está a fazer progressos, meu rapaz. Vamos, diga lá diante de todos qual foi o erro grosseiro que eu introduzi na minha narração…

         Depressa, leitor, diga lá qual foi o erro! Então? Não sabe?      

 (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)

         *     *     *    






              Solução do problema # 055
(Diário Popular # 4445 – 19.02.1955)        

O cheque passado pelo proprietário do carro, em nome de Cedric Agar, indica que o dito proprietário era Leonard Ball ou Alfred Huntley. Como sabemos pela alínea 4) que Leonard Ball não era o dono do carro, este teria que ser Alfred Huntley.
Pelas alíneas 1) e 2) sabemos que o sobrevivente e Ball eram casados, enquanto as alíneas 3) e 4) indicam que o proprietário do carro era solteiro.
Por conseguinte, Alfred Huntley (o solteiro) não era o sobrevivente e, como Leonard Ball não podia ser o sobrevivente, como se prova na alínea 4), este só poderia ser Cedric Agar.

                                                                                   
Jarturice-056 (Divulgada em 26.Fevereiro.2015)







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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

JARTURICE 055

 PROBLEMAS POLICIAIS – 58 - # 055
 (Diário Popular # 4445 – 19.02.1955)


Quando o professor Fordney seguia por uma estrada da Holanda, deparou com um carro esmigalhado, junto do qual se encontravam os cadáveres de três homens.
         Dois desses homens estavam mortos: o terceiro foi levado para o hospital, inanimado.
         Pelo exame do seu vestuário, Fordney chegou à conclusão de que todos eles eram cidadãos americanos. E pelo exame dos seus documentos, Fordney verificou que os três homens se chamavam Leonard Ball, Cedric Agar e Alfred Huntley.
         Entre os documentos encontrava-se um cheque passado a favor de Cedric Agar pelo dono do carro.
         Fordney apurou ainda que:
         1) A esposa de Leonard Ball era uma conhecida novelista que escrevia sob um pseudónimo.
         2) A esposa do homem inanimado era uma milionária que ameaçara o marido de requerer o divórcio se este continuasse a ser-lhe infiel.
         3) O proprietário do carro incitava-a secretamente ao divórcio, facto que o sobrevivente só recentemente descobrira.
         4) Leonard Ball, que era casado com uma prima da mulher do sobrevivente, esforçara-se por reconciliar os dois esposos e admoestara o proprietário do carro, que estava noivo da filha de um fazendeiro, pela sua atitude.
         Fordney estudou os seus apontamentos e finalmente foi enviar um telegrama à esposa do sobrevivente.
        
         Quem era o sobrevivente?

(Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)


 *     *     *     *     *
 




Solução do problema # 054
(Diário Popular # 4438 – 12.02.1955)

       Se o homem já estivesse morto quando McHughn o encontrara não teria deixado o estofo do carro empapado de sangue.
       Realmente, McHughn matara o chantagista a tiro (com uma pistola que lançara depois ao lago) na estrada, mas depois, em vez de esperar que o homem morresse, foi tomado de pânico e meteu-o no carro quando ainda sangrava copiosamente, levando-o para a Morgue. Foi esse momento de pânico que o perdeu.

                                                                                   
Jarturice-055 (Divulgada em 25.Fevereiro.2015)






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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

JARTURICE 054

 PROBLEMAS POLICIAIS – 57 - # 054
 (Diário Popular # 4438 – 12.02.1955)        
   
 Irritado, Clifford McHughn rasgou a nota em pedacinhos. Só havia um processo seguro de tratar com um chantagista. Era necessário, porém, vencer a timidez que sempre assalta os homens que para se livrarem duma situação embaraçosa, juraram matar um semelhante. E são precisamente as indecisões, o terror, o medo que os deita a perder quando a polícia entra em campo. Mas McHughn jurou a si mesmo matar, mas matar com audácia, de maneira que do seu acto não ficassem vestígios de hesitações comprometedoras. Além disso, ninguém sabia que ele conhecia Dorrance e quando se apurasse que Dorrance era um antigo condenado, as investigações não passariam de mera rotina. Tudo correra às mil maravilhas, com certeza.

         Fordney lançou um olhar de curiosidade ao interior do «sedan» cujo assento traseiro se achava empapado de sangue e seguiu para a Morgue.
         Quando o cadáver foi colocado sobre a lúgubre ardósia, McHughn disse:
         - Encontrei este homem na estrada velha, a cerca de quinze milhas ao norte ao norte de Oakdale. Vinha da minha vivenda em Blake Gost Lake para a cidade quando os meus faróis lhe acertaram em cheio. Examinei-o, vi que estava morto e trouxe-o para cá.
         - Não sabia que não se deve tocar num cadáver enquanto não chegar a Polícia? – resmungou o chefe Swanson.
         - Claro que sabia! – redarguiu McHughn – mas o telefone mais próximo ficava a doze milhas. Queria que deixasse lá o corpo para ser devorado pelos lobos?
         Nos bolsos do cadáver, apenas foi encontrado um talão de consumo de um bar de uma terra distante.
         - Porque não levou este homem a um médico? – perguntou Fordney.
         - Ora essa! Porque ele estava morto!
         - Como se chama a vítima?
         - Sei lá! Não o conheço.
         O criminologista examinou o talão de consumo de bar e retorquiu:
         - Você está a mentir!

         Como descobrir Fordney que Mc Hughn mentira?

   (Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)


                   *     *     *     *     *






Solução do problema # 053
(Diário Popular # 4431 – 05.02.1955)

O professor concluiu pela culpabilidade de Jordan pois não se encontram na viga os vestígios que a corda teria deixado se a mulher se houvesse, de facto, suicidado pela forma referida por Jordan. Portanto, Fordney concluiu, e bem, que Jordan estrangulara a mulher com aquela corda e armara depois aquela cena para ludibriar a Polícia.

                                                                                   
Jarturice-054 (Divulgada em 24.Fevereiro.2015)





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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

JARTURICE 053

  
            PROBLEMAS POLICIAIS – 56 - # 053
 (Diário Popular # 4431 – 05.02.1955)

 - Era horrível, estar a li tão perto e não poder salvá-la! – Dizia Bem Jordan ao professor Fordney. – Caminhava pela alameda do jardim, em direcção a casa, quando a vi, pela janela, de pé em cima de um banco, passar a corda pela viga, amarrá-la, passá-la ao pescoço e saltar. Quando cheguei ao pé dela, estava tão horrorizado que desmaiei. Quando voltei a mim, fiquei receoso de que me acusassem de a ter morto mas, mesmo assim, cortei a corda e fui telefonar à Polícia.
Conquanto a viga que Jordan dissera ter sido utilizada por sua mulher para suspender a corda com que se enforcara não mostrasse quaisquer vestígios dessa mesma corda, Fordney notei as marcas das solas dos sapatos da mulher sobre o banco a que ele aludira. A corda deixara no pescoço da mulher a sua marca arroxeada. Também não havia dúvidas quanto ao facto de a corda ter sido recentemente cortada.
- Se eu não tivesse saído de casa depois da nossa discussão – murmurou Jordan – nunca isto teria acontecido!
O professor examinou o cadáver. Os sinais de morte por enforcamento eram patentes: a face apresentava-se azulada e a língua saída da boca.
- Diga-me uma coisa, Jordan – interrompeu o professor. – Você encontrou alguém no caminho ou pode, de alguma maneira, provar o seu álibi?
- Eu… não… que me lembre, não encontrei ninguém… De resto estava tão nervoso que…
- Você assassinou sua mulher! – exclamou Fordney mirando, enfaticamente, os sapatos do homem.

Como soube Fordney que a mulher se não enforcara voluntariamente mas fora assassinada pelo marido?

(Divulgaremos amanhã, a solução oficial deste caso)

       *




 
Solução do problema # 052
(Diário Popular # 4424 – 29.01.1955)

1 – É evidente que o chefe não é o mecânico. E é também evidente que Axel Drew não é o chefe nem o mecânico.
                            2 – Pierre Meget não é o mecânico nem o famoso atirador.
         3 – Tom Reardon não é o chefe nem o mecânico. Portanto, Axel Drew fica eliminado como chefe, mecânico ou atirador famoso. Assim, como Pierre Meget não é o mecânico, é ele o chefe da quadrilha. E, por exclusão de partes, Ernst Krause é o mecânico.
                                                                                                                                                                     Jarturice-053 (Divulgada em 23.Fevereiro.2015)





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domingo, 22 de fevereiro de 2015

POLICIÁRIO 1229



[Transcrição da secção n.º 1229 publicada 

hoje no jornal PÚBLICO]


M. CONSTANTINO – UMA JUSTA HOMENAGEM

Aproxima-se a data em que os confrades e “detectives” vão prestar mais uma homenagem – inteiramente merecida e justa, sublinhe-se – a Manuel Constantino, um vulto ímpar na nossa actividade, pois trata-se de um policiarista que ao longo de mais de 70 anos desenvolveu trabalhos importantes na área da investigação e ensaio, ao mesmo tempo que produzia excelentes problemas policiais, de diversos tipos.
Dentro desta última vertente, o M. Constantino desenvolveu temas e adicionou muitas vezes componentes técnicas, de investigação criminal, que se transformaram em casos exemplares e problemas de estudo.
Aliás, M. Constantino é unanimemente considerado o melhor produtor nacional de problemas policiários em actividade, tendo sido campeão nacional.
Na qualidade de ensaísta, foram muitos os trabalhos de investigação que desenvolveu, quase todos publicados pela APP – Associação Policiaria Portuguesa, sem contudo conseguir que as vistas curtas do nosso movimento livreiro e editorial chegassem ao seu inestimável trabalho.
A par da sua actividade no policial, M. Constantino foi um profissional de enormes méritos, chegando às mais altas funções de responsabilidade nas Finanças, nos Tribunais e na própria vida cívica, nunca deixando de acudir com a sua competência a instituições humanitárias, culturais e cívicas da terra que o viu nascer e onde reside, Almeirim.
M. Constantino, a poucos dias de completar 90 anos de vida e 70 de actividade no campo policial, é amplamente merecedor da sincera homenagem de todo o nosso Mundo Policiário, que se vai reunir na sua cidade natal no próximo dia 17 de Maio, numa organização da Tertúlia Policiária da Liberdade, a quem damos, desde já, a palavra e que vai incluir um concurso de contos com o nome do confrade:


TERTÚLIA POLICIÁRIA DA LIBERDADE – XI CONVÍVIO

Caros confrades:
Desejo lembrar que está em marcha a preparação do XI Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade, com data marcada para 17 de Maio, em Almeirim.
Neste convívio prestar-se-á homenagem ao nosso mestre das lides policiárias Manuel Constantino que, entretanto, completará 90 anos de idade e 70 de policiarismo.
Já está lançado um concurso de contos, justamente denominado “Manuel Constantino”, cujas provas deverão enviadas até 31 de Março.
Anexo o Regulamento do Concurso, agradecendo, mais uma vez, a sua larga divulgação bem como da data e local do Convívio.
O programa completo do encontro será dado a conhecer em breve.

CONCURSO DE CONTOS "MANUEL CONSTANTINO"

REGULAMENTO

            1. - A Tertúlia Policiária da Liberdade, com o apoio da Secção Policiária do jornal PÚBLICO, promove um CONCURSO DE CONTOS que pretende homenagear e ter como inspiração a personalidade e a obra de Mestre MANUEL CONSTANTINO, por ocasião do seu 90.o aniversário.
            2. - O Concurso é aberto a todos, policiaristas ou não, sem condicionalismos de idade.
            3. – É vedada a participação de membros do júri ou seus familiares, podendo cada concorrente apresentar mais do que um original, desde que o faça utilizando pseudónimos diferentes. Os pseudónimos utilizados, bem como os textos, não poderão por qualquer forma levar à identificação do concorrente.
            4. - Os trabalhos, na modalidade de conto policiário, em língua portuguesa, deverão ser apresentados impressos em páginas de formato A4 e não deverão exceder seis páginas.
            5. - Cada trabalho, com o respectivo autor identificado apenas por um pseudónimo, deverá ser enviado pelo correio até ao dia 31 de Março de 2015, em triplicado, num sobrescrito dentro do qual também deverá ser metido outro sobrescrito bem fechado, identificado por fora com o mesmo pseudónimo e contendo um papel onde se indique o título do conto, o pseudónimo e a verdadeira identificação e o endereço do concorrente, número de telefone ou endereço de email. Outra forma de identificar o texto, que não seja a do pseudónimo, poderá acarretar a desclassificação.
            6. - A abertura dos sobrescritos contendo a identificação dos concorrentes premiados, só será efectuada após as decisões do Júri.
            7. - Dos trabalhos deverá obrigatoriamente constar, mas não como título, a frase da autoria de Manuel Constantino que a seguir se transcreve: "QUEM RECORDA NUNCA ESTÁ SÓ", frase que pertence ao problema policial intitulado "UM CASO A RECORDAR" de 1992.
            8. - Os trabalhos, nos moldes atrás descritos, deverão ser enviados para a seguinte direcção postal: Maria José Mendonça R. Lucília Simões, 8 - 10.ºB 1500-387 LISBOA.
            9. - O júri será constituído por três personalidades de reconhecido mérito, a designar pela organização do XI Convívio da T. P. L., o qual se realizará, com a respectiva entrega de prémios, no dia 17 de Maio de 2015, na região de Santarém.
            10.- Das decisões do Júri não haverá recurso, ficando-lhe atribuída a competência de determinar, dependendo da quantidade e da qualidade dos trabalhos, se deverão ou não ser atribuídos os prémios, no limite previsto de três.
            11.- Os nomes dos premiados serão anunciados a seu tempo na página da Secção Policiária do jornal PÚBLICO, bem como em imprensa regional, sites e blogues ligados ao policiarismo.
            12.- A Tertúlia Policiária da Liberdade reserva-se o direito, dentro do prazo de um ano, de promover a publicação de qualquer dos trabalhos concorrentes, sem pagamento de direitos autorais.
            13.- Para esclarecimentos poderão ser utilizados os telefones 214719664 ou 966102077 (Pedro Faria), 213548860 (António Raposo), ou 219230178 (Rui Mendes).


PRAZOS

Decorre até ao próximo dia 28 de Fevereiro o prazo para os nossos “detectives” enviarem as propostas de solução dos dois enigmas que compõem a prova n.º 1 do campeonato nacional de 2015.
Recordamos que a primeira parte, o problema tradicional, vai exigir que os confrades elaborem um relatório com as conclusões a que chegam, justificando devidamente cada passo dado e cada conclusão retirada. A par disso, é da máxima importância que haja algum aprimorar da solução, uma vez que dela vai depender a passagem à 2.ª eliminatória da Taça de Portugal, a que apenas terão acesso os detentores dos 512 melhores trabalhos.
A segunda parte, problema de escolha múltipla, apenas exige que cada confrade assinale a alínea por que opta para dar solução ao enigma proposto.

Até 28 de Fevereiro, boas soluções!