domingo, 18 de junho de 2017

POLICIÁRIO 1350



HISTÓRIAS DE UM FAQUEIRO

Vamos ficar a conhecer a solução oficial que a dupla Búfalos Associados deram ao seu problema policiário que integrou a primeira parte da prova n.º 4. Devido à sua extensão, a resposta à parte II apenas ocorrerá na próxima semana.

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2017

SOLUÇÃO DA PROVA N.º 4 – PARTE I

“O FAQUEIRO DA VISCONDESSA” - de BÚFALOS ASSOCIADOS

           
            -"Lembro-me bem, - disse Garrett - que havia lá em casa um romance que o trisavô Leopoldo trouxe de Paris nos princípios do século XX e cuja leitura era proibida aos mais jovens por ter passagens algo picantes, e ser considerado um manifesto de revolta social. Era "Le Journal d'une Femme de Chambre", de um escritor chamado Octave Mirbeau. Verdade, tia Laurinda?"
            -"É sim, Francisco. Acresce que o teu bisavô Henrique dizia que o romance assumia ainda uma clara posição anti-racista e havia sido publicado durante uma época agitada da sociedade francesa, por causa da violenta crise do caso Dreyfus, um judeu capitão do exército francês que sofrera uma vergonhosa condenação baseada em dados que, forjados com claros objectivos anti-semitistas, o acusavam de traição. Mirbeau inventou uma criada de quarto de nome Célestine que escrevia num diário as suas desventuras enquanto empregada em casas ricas da burguesia rural francesa, e nele fazia uma feroz crítica às atitudes imorais e reprováveis dos patrões. É muito curioso o paralelismo com esta história de uma empregada do teu bisavô Henrique chamada Celestina e que escrevia um diário em que, à sua maneira, também zurzia os Viscondes que em tempos tinha servido. Mas vamos a saber: tens resposta para o que te perguntei?"
            -"Tia, comecei por completar o texto com a pontuação que a Celestina omitiu, para perceber o que se passou. E cheguei a uma primeira conclusão: os acontecimentos relatados tiveram lugar na primeira terça-feira do mês de Outubro do ano de 1910. Ora há outra personagem, o José, que diz que nessa tarde se festejava a proclamação da República, e como os polícias confirmaram a veracidade de todas as declarações, podemos concluir que tudo se passou no dia 5 de Outubro de 1910."
            -"Não te precipites." - comentou Laurinda - "Não podes deixar de confirmar a data num calendário perpétuo. E, se o fizeres, verás que a primeira terça-feira de Outubro desse ano foi no dia 4 e não no dia 5."
            -"Caspité! Está apanhado o mentiroso! A polícia disse que quem faltasse à verdade seria provavelmente o ladrão e a Celestina diz saber que alguém mentiu. Logo tudo aponta para a culpa do José, que assim mentiu. Aliás, um pouco à semelhança do romance, em que o ladrão das pratas parece ter sido o empregado Joseph."
            -"Segundo erro, meu filho. Se clicares na net PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA EM LOURES, que é onde a coisa se passa, verificarás que, sem qualquer dúvida, naquela localidade, como noutras, foi no dia 4 e não no dia 5 que a Republica foi proclamada em Loures. Por volta das 15 horas, a população convocada por líderes locais reuniu-se na zona central para proclamar e festejar a implantação da República, mesmo ignorando que em Lisboa só na manhã do dia seguinte é que seria feita a proclamação oficial. Mas foi no dia 4, na varanda da sede do município de Loures, que foi feita a proclamação e a bandeira verde e vermelha foi hasteada. É um facto histórico. Portanto, para já, o José pode ter falado verdade."
            -"Tia, agora fiquei baralhado. Se a polícia confirmou o que todos disseram, como é que a Celestina pode dizer que alguém mentiu?"
            -"Francisco, aí é que está a chave do problema. Lembras-te de eu ter dito que este texto era um verdadeiro problema policial? Ora uma das regras do policiarismo é a de que o narrador não pode mentir. Aqui a Celestina é a narradora, logo não pode mentir. E ela afirma saber que alguém mentiu. A Celestina não tem possibilidade de ter averiguado nada sobre as afirmações dos outros. Mas a polícia confirmou, e concluiu que todos falaram verdade incluindo ela. Só que ela não contou tudo e aí faltou à verdade, ou seja, mentiu. Lembra-te de que ela nem conta tudo nos seus escritos com medo que o José os possa ler. A Celestina quando diz saber que alguém mentiu, só pode referir-se a ela própria, pois de si sabe ela bem. Na verdade, não mentindo, está a assumir que mentiu. Percebes agora que foi ela a ladra?"
            -"Tia Laurinda, já percebi tudo. A polícia confirmou tudo o que foi dito, mas apenas o que foi dito. Foi o erro que cometeu. Os outros suspeitos puderam apresentar testemunhas que confirmaram as suas afirmações. O José desde a hora do almoço, a Alzira desde as duas horas, e o Mateus em Pintéus, estiveram sempre acompanhados. Só a Celestina não tem alibi. A Gertrudes terá confirmado que de facto lhe tinha emprestado a chave para ela lá ir a casa, que tudo terá ficado arrumado, só que não houve ninguém que afirmasse que ela não terá escondido lá em casa um saco contendo o faqueiro de prata roubado aos patrões. De todos, só a Celestina terá estado sozinha naquela tarde."
            -"Sozinha não, Francisco, a rapariga esteve muito bem acompanhada com o valioso faqueiro da Viscondessa. E ainda não sabes tu o melhor da história. Nas coisas da falecida Celestina apareceu, junto com o diário, uma saca de serapilheira atada com uma corda, que continha o belo faqueiro que a rapariga nunca se atreveu a vender com medo de ser apanhada. O teu bisavô ainda tentou encontrar familiares dela a quem entregar o espólio da rapariga, mas sem resultado. Os Viscondes já tinham morrido em Espanha em acidente de viação. O avô acabou por guardar em lugar seguro aquilo a que ele, republicano de gema, chamava triunfante "o tributo da aristocracia". Acontece que agora quem o tem sou eu e quando morrer ficará para ti. Nunca ouviste dizer que "ladrão que rouba ladrão..."
            -"Tem cem anos de perdão!" - atalhou Garrett - "Mas com os atrasos que hoje tem a justiça... pode até alargar-se o prazo."

           


domingo, 11 de junho de 2017

POLICIÁRIO 1349




COMPETIÇÃO E CONVÍVIO, DE BRAÇO DADO!


Vencida a primeira metade do campeonato nacional, com a publicação da parte II, de autoria do confrade escalabitano Inspector Aranha, vamos dar uma panorâmica do que foi o XIV Convívio da TPL e remeter os nossos confrades para o blogue Crime Público (http://blogs.publico.pt/policiario) e para o Clube de Detectives, onde há mais a dizer sobre o acontecimento.

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2017
PROVA N.º 5 – PARTE II
“RECORDAÇÕES DO INSPECTOR GONÇALVES”
Original de INSPECTOR ARANHA
                                                                            

Terminado mais um dia de actividade, o Inspector Gonçalves, sentado num sofá, em sua casa, ia beberricando um whisky, enquanto revia o dia passado. Mais um, mas desta vez assinalado por uma situação nova: a Direcção nomeara um novo membro para a sua equipa de investigação, um rapaz novo, recentemente entrado na P.J., que o acompanhou no caso para o qual, naquele dia, fora escalado – bastante simples, por acaso, mas que deu para testar o “puto”, que revelou “pinta”…
Situação que agora o estava a conduzir para a evocação de um passado já remoto: também a sua estreia na P.J., a primeira vez que saíra para, com o Inspector Janardo, colaborar na investigação de um caso. Como as situações se repetem! Também um caso bastante fácil, resolvido quase na hora – um homicídio ocorrido numa vivenda na zona de Belém. Muito tempo passara, mas recordava-se bastante bem dos contornos do caso: o proprietário daquela vivenda fora atingido mortalmente por um tiro, que atingindo-o na cabeça lhe provocou morte imediata.
O corpo encontrava-se caído junto à janela da sala de estar, sita no rés-do-chão. No soalho, junto à cabeça da vítima, via-se uma significativa poça de sangue, e sobre o corpo diversos fragmentos de vidro que na janela se mostrava estilhaçado, por onde aparentemente fora do exterior disparado o tiro fatal. Nada mais fora da normalidade se vislumbrou no local, o que foi confirmado pelo irmão da vítima, única pessoa que com ele ali vivia. E que, quando interrogado sobre o que sabia do que se passara, declarou que se encontrava no primeiro andar, no seu gabinete de trabalho e no computador, avançando no trabalho histórico que há algum tempo vinha desenvolvendo, quando, de súbito, soou um tiro logo seguido do ruído de vidros a caírem, e do que lhe pareceu ser a queda de um corpo. Como só ele e o seu irmão habitavam a casa, correu de imediato para o local onde sabia que aquele estava, temendo que algo de grave pudesse ter-lhe acontecido. E, infelizmente, não se enganara – ele estava caído, inerte, sangrando bastante, junto à janela fechada pela qual, certamente, fora baleado, pois o vidro estilhaçado naquela não parecia deixar margem para dúvidas… Abrira-a, tentando vislumbrar o autor do disparo, mas já não vira ninguém… Entretanto, constatara que o irmão já estava morto. Dera por isso logo o alarme, e nada mais sabia. Esperava que descobrissem rapidamente o culpado…
Inquirido se sabia de alguém que desejasse a morte do irmão, respondeu negativamente.
E, depois de uma nova inspecção ao local e ao corpo, foi-lhe feita a vontade. De facto, a resolução fora fácil e rápida. Como a do caso de hoje. E não é que o “puto”, recém-chegado à equipa, foi também pronto a chegar à conclusão que o Inspector Gonçalves já tirara do caso?

E agora perguntamos nós aos leitores do “Público Policiário”: O irmão da vítima foi acusado porque:

a)      – Não quis identificar quem pudesse desejar a morte do irmão;
b)     – Como estava no andar de cima não podia ouvir a detonação vinda do exterior;
c)      – A posição e aspecto do corpo não estão de acordo com a sua descrição dos factos:
d)     – Contratou alguém para matar o irmão através da janela.


E pronto.
Uma vez lançados os dados sobre este caso, é altura dos nossos confrades e “detectives” nos indicarem a alínea que escolhem para solução deste enigma. Impreterivelmente até ao próximo dia 30 de Junho, poderão enviar as propostas, usando um dos seguintes meios:

Por Correio para: Luís Pessoa, Estrada Militar, 23, 2125-109 MARINHAIS;
Por entrega em mão ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.

Boas deduções!

A FESTA DO XIV CONVÍVIO DA TPL

O almoço “pantacruélico” da Tertúlia Policiária da Liberdade aconteceu e todos os presentes se sentiram muito bem.
O programa da reunião foi devidamente cumprido. Ao meio-dia já se encontravam presentes praticamente todos os convivas. Pelas 12:30 foi apresentado “O Livro de Pantacruel”, cuja primeira edição logo ali se esgotou. Seguiu-se o almoço.
Findo o repasto, homenagearam-se o blogue “Crime Público” e o site “Clube de Detectives”, ou seja Luís Pessoa e Daniel Falcão. A terminar houve poesia e canções, protagonizadas por Rui Mendes, Fernando Pereira e sua irmã Filomena Pereira.
Médicos sábios dizem que encontros como este fazem bem ao coração e estimulam a mente. Não é possível discordar.
A parte final desta festa pode ser vista em "https://youtu.be/l9yLTMSGFto", um vídeo gentilmente realizado pelo confrade LS, um policiarista viseense que vem do Mundo de Aventuras, como tantos de nós, pela mão do inevitável Sete de Espadas e onde assinava com o pseudónimo de Hal Foster. Foi igualmente seccionista e integrou a Tertúlia Policiária de Coimbra, que reunia no Ateneu daquela cidade.
Depois desta reconfortante jornada, há que agradecer, mais uma vez, o entusiasmo, cordialidade e profissionalismo com que Fernando Pereira, o dono da Taverna dos Trovadores, sempre tem recebido a TPL. Deste modo, ele já é um membro honorário da Tertúlia.










quinta-feira, 8 de junho de 2017

TERTÚLIA POLICIÁRIA DA LIBERDADE E O XXV ANIVERSÁRIO DO POLICIÁRIO NO PÚBLICO


Reunião da Tertúlia Policiária da Liberdade

1 de Julho de 2017 – 25º Aniversário da Secção “Público-Policiário”

No próximo dia 1 de Julho, um sábado, vai reunir a Tertúlia Policiária da Liberdade para balanço do seu XIV Convívio e de toda a sua actividade em geral. Coincidindo a data com o 25º aniversário da secção “Público-Policiário”, não se deixará de assinalar tão relevante acontecimento policiarista nem se deixará de brindar, com toda a justiça, ao confrade Luís Pessoa, o responsável daquela secção ao longo deste quarto de século.
A reunião-almoço terá lugar na Taverna dos Trovadores, em S. Pedro de Sintra, a partir das 12 horas e 30 minutos e o preço será de 16 euros por pessoa.
Os policiaristas que possam e queiram estar presentes, dando-nos esse prazer, deverão confirmar a sua comparência até ao próximo dia 29 de Junho, pelos contactos habituais: António Raposo (213548860 ou 966173648), Nove (214719664 ou 966102077) ou Rui Mendes (219230178 ou 965894986).
 Votos de longa saúde ao POLICIÁRIO.


domingo, 4 de junho de 2017

POLICIÁRIO 1348

CAMPEONATO CHEGA A MEIO
COM O INSPECTOR ARANHA!

A nossa competição tem mais uma etapa neste mês de Junho, desta feita de autoria do confrade Inspector Aranha, um dos mais carismáticos e valorosos do nosso “pelotão”, que aqui aparece em substituição do confrade Quaresma, Decifrador, que não respondeu à chamada que fizemos e não foi possível contactar.
Na altura dos convites, chamámos os confrades que habitualmente produzem e já haviam obtido bons resultados na modalidade de produção neste nosso espaço, daí terem ficado de fora alguns bons produtores, menos regulares nas suas aparições.
Ao falhar o confrade convidado, no lugar por ele deixado, temos o prazer de poder contar com desafios de um dos mais veteranos e premiados policiaristas nacionais, campeão em imensas ocasiões e seccionista de enorme qualidade, mas pouco dado à tarefa de produção de desafios. Também por isso, podemos com alguma razão dizer que conseguimos “meter uma lança em áfrica”, trazendo à imensa maioria dos nossos “detectives” um produtor pouco visto nas nossas páginas.

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2017
PROVA N.º 5 – PARTE I
“A MORTE DO AGIOTA” – ORIGINAL DE INSPECTOR ARANHA


1º tempo:
Vou matar o “velho”. Estou farto desta situação de dificuldades económicas, de condicionalismos a que ele me submete, enquanto assisto, no dia-a-dia, ao aumento da sua fortuna através de juros altíssimos que “suga” nos seus empréstimos. Agiota e avarento, são expressões correctas para o definir. Por um lado, ajuda a resolver situações difíceis a muita gente que, neste período de acentuada crise, a ele recorrem cheios de problemas, mas, por outro, pelas duras condições que em contrapartida impõe, muita infelicidade tem também provocado a quem, depois, não as pode cumprir. E, nestes casos, não revela um mínimo de sensibilidade – é implacável, mandando penhorar bens, ordenados, promovendo ameaças, potenciando ainda mais a desgraça dessas pessoas…  
Nem para comigo, seu sobrinho e único herdeiro, ele consegue revelar alguma liberalidade. A mensalidade que me concede é ridícula perante as suas possibilidades (e as minhas necessidades) assim me impondo, também, as dificuldades que eu não gostaria de sentir nesta idade… não conseguindo compreender que só temos uma juventude para viver…
Mas chega, a partir de hoje não continuará a poder espalhar mais infelicidade.
Acabei de “teclar” no meu velho computador (de que me vou imediatamente desfazer), e imprimir, a carta que irá ser encontrada na secretária, junta ao seu corpo, direccionando assim as suspeitas da sua morte não natural para um acto de suicídio, por temor da (mais uma) ameaça à sua existência, por alguém do seu vasto universo de clientes que a ele têm recorrido.
Planeei tudo. Eliminá-lo-ei e sairei de imediato para um evento público, afim da minha presença ser ali registada quando o corpo for descoberto e o alarme dado – quase certo que pela empregada doméstica que, diariamente, às 10 horas entra ao serviço, pois, sendo embora apenas eu e ele a viver naquela casa, meu tio exigia que sempre tudo nela estivesse impecável. Por isso me inscrevi na prova de 10 km, que integra a 26ª Meia-Maratona de Lisboa, cuja classificação, registando o meu nome (e com que sacrifício o irei conseguir, meu Deus!…) me conferirá o necessário álibi. Depois, é aguardar os acontecimentos, certo de que, mesmo que a morte não venha a ser reconhecida como devida a suicídio, também dela não será descoberto um culpado – para mais existindo tantos potenciais suspeitos… E assim estará dado o decisivo passo para uma outra vida mais livre e feliz…

2º tempo:
Dado o alarme, como previsto, a Polícia deparou com o corpo sentado à secretária, caído de bruços sobre esta, manchada de sangue sob a cabeça, proveniente de um furo regular que o parietal direito exibia. O braço do mesmo lado pendia na perpendicular, segurando na mão a sua pistola “Browning”. Vasculhado o escritório, nada mais nele se apresentava como passível de ser classificado de anormal, salvo a existência de uma folha de papel de formado A-4, maculada apenas com o seguinte:


      19-03-2016

      Miserável agiota
      Recusando as moratórias de pagamento que solicitei, e ameaçando-me com uns “gorilas” para me “fazer lembrar os compromissos”, perturbaste significativamente a minha tão já difícil existência, e ditaste o destino da tua… Também o fizeste com outros, mas, perdido como estou, não vou dar-te oportunidade a que continues a desgraçar a vida de mais ninguém… Adeus, sê feliz com o teu dinheiro… no outro mundo…

3º tempo:
Pensava bem ter planeado e executado a eliminação do “velho”. Todavia, não tardou que a Polícia pusesse em causa o meu álibi, e me detivesse como suspeito do assassínio de meu tio.

4º tempo:
É o vosso, amigos leitores. O tempo de analisarem com cuidado a história descrita, extraírem as vossas conclusões, descrevendo nomeadamente as causas que terão fundamentado as suspeitas da Polícia e remeterem os relatórios…

E pronto!
Tal como o autor define, este é o tempo dos nossos “detectives” se debruçarem sobre o problema e procurarem a solução correcta, enviando-a impreterivelmente até ao próximo dia 30 de Junho, podendo usar um dos seguintes meios:
Por Correio para: Luís Pessoa, Estrada Militar, 23, 2125-109 MARINHAIS;
Por entrega em mão ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.

Boas deduções!