terça-feira, 21 de Outubro de 2014

VAMOS A CONTAS?

Com a época quase a acabar, os resultados da prova n.º 8 estão quase completos!

QUASE!

Uma das coisas que falta é publicar as soluções oficiais, de autoria do confrade VERBATIM. Como as soluções são extensas, a parte I vai ver  a luz do sol, ou seja, vai ser publicada no próximo domingo, na secção do PÚBLICO e aqui reflectida, como é habitual.

Ficará a faltar a parte II, que não terá espaço no jornal, mas que publicaremos aqui, ficando a aguardar uma aberta para saír no jornal, uma vez que nas semanas seguintes teremos as derradeiras provas do Campeonato Nacional.

Resumindo:

Domingo, 26 de Outubro, no Público, solução da parte I da prova n.º 8. No blogue, a mesma solução acompanhada da referente à parte II.

No domingo seguinte, dia 2 de Novembro, parte I da prova n.º 10 no PÚBLICO e no blogue.

No dia 9 de Novembro, publicação do problema da parte II da prova n.º 10 no PÚBLICO e no blogue.

No dia 16 publicaremos no PÚBLICO a solução da parte II da prova n.º 8 e eventualmente começaremos a publicar as soluções da prova n.º 9.

ENTÃO E OS RESULTADOS DA PROVA 8?

Costuma ser nossa regra que nunca apareçam antes da publicação das soluções oficiais e por isso vamos resistir a colocá-las no blogue antes do próximo domingo, apesar de estarem praticamente completas.

SERÁ QUE VAMOS QUEBRAR ESSA REGRA E DIVULGAR OS RESULTADOS, LOGO QUE ESTEJAM PRONTOS?



MISTÉRIO...

domingo, 19 de Outubro de 2014

POLICIÁRIO 1211


[Transcrição da secção n.º 1211 publicada 
hoje no jornal PÚBLICO]

A HISTÓRIA (SECRETA) DE UM TOTÓ…


A história de hoje é uma espécie de homenagem a um jogo que encheu de boas expectativas muitos portugueses nos anos 60, 70 e mesmo 80 do século passado, antes da perda de influência mercê do aparecimento de novos jogos, com prémios bem mais aliciantes.
Na memória dos mais “velhotes” ou, melhor dizendo, dos menos jovens, foi o futebol e a paixão que ele desperta que despoletou uma grande corrida ao jogo. Por essa época, qualquer noticiário domingueiro acabava com a “chave do totobola”, com toda a gente a conferir as suas apostas com os resultados desportivos!
O “1X2” era o mote para grandes discussões, antes dos jogos, com cada qual a medir as possibilidades do clube A ou B para ganhar em casa (1), empatar (X) ou ganhar em casa do adversário (2).
Outros tempos…

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2014

PROVA N.º 9 – PARTE II

“CHAMAVA-SE TOTÓ…” – Original de JOGADOR SANTOS

Olá.
Chamo-me Totó. Não se riam porque esse nome é mesmo o meu, foi-me posto pelo meu pai e ele teve as suas razões, certamente muito válidas.
Nasci em Lisboa e o meu pai era e ainda é um apaixonado por tudo o que seja jogo, tem tabelas e lógicas para apostar aqui e ali e nunca falha um bom desafio. Para tudo ser perfeito para ele, vi a luz do dia, exactamente no mesmo dia em que o jogo baseado nos resultados de futebol, viram essa mesma luz. Daí ao nome, foi um pequeno passo!
Mas houve mais, para mal dos meus pecados, os primeiros anos da minha existência foram marcados por apresentar um aspecto bem rotundo, assemelhando-me a uma bolinha, que só ajudava ao ambiente trocista em que fui obrigado a viver.
Mas voltando à minha primeira aparição nesta terra, o meu pai como bom apostador, como já referi, não deixou passar a oportunidade de tentar a sua sorte, como depois foi sempre fazendo, com este e com todos os outros jogos que se seguiram e sempre se gaba, quando o assunto é jogo, que em todas as primeiras edições de qualquer dos jogos legais que em Portugal apareceram, sempre ganhou prémios! E isso era a demonstração da sua enorme qualidade como apostador!
Na verdade, ninguém se recordava se tal sorte era mesmo verdadeira, mas se fosse realmente assim, também era certo que nunca ganhara grande coisa, grandes prémios, bem pelo contrário, que a nossa vida jamais foi desafogada e a minha mãe muitas vezes amaldiçoava o jogo como responsável por muitas das dificuldades sentidas.
O meu pai era, naqueles anos em que o recordo na fase da minha infância, uma pessoa com quem se podia brincar, a minha mãe chamava-lhe irresponsável, mas para mim era um camarada brincalhão, sempre com uma piada, uma paródia, uma anedota…
Benfiquista até ao tutano, cedo me tentou aliciar para o clube da águia, mas nós, miúdos, não conseguimos seguir a lógica dos adultos e… acabei dragão!
Mas dele nunca recebi qualquer crítica ou remoque sobre a minha opção juvenil, que se arrastou até hoje e certamente continuará até ao fim. Dizia ele que era normal que os miúdos se apaixonassem pelos perdedores, que nessa época lá para os lados do Douro não se festejavam títulos. Mas para mim a explicação era outra, um dragão era muito mais apelativo do imaginário que uma simples águia…
Dizia ele, com o seu melhor sorriso malandro:
- Sabes, quando nasceste, naquele dia mesmo, tive um prémio razoável no jogo e por isso te dei o nome que tens. Não foi um grande prémio mas como acertei todos os outros jogos, podia ser muito maior se não fosse o meu benfiquismo…
- Puseste o Benfica a ganhar e ele não ganhou, foi?
- Não, claro que o pus a ganhar e ele ganhou mesmo.
- Então foi o Sporting ou o Porto que não puseste a ganhar?
- Foi, pus os dois a perderem, como bom benfiquista que sempre fui! Mas como nasceste tu, fui amplamente recompensado! Já tinha esgotado a minha dose de sorte desse dia e claro que não te trocava pelo prémio maior, pelo 13, nem que ganhasse sozinho…
Sorriu com o seu melhor sorriso malandro e nesse momento, quase acreditei plenamente nele!


A-    O prémio do jogo terá sido razoável, como ele diz;
B-    O prémio do jogo terá sido bem maior do que ele diz;
C-    O prémio terá sido mais pequeno do que ele diz;
D-    Não terá havido prémio do jogo para ele;

E pronto.
Depois das leituras que cada “detective” entender necessárias para apreender o sentido do problema, resta a opção pela alínea correcta e enviar a sua proposta, impreterivelmente até ao próximo dia 10 de Novembro, para o que poderá utilizar um dos seguintes meios:
 
- Pelos Correios para Luís Pessoa, Estrada Militar, 23, 2125-109 MARINHAIS;
- Por e-mail para um dos endereços:
- Por entrega em mão ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.
Boas deduções!
Recordamos que para estes desafios de escolha múltipla, é imperioso que seja assinalada a letra correspondente à hipótese pretendida.
Alguns confrades desenvolvem argumentações em defesa de uma ou outra alternativa, situação que sempre aceitámos e continuaremos a aceitar, porque aqui, no Policiário, não há respostas fechadas, há sempre a possibilidade de um confrade demonstrar que num problema há mais do que uma solução válida e nesse caso todas serão consideradas. No entanto, se em lugar algum da solução indicam com clareza a sua opção, a partir de agora, serão sempre consideradas opções erradas, mesmo que as conclusões até sejam correctas.
Pedimos a compreensão dos leitores e “detectives” para a impossibilidade de ser o orientador a procurar nos textos enviados (sem necessidade porque o regulamento indica claramente que apenas deverá ser assinalada a alínea de opção), com perdas de tempo e, muitas vezes, com dificuldade em entender o que o concorrente pretende.





segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

domingo, 12 de Outubro de 2014

POLICIÁRIO 1210



[Transcrição da secção n.º 1210 publicada 
hoje no jornal PÚBLICO]

A HISTÓRIA DE UM SEQUESTRO
QUE ACABA BEM!

Aproximamo-nos em passos largos do final das nossas competições desta época, com alguns percalços relacionados com prazos e com produções que teimam em não aparecerem.
De qualquer forma, uma semana depois da data prevista para a publicação, podemos ler hoje o desafio do confrade” Ponto Pt” que vai ser o monopolizador das atenções durante algumas semanas.
Como sempre, apelamos aos “detectives” que não respondam levianamente a primeira coisa que vier à cabeça. O Policiário é um jogo que requer muita atenção, algum estudo e paciência, muita paciência! Leituras e análises cuidadas, são condições essenciais para bons desempenhos.
Eis o desafio n.º 9 e penúltimo:

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2014
PROVA N.º 9 – PARTE I
“AS ÁRVORES DAS PATACAS” – Original de PONTO PT

Há muitos, muitos anos, referia a memória de ouvir contar histórias de arrepiar, também de grande mistério, de viagens enormes, durando meses, por barco, rumo à terra das chamadas “árvores das patacas”.
Nesses tempos, a miséria empurrava para o mar e era lá num longínquo fim do mundo que ficava a riqueza para alguns, claro está e mais miséria para muitos outros.
Para os primeiros, mais tarde ou mais cedo, era tempo de regresso às origens, ostentando o sucesso.
Para os segundos, era uma viagem sem regresso, muitas vezes fazendo-se “perdidos” e nunca achados, porque acrescentar miséria à miséria não era opção, numa altura em eram apontados casos de riqueza extrema e sucesso miraculoso, sem se procurar saber a que preço…

Outros tempos…

Mais tarde houve a paga, o sentido inverso com milhares a desembarcarem em busca de melhor vida e trabalho, numa época de melhores comunicações e em que o “desaparecimento” já era mais complicado e difícil. Houve histórias de sucesso e de completo insucesso, mas já com mecanismos de apoio para quem queria regressar à sua terra de origem. Não havia “árvores das patacas”, mas havia trabalho e havendo trabalho, havia dinheiro e havendo algum dinheiro, mesmo que não fosse muito, como era para viver uma terra onde pouco havia, muito parecia…

E os movimentos passaram a ser em ambos os sentidos. Uns iam, outros vinham, em fluxos diferentes, pois então, que os ciclos também diferenciavam.

Péricles Anacleto era um desses viajantes, que tinha como objectivo fazer fortuna, pelo que, dando corpo ao ditado “ano novo, vida nova”, partiu logo depois das Festas, também com a missão de cumprir três sonhos que não eram seus, mas que assumiu no leito da morte de alguém que muito amava e respeitava:

O primeiro era uma espécie de romagem que estava obrigado a fazer a Viseu, uma cidade que, ao que parecia, representava muito nas origens ou nos destinos dessa pessoa; o segundo era outra viagem, outra busca de memórias ou de rumos, em Santarém, certamente um lugar querido para quem não conseguiu completar todo o caminho; o terceiro e derradeiro desafio, era certamente um dever ditado por coração moribundo e traçava Belém como destino final.

Não precisava de percorrer os caminhos tenebrosos que outros percorreram, não precisava de andar dias e dias em alto mar, desafiando intempéries, em navios mal equipados, sem condições de segurança ou comodidades. A promessa era só de ir a esses lugares, nada mais, olhando pelos seus olhos as paisagens que os outros olhos já não poderiam ver. Os aviões cobririam as maiores distâncias muito rapidamente, os hotéis dariam as comodidades necessárias e suficientes e toda a promessa ficaria facilmente cumprida.

E assim aconteceu!
Bem, aconteceu alguma coisa, mas não o que Anacleto previu que acontecesse!
É que, tal como depois contou, uma vez chegado ao aeroporto procurou um táxi que o levasse ao hotel que reservara, mas houve contratempos, o taxista era, afinal, um criminoso que roubara a viatura e que acabou por sequestrar o nosso Péricles, exigindo muito dinheiro pelo resgate.
O Péricles, desapareceu literalmente e nem a polícia nem os familiares, alertados pelo hotel da não chegada ao seu destino, conseguiram encontrar justificação para o desaparecimento.
Só quando chegou o pedido de resgate ficaram a saber do sequestro, mas já era tarde! O Anacleto conseguira fugir ao seu carcereiro e chegou à polícia quase ao mesmo tempo da chegada do pedido à família!
Contou que esteve prisioneiro numa barraca sem condições, que passou fome, mas que acabou por conseguir fugir num momento de menor vigilância e escapara de ser apanhado por ter conseguido esconder-se durante horas na folhagem de uma frondosa figueira que, embora tivesse o tronco do outro lado da vedação, deitava a copa para o jardim onde estava sequestrado. Contou que, bem dissimulado, assistiu ao desespero do falso taxista, à sua procura, mas que este nunca suspeitou onde ele estava escondido.
Quando ele se pôs em fuga, desceu da árvore e procurou ajuda.

A coragem do Péricles não foi assim tanta, porque logo apanhou um avião de volta a casa, deixando por cumprir a promessa feita e nem sequer equacionou regressar quando foi avisado que o sequestrador foi apanhado pela polícia e confessou tudo.

Houve quem acreditasse na sua história e houve quem o chamasse mentiroso.

E o leitor?
Diga-nos o que pensa deste caso e não se esqueça de justificar todas as suas opções.


E pronto!
Resta aos nossos confrades e “detectives” elaborarem os seus relatórios e enviá-los, impreterivelmente até ao próximo dia 10 de Novembro, podendo usar um dos seguintes meios:

- Pelos Correios para Luís Pessoa, Estrada Militar, 23, 2125-109 MARINHAIS;
- Por e-mail para um dos endereços:
- Por entrega em mão ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.
Boas deduções!









quinta-feira, 9 de Outubro de 2014

CLASSIFICAÇÃO "MEDVET" (AS MAIS ORIGINAIS)

PROVA N.º 7


1.º INSPECTOR GIGAS - 5 pontos
2.º NÃO ATRIBUÍDO
3.º NÃO ATRIBUÍDO
4.º NÃO ATRIBUÍDO
5.º NÃO ATRIBUÍDO


PS: A originalidade anda bem arredada destas paragens!...

CLASSIFICAÇÃO "DIC ROLAND" (AS MELHORES)

PROVA N.º 7

 


1.º VERBATIM - 5 pontos
2.º ZAPPA - 4 pontos
3.º MISTER H - 3 pontos
4.º DETECTIVE JEREMIAS - 2 pontos
5.º BÚFALOS ASSOCIADOS - 1 ponto


PROVA N.º 7 - AS MELHORES E MAIS ORIGINAIS

CLASSIFICAÇÕES 








DIC ROLAND






E






  MEDVET





DENTRO DE ALGUM TEMPO, AINDA HOJE,   


AQUI!!